São Paulo, SP--(
DINO - 03 out, 2017) - O autor, Alexis Anastasiou é conhecido por ser um dos primeiros VJs brasileiros, tendo projetado imagens nas principais festas e festivais de música eletrônica dos anos 2000. No livro Mappingfesto, entretanto, Alexis conta uma história diferente, de como chegou lá. Como as despretensiosas brincadeiras com projeções no domingo à noite em prédios vizinhos do seu apartamento se transformaram nas mega projeções mapeadas, uma das manifestações mais revolucionárias da arquitetura e intervenção urbana desde a invenção da iluminação de fachadas no início do século passado.O capítulo do Manifesto do Mapping de São Paulo também defende uma proposta inovadora, ao redor da qual os outros capítulos se desenrolam: instalações permanentes de projeção mapeada em prédios novos e antigos, criando um diálogo íntimo entre arquitetura, artes visuais, mídias sociais e urbanismo. O livro é impresso em 4 cores e papel couchet, com mais de 150 fotos, tamanho em médio formato e quase 200 páginas, com textos em português e inglês. O livro está sendo lançado com apoio da Epson e da Visualfarm, duas empresas referência em projeção mapeada no Brasil. O "Mappingfesto" usa principalmente fotos de instalações históricas e recentes para ilustrar, com diversos criadores brasileiros e estrangeiros, os argumentos do autor: a arquitetura sofrerá uma revolução digital talvez tão poderosa quanto a que revolucionou nos últimos 15 anos a música e o vídeo. Segundo o livro, a "arquitetura remix" do nosso futuro à la Blade Runner será realizada com mega-projetores a laser, com durabilidade de mais de 6 anos, baixo consumo de energia e brilho poderoso.Como forma de demonstrar esses pontos, o evento lança também oficialmente o festival Chave do Centro, que montará no centro de São Paulo 4 instalações de grande formato de projeção mapeada a laser, que ficarão em cartaz durante 30 noites. Pela primeira vez no Brasil, testa-se a ideia de diversas projeções de longa duração em um mesmo espaço público. Será que arte é capaz de transformar o entorno de uma área que fica vazia ao anoitecer? Será que as projeções mapeadas podem quebrar o autoritarismo de uma arquitetura que não permite a interatividade dos habitantes da cidade? São as perguntas que o livro e o festival prometem responder de forma positiva.Na ocasião, Alexis apresentará também pela primeira vez no Cinema da Galeria Vermelho seu "vídeo-manifesto", uma obra que narra como o seu trabalho é o resultado de muitos erros corrigidos e missões impossíveis que dão certo na direção errada. Além disso, outras intervenções do autor e artista serão feitas na galeria, bem como venda do livro e um coquetel composto de cerveja Stela Artois e doses de cachaça mineira.Tanto o lançamento do livro "Mappingfesto" quanto o festival Chave do Centro contam com apoio da Epson, líder mundial de vídeo-projetores, que investe de forma constante na divulgação de novas tecnologias de projeção. Trabalhos como o livro e o festival Chave do Centro são fundamentais para popularizar cada vez mais esta que, não é apenas uma nova tecnologia, mas uma nova forma de arte e expressão. Serviço:Realização do livro: EPSON e VISUALFARM.Realização do Festival Chave do Centro: Ministério da Cultural, EPSON e Visualfarm Evento de lançamento na Galeria Vermelho, dia 7 de outubro (sábado), das 17h até as 21hs. Rua Minas Gerais, 350, Higienópolis.Livro Mappingfesto: Projection Mapping Manifesto, de Alexis Anastasiou. Edição independente, 196 páginas, 4 cores. Escrito em Português e Inglês.Lançamento Festival Chave do Centro. dia 1o. a 30 de novembro 2017.Sobre a EpsonA Epson do Brasil é subsidiária do grupo japonês Seiko-Epson Corporation, líder mundial em produtos de imagem e alta precisão. O grupo possui mais de 75 mil colaboradores em 97 empresas localizadas em todo o mundo. Por conta de suas tecnologias proprietárias, mundialmente, está entre as 10 companhias que mais registram patentes.No Brasil, a Epson iniciou suas operações em 1982, em 1997 inaugurou sua fábrica em Barueri (Grande São Paulo), ocupando uma área de 19 mil m², certificada internacionalmente pela ISO 14001 e em 2014 ampliou a produção de produtos no Brasil, instalando uma fábrica no Polo Industrial de Manaus.Pioneira no desenvolvimento de impressoras tanque de tinta comercializadas sob a marca EcoTank; a subsidiária brasileira tem como estratégia fortalecer também sua atuação no mercado B2B, por meio de seus produtos profissionais, entre eles, vídeo projetores, impressoras de grande formato, scanners, rotuladoras, mini impressoras para automação comercial e robôs para automação industrial, além de projetos especiais para aeroportos e área têxtil.Mais informações;
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