Decisão da Suprema Corte do Caribe Oriental no Tribunal Superior de Antígua e
Barbuda
- A mais alta autoridade legal de Antígua e Barbuda proferiu uma decisão à
revelia contra Rodrigo Fernández Tinoco e Andres Omar Sotillo, diretores do
Barnett Capital Group, por cometerem fraude contra o Davos International Bank
- A Suprema Corte decidiu que os réus devem arcar com os custos do julgamento e
com as sanções financeiras que serão estabelecidas em breve
ST. JOHN'S, Antígua, 2013-10-15 18:24 CEST (GLOBE NEWSWIRE) --
A Suprema Corte de Antígua e Barbuda emitiu uma decisão à revelia contra Andres
Omar Sotillo e Rodrigo Fernández Tinoco por fraude corporativa e violação de
regulamentos bancários. Sanções econômicas serão impostas aos réus, bem como o
pagamento dos custos do julgamento.
O Davos International Bank entrou com um pedido de indenização de US$ 8,5
milhões, mais perdas e danos, contra seus ex-executivos Rodrigo Fernández
Tinoco, Andres Omar Sotillo, Jose Daniel Carrillo e Osleidys Estrada por fraude
corporativa, violação de obrigações éticas e de normas de conformidade
financeira. Estrada, que atualmente é um funcionário do Barnett Capital Group,
também foi considerado culpado nesse julgamento.
A ação judicial foi apresentada no Supremo Tribunal de Antígua e Barbuda quando
os controles internos do Davos International Bank e o relatório de auditoria da
Casin & Associates (escritório especializado em auditorias) revelaram que esses
executivos se apossaram de mais de 12 milhões em lucros pessoais. Os relatórios
também comprovaram que os réus autorizaram empréstimos financeiros a partes
relacionadas, o que viola a lei e as normas internacionais de conformidade.
Os resultados da auditoria (concluída em 2010) foram apresentados à Diretoria
do Davos, o que lhes permitiu reforçar os controles internos e garantir
resultados positivos para os anos futuros.
O Davos International Bank é uma das empresas do Davos Financial Group,
instituição liderada pelo empresário David J. Osío e se especializa em
consultoria financeira em parceria com renomadas empresas internacionais.
A investigação sobre esses executivos demorou mais de um ano para ser
concluída. Durante esse período, o Davos Financial Group detectou também outras
ações fraudulentas cometidas pelos réus. Essas informações já foram fornecidas
às autoridades competentes.
Rodrigo e Sotillo violaram também contratos confidenciais e suas obrigações
éticas com o Davos International Bank ao utilizarem essas receitas ilegais para
fundar uma nova empresa em Dominica, o Barnett Capital Group, que é semelhante
ao Davos.
As autoridades financeiras de Antígua e Barbuda começaram a investigar esse
caso assim que o Davos Financial Group comunicou a situação e a Suprema Corte
decidiu em seu favor.
CONTATO: Equipe de Observadores do Davos
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