Releases 01/08/2017 - 20:24

A importância da prevenção e diagnóstico precoce na saúde auditiva


São Paulo--(DINO - 01 ago, 2017) - A audição é um dos sentidos humanos mais utilizados ? e também mais menosprezados, com relação aos cuidados. É difícil pararmos para pensar o quanto somos dependentes dela, até que uma perda ou dificuldade em ouvir aconteça.

Diferente da perda de visão, as pessoas que sofrem com a perda auditiva se deparam com situações de muita dificuldade em tarefas simples do dia a dia, como seguir uma conversa sem esforço, participar de situações sociais, falar ao telefone, ouvir música ou TV. Cansaço, aumento do nível de stress e doenças associadas são consequências muito comuns, além de isolamento social, que pode chegar até a depressão.

Sentimentos como raiva e intolerância de pessoas próximas a quem vive com essa dificuldade são comuns e ainda existe muita e discriminação com relação ao uso dos aparelhos auditivos.

Você sabia que a diminuição da audição ao longo da vida é um processo natural? Geralmente ela começa a dar sinais a partir dos 60 anos, porém estudos comprovam que há um aumento na perda auditiva em pessoas com menos idade.

Mais de 40% das pessoas entre 60 e 69 anos tem perdas auditivas significativas e esse número sobe para quase 90% na população com idade superior a 80 anos. É estimado que mais de 1,95 bilhões de pessoas tenham mais de 60 anos no ano de 2050, o que representará 21% do total da população. E dados atuais mostram que o número de adolescentes, entre 12 e 19 anos, com perda auditiva aumentou em 30% nos últimos 15 anos.

Um estudo comprovou que 35% das pessoas que possuem perda auditiva tem grau de perda leve e destes menos de 5% usam aparelhos auditivos. Muitos estudos mostram que pessoas com perda leve tem 2 vezes mais chances de desenvolver a demência, com perdas moderadas tem 3 vezes mais chances e com perdas severas tem 5 vezes mais chances.

Ouvir música forte com fones de ouvido em um volume muito alto, falta de cuidados com audição em locais muito ruidosos, a falta e o não uso dos equipamentos de proteção auditiva no trabalho são alguns dos fatores que mais contribuem para isso.

Há ainda estudos que mostram a correlação da diabetes e obesidade no processo de ensurdecimento. Em 2013 uma pesquisa analisou entre 1974 e 2011 a correlação entre a diabetes e a perda auditiva e concluíram que pessoas com diabetes tem o dobro de chances de ter perda auditivas com relação aqueles que não tem diabetes.

Apesar de não haver uma conexão específica entre a perda auditiva e a demência, tem sido observado que o aumento da carga de trabalho mental e o isolamento social que a perda auditiva causa, são fatores contribuintes para a demência. Entretanto há o benefício potencial no uso contínuo dos aparelhos auditivos na preservação ou mesmo na melhoria das habilidades cognitivas, sendo assim o seu uso não é apenas uma opção, mas uma arma na prevenção para doenças cerebrais cognitivas que são permanentes. Por isso, prevenir, ou seja, evitar exposição prolongada a sons fortes, utilizar protetores e equipamentos de proteção em ambiente de trabalho quando determinado, manter uma dieta e vida saudável para não vir a ter diabetes e obesidade ajudam a prevenir uma situação de perda auditiva. Avaliar a audição também é uma forma de cuidado, tanto com este sentido como com a saúde de um modo geral.

Para aqueles que tem uma perda auditiva detectada, procure conhecer sobre a tecnologia disponível hoje. Quanto mais cedo a busca por um tratamento, menores serão os efeitos da falta de audição para a sua saúde e qualidade de vida.

Os aparelhos mudaram, estão cada vez menores e mais discretos. Um exemplo do avanço são, por exemplo, os aparelhos auditivos da Phonak que são discretos e que atendem essa necessidade da discrição, com soluções quase invisíveis para uso contínuo, como Lyric, soluções que se conectam ao celular, TV e música e que ajudam muito a entender melhor a fala no ruído ou à distância, como o Roger. Todas essas soluções auxiliam no aumento da qualidade de vida e contribuem muito para a diminuição do declínio cognitivo, visando um melhor prognóstico.

A Phonak é uma marca Suíça, líder no Brasil e no mundo em produtos dedicados à saúde auditiva. Desenvolve soluções com tecnologia de ponta para ajudar as pessoas a ouvir, entender e aproveitar os sons da vida. A empresa possui um portfólio variado de produtos e pontos de atendimento em todo o território nacional.

Para saber mais sobre a Phonak acesse: www.phonak.com.br ou pergunte para o seu médico e/ou fonoaudiólogo.
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Fontes: http://www.hopkinsmedicine.org/news/media/releases/hearing_loss_linked_to_accelerated_brain_tissue_loss_
https://www.actiononhearingloss.org.uk/your-hearing/about-deafness-and-hearing-loss/hearing-loss-and-dementia.aspx
http://www.crsamplifon.com/documents/76453/79343/Consensus+Paper+2013+HEARING+WELL+TO+TRAIN+YOUR+BRAIN.pdf/5ad3e484-7e23-4d29-a0d8-961b1ace4f9b
Hearing Aid Sector Report Vontobel, 2010, Marke Trak VIII
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23150692


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