São Paulo - SP--(
DINO - 28 set, 2017) - De acordo com um relatório sobre amamentação no Brasil realizado recentemente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) foi divulgado um resultado que não é satisfatório, pois dentre todos os bebês com até 5 meses de vida, nascidos no Brasil, apenas 38,6% alimentam-se, unicamente, de leite materno. Essa porcentagem pode ser considerada inadequada, mas se comparada com os resultados de outros países esse número é avaliado como elevado. Os dados mundiais sobre a amamentação exclusiva de leite até os primeiros 6 meses de um bebê são preocupantes, já que a média permanece em torno dos 30%. A partir de muitos estudos, o UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e a OMS anunciaram que é fundamental nos 6 primeiros meses de vida de um bebê ocorrer aleitamento exclusivo, e após esse período inicial, deve iniciar a alimentação combinada de outros alimentos que contribua na complementação do leite materno. A amamentação deve ser realizada a partir da primeira hora após o nascimento, e continuar até, aproximadamente, os 2 anos. É imprescindível seguir essas recomendações, já que esse é o primeiro passo para o crescimento saudável da criança. De acordo com o relatório desenvolvido pela OMS, o índice de amamentação no Brasil até o primeiro ano do bebê apresenta uma melhora subindo para 47%, entretanto, apenas 26% das mães amamentam seus filhos até os recomendados 2 anos de vida.Há muitas organizações que se preocupam e realizam diversos estudos sobre a amamentação no Brasil, pois é necessário diminuir cada vez mais o índice de morte prematura. Havendo um aleitamento correto, os bebês ficarão fortes com os nutrientes e anticorpos advindos do leite, e em vez de estarem fragilizados, propensos a adquirirem pneumonia e desenvolverem diarreia, que são as causas de morte mais frequentes em bebês, o leite materno proporciona saúde e oferece desenvolvimento físico e cognitivo.Em média, o período de aleitamento exclusivo que devia durar 6 meses, acaba sendo de quase 2 meses, apenas. E o período inteiro de amamentação ideal de 2 anos, não atinge nem 1 ano completo. Esses números revelam um fato muito recorrente no século 21: as mulheres estão tendo que dividir sua vida, assumindo diversos papeis na sociedade, e entre muitos, por exemplo, o de ser mãe e o de desempenhar uma profissão. Neste caso, se a mulher enfrentar um ambiente de trabalho estressante e desgastante, isso pode afetar a produção de leite, correndo o risco de diminuir a lactação a ponto de secar em um momento crucial para o aleitamento do bebê. Outra situação muito debatida é o período ideal de licença maternidade; geralmente, as mães têm o direito a 120 dias, ou seja, 4 meses, porém se o recomendado é que o bebê seja amamentado por 6 meses, a conta não fecha, e a mãe é obrigada a voltar para o trabalho meses antes, tendo muita dificuldade para amamentar seu filho com uma frequência similar ao período da licença maternidade.Neste momento de aleitamento e de primeiros contatos com o recém-nascido, há muitas dificuldades e barreiras a serem superadas. Assim, há uma grande variedade de acessórios de bebê que auxiliam no bem-estar da família, como o protetor para seios, a bomba manual de mama, o copo de treinamento, entre outros itens que podem ser encontrados em sites como o TulipaBaby. O ambiente em que mãe e filho vão estar em sintonia no momento da amamentação também deve ser levado em conta e precisa ser agradável para ambos, oferecendo conforto e tranquilidade. Existe no mercado muitas opções de
enxoval para bebê e móveis feitos especialmente para este momento, tornando o ambiente aconchegante e se configurando em um
quarto de bebê completo que atende a todas as necessidades.