Atibaia - SP--(
DINO - 24 jan, 2017) - Em todos os ambientes ao nosso redor, a limpeza é essencial para o funcionamento, mas esse quesito é ainda mais valorizado nos laboratórios, onde qualquer contaminação com partículas, moléculas ou solventes pode ser decisiva no resultado de um exame ou elaboração de uma solução química. Todos os instrumentos do local, como buretas, frascos e pipetas devem ser rigorosamente higienizados antes de sua reutilização.
A lavagem de vidrarias faz parte do processo de padronização dos procedimentos laboratoriais e como tal, possui algumas regras sobre como deve ser feita, não é algo tão simples como se lavar louças em casa. A primeira etapa é a definição do tipo de substância que foi utilizada, pois existem parâmetros, como o tipo de água, tipo de detergente e número de enxágues, específicos para soluções químicas comuns ou orgânicas. Porém, de forma geral a limpeza de equipamentos laboratoriais segue algumas etapas:
- Remoção de resíduos sólidos manualmente;
- Lavagem completa com água da torneira;
- Banho na solução de detergente;
- Retirada de outros resíduos com auxílio de
escovas apropriadas para limpeza de equipamentos de laboratório;
- Enxágue em água abundante;
- Purificação com água destilada;
- Secagem em temperatura ambiente ou em estufa.
Alguns cuidados devem ser tomados durante a limpeza de equipamentos de laboratório, o detergente, por exemplo, para obter melhores resultados deve ser utilizado o específico para este fim. As escovas devem ter formatos particulares, o que garante uma lavagem mais eficiente, a
Weinberger possui alguns modelos que podem ajudar nesta etapa. Quanto a secagem, não podem ser utilizados papéis ou paninhos, caso haja pressa na utilização da vidraria pode-se utilizar acetona, que remove a água e evapora rapidamente. Na eliminação do solvente, uma aplicação no vácuo já é o suficiente
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