SÃO PAULO, 6 de novembro de 2013 /PRNewswire/ -- No Brasil, as ciclovias ? atreladas às secretarias de meio ambiente, de transportes e de obras ?, são planejadas e expandidas com foco na redução do congestionamento, na diminuição da poluição e na mobilidade urbana (bicicletas integradas ao sistema de transportes públicos). Não há projetos e nem estudos em conjunto com as áreas de saúde dos municípios, relacionando as malhas cicloviárias de importantes cidades do País ? Rio de Janeiro, Curitiba, Sorocaba, São Paulo ? ao controle de doenças no longo prazo, como obesidade, hipertensão e diabetes.
A cidade de Los Angeles, no estado da Califórnia, Estados Unidos, por exemplo, usou US$ 16 milhões em financiamento para iniciativas de combate à obesidade. Em 2011, parte do dinheiro incluiu a ampliação das redes de bicicleta e promoção de espaços abertos. A estimativa nos Estados Unidos é de que 35% dos adultos norte-americanos são obesos. Por isso, o programa de compartilhamento de bicicleta tem sido adotado em mais de 20 cidades americanas, desde grandes cidades como Boston, Denver e Washington, até as mais pequenas, como Greenville, Boulder, entre outras.
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