A redução de maus hábitos como fumo, consumo de álcool, má alimentação e inatividade física podem economizar US$ 25 bilhões a cada ano no mundo inteiro
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CHALFONT ST. GILES, Inglaterra--(
BUSINESS WIRE)--3 de Julho de 2013--A GE Healthcare anunciou hoje os resultados de uma pesquisa secundária que indicam que maus hábitos e escolhas de estilo de vida contribuem com cerca de US$ 33,9 bilhões em custos relacionados ao câncer a cada ano. Além disso, a mesma pesquisa mostrou que com a redução dos maus hábitos, os sistemas de assistência média no mundo inteiro podem economizar em torno de US$ 25 bilhões a cada ano.
A pesquisa realizada pela GfK Bridgehead a pedido da GE Healthcare, em maio e junho de 2013, concentrou-se nos quatro tipos principais de maus hábitos: fumo, consumo de álcool, má alimentação e inatividade física
1 e sua relação com três tipos de câncer mama, pulmão e intestino grosso. O estudo calculou os custos do câncer atribuíveis aos maus hábitos em dez mercados desenvolvidos e em desenvolvimento
2.
O custo global acumulativo de maus hábitos revelado nesta pesquisa é espantoso. Sinto-me incentivado pela economia potencial que pode ser alcançada, se todos nós mudarmos pequenas coisas em nosso estilo de vida e nos comprometermos com um cronograma de monitoramento pessoal, afirma Jeff DeMarrais, Diretor de Comunicações da GE Healthcare. Estes dados reforçam o motivo pelo qual nossa campanha anual #GetFit é tão importante para orientar a educação e conscientização da ligação entre escolhas saudáveis, diagnóstico precoce e o possível risco de câncer.
A pesquisa também detalha o custo global anual de US$ 33,9 bilhões em dez mercados e inclui o custo anual atual para o tratamento do câncer e o cálculo da economia potencial anual.
Os Estados Unidos lideram com US$ 18,41 bilhões ou 54% do custo global atual por ano de câncer, seguido pela China com US$ 8,57 bilhões (25,3%) e França, Alemanha e Turquia, com cerca de US$ 1,5 bilhão (4,4%). Mercados em desenvolvimento, como o Brasil, com US$ 378 milhões (1,1%), e Arábia Saudita, com US$ 107 milhões, (0,3%) apresentam custos significativamente mais baixos por ano neste momento (consulte a tabela 2).
Apesar do tabaco ser apontado há muitos anos como um dos causadores do câncer de pulmão, os dados revelaram que outros maus hábitos, como inatividade e má alimentação também podem impactar o risco de câncer. Por exemplo, a inatividade e má alimentação geralmente estão associadas ao ganho de peso, mas esta pesquisa também demonstrou que homens inativos têm maior risco de desenvolver câncer de intestino grosso (índice de risco relativo = 1,61, com 61% a mais de probabilidade de desenvolver câncer de intestino do que alguém ativo). Assim, US$ 160 milhões são gastos no tratamento de câncer de intestino grosso no mundo inteiro devido à inatividade.
Cerca de metade das mortes relacionadas ao câncer podem ser evitadas com escolhas saudáveis, como manter um peso saudável, não fumar, comer adequadamente, ser ativo fisicamente e passar por exames recomendados. Contudo, dados desta pesquisa e da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que maus hábitos continuam a prevalecer em todos os mercados (consulte a tabela 3).
Em sete dos dez mercados, mais de 25% das populações são fumantes regulares. O fumo é mais predominante na França e na Turquia, onde 31% dos adultos acima de 15 anos são fumantes.
As pessoas do sexo feminino na França e do sexo masculino na Turquia foram classificadas como os grupos com mais fumantes, com 31% e 47% respectivamente.
Em termos de inatividade física, a Arábia Saudita e o Reino Unido tiveram os piores resultados. Aproximadamente 68,8% dos sauditas e 63,3% dos britânicos acima de 18 anos têm estilos de vida sedentários, em comparação com apenas 15,6% dos indianos e 28% dos alemães.
Uma cópia dos resultados da pesquisa e visualização dos dados podem ser baixada neste
link. Ela foi realizada como parte da premiada campanha #GetFit de conscientização global para a prevenção do câncer da GE Healthcare.
- fim -
Observações do editor:
1. Os maus hábitos explorados nesta pesquisa são inatividade, má alimentação, uso de álcool e de tabaco. A inatividade foi definida em testes clínicos como exercitar-se 1 a 3 vezes por mês em vez de 3 a 4 vezes por semana e trabalhar em um emprego sedentário, onde você fica sentado mais do que 6 horas por dia. A má alimentação foi definida como consumo excessivo de carnes vermelhas/processadas e pouco consumo de fibras. O uso de álcool foi definido como pessoas que bebem em excesso, ingerindo 60 gramas ou mais de álcool puro pelo menos uma vez por semana. O uso de tabaco foi definido como qualquer uso de produtos de tabaco em comparação com os que usavam tabaco anteriormente.
2. Mercados incluídos na pesquisa secundária: Brasil, China, França, Alemanha, Índia, Japão, Arábia Saudita, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos.
Tabela 1
| Custo anual global para o tratamento do câncer |
| Custo atual em bilhões | | Economia potencial em bilhões |
| US$ 33,93 | | US$ 25,00 |
Fontes Danaei, G., Hoorn, S. V., Lopez, A. D., Murray, C. J., & Ezzati, M. (2005, Nov 19). Causes of cancer in the world: comparative risk assessment of nine behavioral and environmental risk factors. Lancet, 366(9499), 1784-1793, Nelson DE, Jarman DW, Rehm J, et al. Alcohol-attributable cancer deaths and years of potential life lost in the United States. Am J Public Health, 2013;103:641-648. Factbook da CIA:
https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/index.html, Organização Mundial da Saúde:
http://apps.who.int/gho/data/node.main.A893?lang=en, NICE Diagnóstico, avaliação e gerenciamento de dependência nociva de álcool, 2011
http://www.nice.org.uk/nicemedia/live/13337/53191/53191.pdf
Tabela 2
| País | | Nível do país | | Porcentagem do país em relação ao total global | |
| | Custo atual | | Possível economia | | Custo atual global % | | Economia potencial global % | |
| Estados Unidos | | US$ 18,41 bilhões | | US$ 13,37 bilhões | | 54,3% | | 53,5% | |
| Reino Unido | | US$ 649 milhões | | US$ 465 milhões | | 1,9% | | 1,9% | |
| França | | US$ 1,5 bilhão | | US$ 1,19 bilhão | | 4,4% | | 4,8% | |
| Alemanha | | US$ 1,47 bilhão | | US$ 1,14 bilhão | | 4,3% | | 4,6% | |
| Japão | | US$ 731 milhões | | US$ 511 milhões | | 2,2% | | 2,0% | |
| Brasil | | US$ 378 milhões | | US$ 200 milhões | | 1,1% | | 0,8% | |
| Índia | | US$ 617 milhões | | US$ 384 milhões | | 1,8% | | 1,5% | |
| China | | US$ 8,57 bilhões | | US$ 6,5 bilhões | | 25,3% | | 26,0% | |
| Arábia Saudita | | US$ 107 milhões | | US$ 65 milhões | | 0,3% | | 0,3% | |
| Turquia | | US$ 1,48 bilhão | | US$ 1,16 bilhão | | 4,4% | | 4,7% | |
Fontes: conforme citado acima
Tabela 3
| Hábito | | Fumo | | Alcoolismo | | Inatividade | | Obesidade | |
| Dados | | % da população | | % da população | | % da população | | % da população | |
| População | | adultos 15 anos | | adultos 15 anos | | adultos 18 anos | | adultos 20 anos | |
| Grupo populacional | | Homens | | Mulheres | | Todos | | Homens | | Mulheres | |
Todos
| | Homens | | Mulheres | | Todos | | Homens | | Mulheres | | Todos | |
| Brasil | | 22% | | 13% | | 17% | | 19,1% | | 4,1% | |
11,5%
| | 47,2% | | 51,6% | | 49,4% | | 16,5% | | 22,1% | | 19,5% | |
| China | | 51% | | 2% | | 27% | | 7,0% | | 0,1% | |
3,8%
| | 29,7% | | 32,3% | | 31,0% | | 4,6% | | 6,5% | | 5,6% | |
| França | | 36% | | 27% | | 31% | | 8,0% | | 1,9% | |
4,8%
| | 27,7% | | 37,2% | | 32,5% | | 16,8% | | 14,6% | | 15,6% | |
| Alemanha | | 33% | | 25% | | 30% | | 13,1% | | 2,1% | |
7,4%
| | 27,5% | | 28,5% | | 28,0% | | 23,1% | | 19,2% | | 21,3% | |
| Índia | | 26% | | 4% | | 15% | | 15,2% | | 5,5% | |
10,8%
| | 12,7% | | 18,4% | | 15,6% | | 1,3% | | 2,5% | | 1,9% | |
| Japão | | 42% | | 12% | | 27% | | 17,6% | | 3,1% | |
10,0%
| | 58,9% | | 61,6% | | 60,2% | | 5,5% | | 3,5% | | 4,5% | |
| Arábia Saudita | | 24% | | 1% | | 12% | | 11,2% | | 0,0% | |
6,8%
| | 61,5% | | 76,2% | | 68,8% | | 29,5% | | 43,5% | | 35,2% | |
| Turquia | | 47% | | 15% | | 31% | | 2,4% | | 0,4% | |
1,4%
| | 49,5% | | 62,5% | | 56,0% | | 22,8% | | 35,6% | | 29,3% | |
| Reino Unido* | | 25% | | 23% | | 24% | | 33% | | 16% | |
24,4%
| | 58,0% | | 68,6% | | 63,3% | | 24,4% | | 25,2% | | 24,9% | |
| Estados Unidos da América | | 33% | | 25% | | 29% | | 9,3% | | 2,0% | |
5,5%
| | 33,5% | | 47,4% | | 40,5% | | 30,2% | | 33,2% | | 31,8% | |
Fonte: OMS,
http://apps.who.int/gho/data/node.main.A893?lang=en
* Para o Reino Unido, as informações sobre álcool disponíveis em %, para abstêmios que não bebem atualmente, e a pesquisa usam as diretrizes da NICE para diagnóstico.
Denota pessoas que bebem em excesso, ingerindo 60 gramas ou mais de álcool puro pelo menos uma vez por semana. O consumo de 60 gramas de álcool puro corresponde a aproximadamente 6 bebidas com álcool padrão.
A GfK Bridgehead usou evidências clínicas e pesquisas publicadas em cada mercado e dados populacionais da Organização Mundial da Saúde (OMS) para definir o custo global do maus hábitos para o tratamento de câncer no mundo inteiro; foi feito o cálculo do número de adultos em cada mercado que tem maus hábitos, a determinação da incidência de câncer de mama, pulmão e colorretal com base em maus hábitos e, por fim, a determinação dos custos associados com o tratamento desses tipos de câncer com e sem maus hábitos.
A GfK Bridgehead também usou evidências clínicas publicadas sobre o aumento do risco relativo de desenvolvimento de câncer para quem tem maus hábitos, a fim de determinar a possível economia de custos para tratamento de câncer atribuível aos maus hábitos. O cálculo de economia presume que se as pessoas mudassem seus maus hábitos e estilos de vida, haveria uma diminuição do risco relativo de desenvolvimento de câncer e economia de custo potencial derivada da diferença nos custos do tratamento.
Campanha #GetFit 2013 da GE Healthcare (
www.ge-getfit.com) ocorre até meados de julho e estimula o envolvimento de canais de mídias sociais, incluindo Instagram, Sina Weibo na China e Twitter para permitir a participação, interação e comprometimento de um público global para promover hábitos saudáveis para ajudar a reduzir a probabilidade de se desenvolver o câncer.
Sobre a GE Healthcare
A GE Healthcare oferece tecnologias e serviços médicos transformacionais para atender às demandas por maior acesso, melhor qualidade e menores custos com assistência médica no mundo. A GE (NYSE:GE) trabalha com o que realmente importa - pessoas e tecnologias admiráveis quem enfrentam grandes desafios. De diagnósticos por imagem, software e TI e sistemas de monitoramento e diagnóstico até a descoberta de novos medicamentos, tecnologias de fabricação de produtos biofarmacêuticos e melhoria de soluções de desempenho, a GE Healthcare ajuda os profissionais da área de saúde a proporcionar assistência médica de qualidade a seus pacientes. Para saber sobre nossas últimas notícias, visite o site
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Em setembro de 2011, a GE Healthcare anunciou um investimento de US$ 1 bilhão do total de seu orçamento de Pesquisa e Desenvolvimento, para ser aplicado nos próximos cinco anos, na expansão de seus recursos para diagnóstico de câncer avançado e por imagens moleculares, assim como de tecnologias para fabricação de produtos biofarmacêuticos e pesquisa sobre o câncer.
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