Itajaí - SC--(
DINO - 10 jul, 2017) - De acordo com
dados divulgados pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) no último dia 06 de junho, com um saldo de 3,7 mil estabelecimentos a menos, o segmento dos hipermercados foi o que mais fechou lojas no primeiro trimestre deste ano. Apesar do saldo negativo, no comparativo com a pesquisa realizada em 2016 e segundo a avaliação de especialistas, o fenômeno pode ser considerado de "despiora". Como símbolo de reação, aconteceu na última semana a 30ª
Exposuper - Feira de Produtos, Serviços e Equipamentos para Supermercados e Convenção Catarinense de Supermercadistas, evento que todos os anos destaca as organizações que conseguem crescer ou se manter na ativa durante a crise.Em comparação ao balanço do quarto trimestre do ano passado, o saldo do primeiro trimestre de 2017 é positivo. Entre outubro e dezembro do ano anterior, 15,5 mil estabelecimentos foram fechados, e no período de janeiro a março de 2016, 37,1 mil lojas pararam de funcionar. Com a abertura de 2 mil estabelecimentos, apenas em 2014 o varejo abriu mais lojas até então.Na opinião do economista da CNC Fabio Bentes, o acontecimento pode ser considerado como uma "despiora". Segundo ele, considerando a queda no número de lojas fechadas em relação ao primeiro trimestre do ano passado, que foi de 75%, está caracterizada a situação de transição. "Há números positivos e negativos se intercalando, enquanto que no ano passado, por exemplo, estava tudo no vermelho", informou na matéria divulgada em 6 de julho pela Folha de S. Paulo.Ainda de acordo com o economista, 2017 pode fechar "zero a zero" na comparação com o ano passado, com abertura de lojas e geração de emprego. Entre 2 mil e 3 mil vagas devem ser abertas no varejo ainda este ano, ou seja, quase estabilidade. No ano passado, foram fechadas 177 mil postos de trabalho formais no setor. ACATS Exposuper 2017Nesta perspectiva de otimismo, a 30ª edição da Feira de Produtos, Serviços e Equipamentos para Supermercados e Convenção Catarinense de Supermercadistas (Exposuper) aconteceu entre os dias 20 a 23 de junho. O evento que todos os anos destaca as organizações que conseguem crescer ou se manter na ativa durante a crise foi realizado no Complexo Expoville, em Joinville, estado de Santa Catarina.Organizado e promovido pela Associação Catarinense de Supermercados - ACATS, a Exposuper recebeu mais de 35 mil visitantes e movimentou todo o setor supermercadista do estado catarinense e também fora dele. De acordo com a organização, neste cenário de transição que o mercado varejista atravessa, os principais objetivos da Exposuper são gerar oportunidades de negócios, proporcionar acesso a informações atualizadas, novas tecnologias e inovações, e promover a integração de todo o setor.Para a realização do prêmio, foram levantadas informações - por meio de pesquisas de opinião - a partir de uma amostra com mais de 200 supermercados pelo Instituto Mapa no mês de junho. Preço e condições, qualidade, prazo de entrega e atendimento são alguns dos aspectos avaliados.Pelo terceiro ano consecutivo, a
Embrast ? empresa de fabricação, importação e fabricação de embalagens e descartáveis ? destacou-se na premiação, desta vez na categoria mérito. "Fomos eleitos em 2015 com a marca Bompack ? melhor fornecedor bazar ? e em 2016 pela revista supermercado moderno, como melhor empresa na distribuição de papel alumínio no Brasil", afirma o gerente comercial da Embrast, Alan Rodrigo.Com sede no Brasil, no estado de Santa Catarina, a Embrast está localizada na cidade de Itajaí. Desde 2000, a empresa atua no mercado de fabricação, importação e distribuição de embalagens e descartáveis, oferecendo produtos terceiros e de marcas próprias. "Contamos com os melhores fornecedores do Brasil e do exterior e garantimos uma distribuição de produtos de qualidade aos nossos mais de 15 mil clientes, sempre com a agilidade e eficiência que fazem da Embrast a líder em seu mercado de atuação", complementa a gerente de Novos Negócios Nacionais, Juliana Moura.