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Broadcast :: Agência Estado | Releases

Releases 28/07/2011 - 18:42

Bank of America informa os resultados financeiros do segundo trime


18:42 BANK OF AMERICA INFORMA OS RESULTADOS FINANCEIROS DO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2011


Perda de US$ 0,90 por ação no segundo trimestre, em linha com estimativas anteriores


Excluindo certos itens relativos a hipotecas e outros itens selecionados, o rendimento líquido foi de US$ 0,33 por ação1


Consumer Real Estate Services informa perda de US$ 14,5 bilhões; outros negócios ganham US$ 5,7 bilhões2


Os custos de crédito continuam a cair com baixas líquidas caindo na maioria dos portfólios


A média dos fundos de caixas cresceu pelo terceiro trimestre consecutivo.


A Global Banking and Markets informa recorde de taxas de bancos de investimento de US$ 1,6 bilhão; a mais alta desde a aquisição da Merrill Lynch, excluindo as transações auto-conduzidas


A Global Wealth and Investment Management obtém taxas recorde de gestão de ativos e forte crescimento em consultores.


Índices de capital acima da orientação anterior; os níveis de liquidez continuam fortes


CHARLOTTE--(BUSINESS WIRE)--28 de Julho de 2011--O Bank of America Corporation anunciou hoje uma perda líquida de US$ 8,8 bilhões, ou US$ 0,90 por ação diluída, no segundo trimestre de 2011, em comparação com a renda líquida de US$ 3,1 bilhões, ou US$ 0,27 por ação diluída, no mesmo período do ano anterior. Excluindo certos itens relativos a hipoteca e outros itens selecionados, a renda líquida foi de US$ 3,7 bilhões1, ou US$ 0,33 por ação diluída no segundo trimestre de 2011.


Em comparação com o segundo trimestre de 2010, os resultados foram conduzidos por encargos relacionados ao contrato recentemente anunciado para resolver quase todas as exposições de recompra, securitização residencial apoiada em hipoteca (RMBS), não GSE de primeiro grau herdadas, emitidas pela Countrywide. Estes encargos foram parcialmente compensados por menores custos de crédito, ganhos com a venda de ativos não-essenciais e títulos da dívida, vendas e receitas de negócios ampliadas e taxas mais altas de gestão de ativos e taxas de bancos de investimentos.


Obviamente, o sólido desempenho dos nossos negócios subjacentes continua a ser ofuscado pelos custos que estamos absorvendo das nossas questões de hipoteca herdadas, disse o diretor executivo do Bank of America, Brian Moynihan. Mas, é claro que, de depósitos para gestão de fortunas a bancos de investimentos, nossos clientes estão optando por fazer mais atividades conosco todos os dias. Pretendemos continuar com nossas iniciativas de deixar para trás a incerteza da hipoteca, criar capital através da força da franquia, e entregar aos acionistas o retorno que lhes devemos.


Progredindo com princípios operacionais


Durante o segundo trimestre de 2011, a empresa continuou a obter progresso significativo com seus princípios operacionais, incluindo os seguintes desenvolvimentos:


Negócios voltados para o cliente


  • O Bank of America estendeu aproximadamente US$ 147 bilhões em crédito no segundo trimestre de 2011, de acordo com dados preliminares. Isto incluiu US$ 84 bilhões em empréstimos comerciais não relacionados com imóveis, US$ 40 bilhões em primeiras hipotecas residenciais, US$ 11 bilhões em empréstimos para imóveis comerciais, US$ 4 bilhões em cartões de consumo e de pequenas empresas, US$ 1 bilhão em produtos de garantia hipotecária e US$ 7 bilhões em outros créditos de consumo.
  • Os US$ 40 bilhões em primeiras hipotecas residenciais financiados no segundo trimestre ajudaram a quase 194 mil proprietários de imóveis ou compraram uma casa ou refinanciaram uma hipoteca existente. Isto incluiu aproximadamente 15 mil primeiras hipotecas de crédito qualificado para proprietários de imóveis, e mais de 70 mil hipotecas para mutuários de renda baixa e moderada. Aproximadamente 52% das primeiras hipotecas financiadas foram para compras de residências e 48% foram refinanciamentos.
  • A média total do fundo de caixa foi de até US$ 44 bilhões, ou 4%, em comparação com o mesmo período do ano passado e US$ 13 bilhões, ou 1%, desde o primeiro trimestre de 2011, para US$ 1,04 trilhão.
  • O número de novas contas correntes de pequenas empresas e de consumo líquidas foi positivo para o segundo trimestre consecutivo, enquanto a empresa continuou a focalizar as vendas de qualidade e a retenção das relações com os clientes.
  • O Bank of America continuou a expandir seu serviço para os proprietários de pequenas empresas no segundo trimestre de 2011 através da contratação de 92 pequenos bancos locais, para oferecer acesso conveniente a soluções e assessoria financeira. Isto eleva o número de pequenos bancos contratados neste ano para 285. A empresa afirmou anteriormente que planeja contratar mais de mil pequenos bancos até o início de 2012.
  • Os volumes de referência continuaram fortes durante o segundo trimestre com referências da Global Wealth and Investment Management (gestão global de investimentos e fortunas) e do Global Banking and Markets (serviço bancário comercial global) de até 75% desde o trimestre anterior, e referências dos serviços bancários comerciais globais e da gestão global de investimentos e fortunas de até 23% desde o trimestre anterior. As referências da Global Wealth and Investment Management para Global Banking and Markets foram aumentados em 19% desde o primeiro trimestre de 2011.
  • O número de associados que trabalham diretamente com clientes de Global Wealth and Investment Management aumentou pelo oitavo trimestre consecutivo, com a empresa adicionando 546 assessores financeiros no trimestre e 942 desde o segundo trimestre de 2010.
  • A Global Banking and Markets informou taxas recordes de serviços de investimentos bancários no segundo trimestre de 2011 de US$ 1,6 bilhão, excluindo as transações auto-conduzidas. Isto marca as mais altas taxas de bancos de investimento desde a aquisição da Merrill Lynch.

Criando um balanço financeiro reforçado


  • A empresa continuou a fortalecer o balanço financeiro com ativos de risco sendo reduzidos em US$ 41 bilhões e o excedente de liquidez global aumentando em US$ 16 bilhões desde o final do primeiro trimestre de 2011, para US$ 402 bilhões em 30 de junho de 2011.
  • O índices de capital regulatório encerraram acima da orientação anterior da empresa, com o índice de patrimônio comum de Nível 1 a 8,23% em 30 de junho de 2011 e o índice de patrimônio comum tangível3 a 5,87% em 30 de junho de 2011. Em 20 de junho, a empresa avaliou que o relação comum de Nível 1 no final do segundo trimestre de 2011 estaria acima de 8%.

Buscando excelência operacional em eficiência e gestão de risco


  • As provisões por perdas de crédito foram reduzidas em 60% desde o mesmo trimestre do ano anterior e as baixas líquidas caíram pelo quinto trimestre consecutivo, refletindo uma qualidade de crédito melhorada na maioria dos portfólios comerciais e de consumo, subscrevendo mudanças implementadas nos últimos anos.
  • As provisões para perdas de empréstimos e aluguéis para o índice de cobertura de baixas líquidas anualizadas aumentaram no segundo trimestre de 2011 para 1,64 vezes, em comparação com 1,18 vezes no segundo trimestre de 2010 (1,28 vezes em comparação com 1,05 vezes, excluindo os empréstimos com crédito prejudicado adquiridos).

Desfrutando do modelo de retorno do acionista


  • A empresa continuou a focalizar a dinamização do balanço financeiro com a venda de ativos não essenciais, tratando das questões herdadas, reduzindo a dívida e implementando sua estratégia centrada no cliente para posicionar a empresa para crescimento de longo prazo.
  • O valor contábil tangível por ação3 de US$ 12,65 no segundo trimestre de 2011 reduzido de US$ 13,21 no primeiro trimestre de 2011 e aumentou de US$ 12,14 no segundo trimestre de 2010. O valor contábil por ação de US$ 20,29 no segundo trimestre de 2011 foi reduzido de US$ 21,15 no primeiro trimestre de 2011 e US$ 21,45 no segundo trimestre de 2010.

Continuando a corrigir os problemas herdados


  • A empresa continuou a progredir nos seus problemas de hipoteca herdados durante o segundo trimestre, incluindo um contrato para resolver quase todas as exposições de recompra RMBS não GSE herdadas de primeiro grau emitidas pela Countrywide, representando 530 fundos fiduciários com um balanço principal original de US$ 424 bilhões.
  • Com o contrato e outras atitudes relacionadas com a hipoteca tomadas no segundo trimestre de 2011, a empresa acredita ter registrado reservas nos seus extratos financeiros para uma porção substancial das suas representações e exposições de garantias, conforme medidas no balanço principal original.
  • A empresa também atualizou o alcance de possíveis perdas para o restante das suas exposições no que se refere às representações do investidor não-GSE e provisões de garantias e atualmente estima que o alcance de perdas possíveis pode ser de até US$ 5 bilhões sobre acumulados no final do segundo trimestre de 2011.
  • Desde o início de 2008, o Bank of America e a Countrywide herdada completou mais de 900 mil modificações de empréstimos com clientes. Durante o segundo trimestre, mais de 69 mil modificações de empréstimos foram completadas, um aumento de 8% das modificações completadas no primeiro trimestre de 2011.

1 Excluindo certos itens relativos a hipoteca e outros itens selecionados, representa uma medida não GAAP. Para conciliação com a renda líquida GAAP e EPS, confira a página 15 deste comunicado à imprensa.


2 Outros negócios incluem os resultados de All Other.


3 O índice de patrimônio comum tangível e o valor contábil tangível por ação ordinária são medidas não GAAP. Outras empresas podem definir ou calcular estas medidas de forma diferente. Sobre conciliação com as medidas GAAP, confira as páginas 25-26 deste comunicado à imprensa.


Resultados do segmento de negócios
Depósitos
Três meses encerrados em
(em milhões de dólares)30 de junho de
2011


31 de março de
2011


30 de junho de
2010


Total da receita, líquida de despesas com juros, base FTE$3.301$3.189$3.695
Provisões para perdas de crédito313361
Despesas não juros2.5992.5922.572
Renda líquida$430$355$674
Retorno sobre patrimônio médio7,30%6,09%11,16%
Retorno sobre capital econômico médio130,41%25,43%43,52%
Média de depósitos$426.684$418.298$418.480
Em 30 de junho de
2011


Em 31 de março de
2011


Em 30 de junho de
2010


Depósitos de final de período$424.579$431.022$414.470
Ativos de corretagem do cliente69.00066.70351.102

1 O retorno sobre capital econômico médio é calculado como renda líquida, excluindo o custo de fundo e o crédito de ganhos sobre intangíveis, dividido pelo capital econômico médio. O capital econômico representa o patrimônio alocado menos o fundo de comércio e uma porcentagem de ativos intangíveis.



Destaques dos negócios


  • Os balanços da média de depósitos atingiram até US$ 8,2 bilhões em comparação com o ano anterior, impulsionados por forte crescimento orgânico em produtos líquidos, incluindo Merrill Edge®, parcialmente compensados pelo impacto de transferências sobre outros negócios administrados pelo cliente.
  • O custo por dólar de depósitos aumentados por 16 pontos base para 2,44% a partir do primeiro trimestre de 2011, destacando a eficiência da empresa e a margem competitiva para a manutenção de um canal de distribuição de baixo custo. O custo por dólar de depósito representa despesa não juros anualizadas, excluindo despesas únicas, como porcentagem de depósitos médios.

Visão geral financeira


Os depósitos informaram renda líquida de US$ 430 milhões, menos US$ 244 milhões desde o mesmo trimestre do ano anterior, devido a uma redução da renda conduzida por menor renda não juros do impacto das mudanças da política de saques a descoberto que foram integralmente implementadas no terceiro trimestre de 2010.


A renda líquida de juros aumentou US$ 137 milhões em comparação com o segundo trimestre de 2010, refletindo uma mudança do cliente para produtos mais líquidos e a contínua disciplina de preços. A despesa não juros continuou constante desde um ano atrás.



Global Card Services


Três meses encerrados em
(em milhões de dólares)30 de junho de
2011


31 de março de
2011


30 de junho de
2010


Total da receita, líquida de despesas com juros, base FTE$5.536$5.687$6.948
Provisões para perdas de crédito4819613.796
Despesas não juros1.8821.9691.852
Renda líquida$2.035$1.735$826
Retorno sobre patrimônio médio32,66%26,89%8,14%
Retorno sobre capital econômico médio166,26%52,32%19,40%
Média de empréstimos$156.788$162.425$177.076
Em 30 de junho de
2011


Em 31 de março de
2011


Em 30 de junho de
2010


Empréstimos de final de período$153.280$158.444$172.531

1 O retorno sobre o capital econômico médio é calculado como renda líquida, excluindo os custos de fundos e os créditos de ganhos sobre intangíveis, divididos pelo capital econômico médio. O capital econômico representa o patrimônio alocado menos o fundo de comércio e uma porcentagem de ativos intangíveis.



Destaques dos negócios


  • O volume total de compra (débito e crédito) aumentou 9% desde o primeiro trimestre, em linha com as tendências sazonais, e 6% desde o ano anterior.
  • O número de novas contas de cartão de crédito nos EUA continuou a crescer no segundo trimestre de 2011, aumentando em 11% desde o primeiro trimestre de 2011. Além disso, as perdas líquidas em cartões de crédito dos EUA melhoraram pelo sétimo trimestre consecutivo, enquanto as inadimplências estiveram próximas dos níveis mais baixos de todos os tempos.

Visão geral financeira


A Global Card Services informou renda líquida de US$ 2 bilhões, até US$ 1,2 bilhão desde o mesmo trimestre do ano anterior, enquanto as menores perdas de crédito mais que compensaram uma redução de US$ 1,4 bilhão em receitas. A redução da receita refletiu uma queda na renda líquida de juros de menores empréstimos e rendimentos médios, além de menores rendas não juros devido ao ganho sobre venda da posição da MasterCard da empresa no segundo trimestre de 2010.


As provisões para perdas de crédito foram reduzidas em US$ 3,3 bilhões em comparação com um ano atrás, para US$ 481 milhões, refletindo condições econômicas melhores e expectativas contínuas de redução da inadimplência, tendências de cobrança e falência.



Global Wealth and Investment Management


Três meses encerrados em
(em milhões de dólares)30 de junho de
2011


31 de março de
2011


30 de junho de
2010


Total da receita, líquida de despesas com juros, base FTE$4.490$4.492$4.189
Provisões para perdas de crédito7246122
Despesas não juros3.6313.5993.269
Renda líquida$506$533$329
Retorno sobre patrimônio médio11,54%12,06%7,27%
Retorno sobre capital econômico médio129,97%30,44%19,10%
Média de empréstimos$102.200$100.851$98.811
Média de depósitos255.219258.518226.276
(em bilhões)Em 30 de junho de
2011


Em 31 de março de
2011


Em 30 de junho de
2010


Ativos administrados$660,9$664,4$591,8
Total do balanço dos clientes22.201,92.226,72.047,0

1 O retorno sobre o capital econômico médio é calculado como renda líquida, excluindo os custos de fundos e os créditos de ganhos sobre intangíveis, divididos pelo capital econômico médio. O capital econômico representa o patrimônio alocado menos o fundo de comércio e uma porcentagem de ativos intangíveis.



2 O total dos balanços do cliente é definido como ativos sob gestão, ativos em custódia, ativos de corretagem de cliente, depósitos e empréstimos do cliente.



Destaques dos negócios


  • As taxas de gestão de ativos indicaram um recorde de US$ 1,5 bilhão no segundo trimestre de 2011, um aumento de 14% em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, impulsionado por ativos de longo prazo sob fluxos de gestão e níveis de mercado mais altos.
  • Os balanços de depósitos médios cresceu 13% a partir do segundo trimestre de 2010, para US$ 255,2 bilhões e os balanços de empréstimos médios cresceu 3%, para US$ 102,2 bilhões, marcando o quinto trimestre consecutivo de crescimento de empréstimos.

Visão geral financeira


A renda líquida de Global Wealth and Investment Management cresceu 54% desde o mesmo trimestre do ano anterior, devido à maior renda líquida de juros, como resultado do crescimento dos depósitos, maior renda baseada em taxas, menores custos de crédito e ausência de encargos relativos à venda dos negócios de gestão de ativos de longo prazo da Columbia no segundo trimestre de 2010. Estes fatores foram parcialmente compensados por despesas mais altas. A receita aumentou 7% desde o ano anterior, para US$ 4,5 bilhões, impulsionada pelo impacto do crescimento dos depósitos e taxas recordes de gestão de ativos, parcialmente compensadas pelo impacto da mencionada venda durante o mesmo trimestre do ano anterior.


As provisões para perdas de crédito foram reduzidas em US$ 50 milhões desde o ano anterior. A redução refletiu melhores tendências do portfólio dentro do portfólio de garantia hipotecária parcialmente compensado pelo impacto dos declínios dos preços de imóveis residenciais no portfólio de hipotecas residenciais.


A despesa não juros aumentou US$ 362 milhões desde o ano anterior, devido primeiramente às despesas voltadas para um volume mais alto e custos com pessoal associados à expansão contínua dos negócios.



Global Commercial Banking


Três meses encerrados em
(em milhões de dólares)30 de junho de
2011


31 de março de
2011


30 de junho de
2010


Total da receita, líquida de despesas com juros, base FTE$2.810$2.651$2.883
Provisões para perdas de crédito(417)79623
Despesas não juros1.0681.106974
Renda líquida$1.381$923$815
Retorno sobre patrimônio médio13,67%9,02%7,46%
Retorno sobre capital econômico médio127,92%17,96%14,14%
Média de empréstimos e leasing$189.346$192.437$206.603
Média de depósitos166.481160.217145.499

1 O retorno sobre o capital econômico médio é calculado como renda líquida, excluindo os custos de fundos e os créditos de ganhos sobre intangíveis, divididos pelo capital econômico médio. O capital econômico representa o patrimônio alocado menos o fundo de comércio e uma porcentagem de ativos intangíveis.



Destaques dos negócios


  • O Global Commercial Banking informou a maior renda líquida desde o segundo trimestre de 2009. O portfólio do mercado intermediário continuou a ver uma expansão moderada, um aumento de 10% desde o final de março de 2010, para US$ 41 bilhões. Estes balanços aumentaram em todos os últimos cinco trimestres.
  • A qualidade de crédito continua a melhorar, predominantemente no portfólio de imóveis comerciais, enquanto as baixas líquidas declinaram durante oito trimestres consecutivos.

Visão geral financeira


O Global Commercial Banking informou renda líquida de US$ 1,4 bilhão, um aumento de US$ 566 milhões desde o ano anterior, devido a menores custos de crédito da melhor qualidade dos ativos. A receita foi reduzida em US$ 73 milhões desde o ano anterior, principalmente devido a menores balanços de empréstimos, parcialmente compensados por ganhos sobre balanços de depósito mais altos, e ganho sobre o término de um contrato de compra.


As provisões para perdas de crédito foram reduzidas a um benefício de US$ 417 milhões, um aumento de US$ 1,0 bilhão, em comparação com o segundo trimestre de 2010. A redução foi conduzida por melhores condições econômicas em geral, e por uma taxa acelerada de resoluções de empréstimos no portfólio de imóveis comerciais.


Os balanços de depósito médios continuaram a crescer, aumentando em US$ 21 bilhões desde o mesmo trimestre do ano anterior, enquanto os clientes continuaram a manter níveis de liquidez mais altos. Apesar dos balanços médios de empréstimos e leasing foram reduzidos em US$ 17,3 bilhões desde o ano anterior, devido à desalavancagem dos clientes, os balanços médios de empréstimos industriais e comerciais continuaram a mostrar um crescimento modesto.



Global Banking and Markets


Três meses encerrados em
(em milhões de dólares)30 de junho de
2011


31 de março de
2011


30 de junho de
2010


Total da receita, líquida de despesas com juros, base FTE$6.796$7.886$5.904
Provisões para perdas de crédito(82)(202)(133)
Despesas não juros4.7134.7224.735
Renda líquida$1.558$2.134$898
Retorno sobre patrimônio médio16,44%20,59%7,03%
Retorno sobre capital econômico médio123,40%28,02%9,06%
Total da média de ativos$750.908$710.684$779.060
Total da média de depósitos118.133112.028112.565

1 O retorno sobre o capital econômico médio é calculado como renda líquida, excluindo os custos de fundos e os créditos de ganhos sobre intangíveis, divididos pelo capital econômico médio. O capital econômico representa o patrimônio alocado menos o fundo de comércio e uma porcentagem de ativos intangíveis.



Destaques dos negócios


  • O Bank of America Merrill Lynch (BAML) foi classificado como o número 2 em taxas de bancos de investimento globalmente para os seis meses encerrados em junho de 2011, conforme informado pela Dealogic.
  • A receita gerada fora dos Estados Unidos e Canadá levou em conta mais de um terço da receita total gerada no segundo trimestre de 2011, refletindo a estratégia da empresa para expandir sua plataforma internacional.

Visão geral financeira


O Global Banking and Markets informou renda líquida de US$ 1,6 bilhão, um aumento de US$ 898 milhões no mesmo trimestre do ano anterior, refletindo taxas de banco de investimentos maiores, aumento de vendas e de receita de negócios. Apesar de a despesa não juros ter sido mantida inalterada em base informada, o período do ano anterior incluiu o impacto do bônus fiscal do Reino Unido. Depois de considerar este item as despesas aumentaram desde o trimestre do ano anterior, impulsionadas pela compensação relativa a receita e os investimentos em infraestrutura. Em comparação com um primeiro trimestre sazonalmente forte em 2011, a receita foi reduzida em US$ 1,1 bilhão. O benefício das provisões foi reduzido em US$ 51 milhões desde o segundo trimestre de 2010, devido a menores liberações de reservas em comparação com o mesmo período do ano anterior.


A receita de vendas e negócios foi de US$ 3,8 bilhões, um aumento de US$ 666 milhões desde o segundo trimestre de 2010. O período atual inclui ganhos do ajuste de avaliação de débitos (DVA) de US$ 121 milhões, em comparação com os ganhos de US$ 77 milhões no segundo trimestre de 2010.


A renda fixa e as receitas de moeda e commodities foram de US$ 2,7 bilhões, um aumento de US$ 467 milhões em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, impulsionado por aumentos em todas as linhas de negócios, não das hipotecas e negócios proprietários, que a empresa deixou em 30 de junho de 2011. As vendas de títulos e as receitas de negócios aumentaram para US$ 1,1 bilhão, de US$ 882 milhões, devido às condições favoráveis do mercado, em comparação com o mesmo período do ano anterior, principalmente no negócio de derivativos de ações.


As taxas do banco de investimentos de US$ 1,6 bilhão, excluindo as transações auto-conduzidas, aumentaram 28% no segundo trimestre de 2011, em comparação com o mesmo período do ano anterior, refletindo forte desempenho em todas as categorias. Aproximadamente 23% das taxas do banco de investimentos, excluindo as transações auto-conduzidas, foram originadas fora dos EUA , em comparação com os 17% do mesmo período do ano anterior.


A média de empréstimos e leasing aumentou 14% desde o mesmo período do ano anterior, para US$ 109,5 bilhões, principalmente como resultado de procedência de fora do U.S. Corporate Bank, que aumentou sua base de empréstimos em 17%, refletindo o contínuo foco da empresa em crescimento internacional. A média de depósitos continuou a crescer, aumentando em 5% desde o segundo trimestre de 2010, impulsionada por depósitos no Corporate Bank, que cresceu 6%.



Serviços de imóveis de consumo


Três meses encerrados em
(em milhões de dólares)30 de junho de
2011


31 de março de
2011


30 de junho de
2010


Total da receita, líquida de despesas com juros, base FTE$(11.315)$2.063$2.704
Provisões para perdas de crédito1.5071.0982.390
Despesas não juros18.6474.8012.738
Perda líquida$(14.520)$(2.415)$(1.542)
Média de empréstimos$121.683$120.560$130.662
Em 30 de junho de
2011


Em 31 de março de
2011


Em 30 de junho de
2010


Empréstimos de final de período$121.553$118.749$129.797

1 Inclui encargos por depreciação de fundo de comércio de US$ 2,6 bilhões no segundo trimestre de 2011.



Destaques dos negócios


  • A empresa obteve um contrato para resolver quase todas as exposições de recompra RMBS, não GSE de primeiro grau herdadas, emitidas pela Countrywide, representando quinhentos e trinta fundos fiduciários com balanço principal original de US$ 424 bilhões. Este contrato está sujeito a aprovação final da corte e a outras condições.
  • A empresa completou a venda dos negócios de seguros colocados pelo emprestador da Balboa no segundo trimestre de 2011, gerando um ganho antes de impostos de US$ 752 milhões, líquido de taxas.

Visão geral financeira


Os serviços de imóveis de consumo informaram uma perda líquida de US$ 14,5 bilhões, em comparação com uma perda líquida de US$1,5 bilhão para o mesmo período de 2010. A receita foi reduzida em US$ 14 bilhões e a despesa não juros aumentou em US$ 5,9 bilhões desde o mesmo trimestre do ano anterior. Esses montantes foram parcialmente compensados por um declínio nas provisões para perdas de crédito de US$ 883 milhões do ano anterior.


O declínio da receita de ano a ano foi principalmente impulsionado pelo aumento de US$ 12,8 bilhões em provisão de representações e garantias, que está incluída na renda de hipoteca bancária; uma redução de US$ 885 milhões em resultados dos direitos de serviços de hipoteca, líquido de hedges, como resultado de custos de serviço mais altos que o esperado e uma redução de US$ 604 milhões da renda de produção essencial. A redução da renda de produção essencial resultou de um declínio em fontes de novos empréstimos provocado principalmente por menor demanda geral do mercado, uma queda na parcela de mercado tanto nos canais de vendas de varejo e correspondentes, parcialmente impulsionada ações de preços, além da saída de empréstimos do atacado. Estes declínios foram compensados por um ganho antes dos impostos de US$ 752 milhões, líquido de taxas, sobre a venda dos negócios de seguros colocados pelo emprestador da Balboa.


A provisão para representações e garantias foi de US$ 14 bilhões no segundo trimestre de 2011, em comparação com os US$ 1,2 bilhão no segundo trimestre de 2010. A empresa registrou US$ 8,6 bilhões em provisões e outras despesas relativas ao contrato para resolver quase todas as exposições de recompra RMBS, não GSE de primeiro grau herdadas, emitidas pela Countrywide e US$ 5,4 bilhões em provisões relativas a outros não GSE e, numa extensão menor, a exposição GSE.


As provisões para perdas de crédito foi reduzida em US$ 883 milhões desde o ano anterior, para US$ 1,5 bilhão, refletindo melhores tendências do portfólio, incluindo menores adições da reserva, relativas ao portfólio de garantia hipotecária com crédito prejudicado adquirido da Countrywide.


O aumento da despesa não juros do mesmo trimestre do ano anterior foi primeiramente devido a um encargo por depreciação de fundo de caixa com imposto não dedutível, não caixa de US$ 2,6 bilhões, US$ 716 milhões em avaliações relacionadas com hipotecas e custos de isenções relativas a atrasos de execução de hipoteca e outros itens que a empresa não espera recuperar, despesas com litígios de US$ 1,9 bilhão, e outras despesas de mitigação de perdas e relativas a inadimplência. Estes aumentos foram parcialmente compensados por menores despesas de produção, devido a menores volumes de procedência e menores despesas com seguros.



All Other1


Três meses encerrados em
(em milhões de dólares)30 de junho de
2011


31 de março de
2011


30 de junho de
2010


Total da receita, líquida de despesas com juros, base FTE$1.865$1.127$3.127
Provisões para perdas de crédito$1.663$1.799$1.246
Despesas não juros3161.4941.113
Renda líquida (perda)$(216)$(1.216)$1.123
Média de empréstimos$258.397$258.350$257.322

1All Other consiste primeiramente de investimentos de capital, o portfólio de hipoteca residencial associado às atividades de ALM, o impacto residual do processo de alocação de custos, encargos com fusão e reestruturação, eliminações intersegmentais, ajustes de justo valor relativos a passivos estruturados e os resultados de certos financiamentos de consumo, gestão de investimentos e negócios de empréstimos comerciais que estão sendo liquidados.



All Other informou perda líquida de US$ 216 milhões, comparada com renda líquida de US$ 1,1 bilhão do ano anterior, devido à menor receita e maior provisão para perdas de crédito. A redução da receita foi amplamente devida a uma redução de US$ 1,1 bilhão em renda de investimento de capital, já que o mesmo período do ano anterior incluiu os ganhos sobre vendas de certos investimentos estratégicos, menores ajustes positivos de justo valor relativos a passivos estruturados, que foram reduzidos em US$ 959 milhões desde o mesmo período do ano anterior, e um prejuízo de US$ 500 milhões sobre um investimento estratégico durante este trimestre. Isto foi parcialmente compensado por maiores ganhos sobre as vendas de títulos da dívida de US$ 817 milhões, um aumento de US$ 302 milhões nos dividendos do China Construction Bank, e uma redução dos encargos de fusão e reestruturação de US$ 349 milhões, em comparação com o segundo trimestre de 2010.


As provisões para perdas de crédito aumentaram US$ 417 milhões desde o ano anterior, para US$ 1,7 bilhão, constituído de maiores adições da reserva para os portfólios de hipoteca residenciais e imóveis descontinuados com crédito prejudicado, adquiridos da Countrywide, devido ao impacto do novo declínio nos preços dos imóveis residenciais.


Visão geral corporativa
Receita e despesa do segundo trimestre de 2011
Três meses encerrados em
(em milhões de dólares)30 de junho de
2011



31 de março de


2011


30 de junho de
2010


Renda não juros líquida, base FTE 1$11.493$12.397$13.197
Renda não juros1.99014.69816.253
Total da receita, líquida de despesas com juros, base FTE13.48327.09529.450
Despesas não juros2$20.253$20.283$17.253
Encargos de depreciação do fundo de comércio$2.603-
-


Renda líquida (perda)$(8.826)$2.049$3.123

1 A base equivalente inteiramente tributável (FTE) é uma medida não GAAP. Sobre conciliação com as medidas GAAP, confira as páginas 25-26 deste comunicado à imprensa. A renda de juros líquida em base GAAP foi de US$ 11,2 bilhões, US$ 12,2 bilhões e US$ 12,9 bilhões para os três meses encerrados em 30 de junho de 2011, 31 de março de 2011 e 30 de junho de 2010. A receita total, líquida de despesas de juros em base GAAP foi de US$ 13,2 bilhões, US$ 26,9 bilhões e US$ 29,2 bilhões para os três meses encerrados em 30 de junho de 2011, 31 de março de 2011 e 30 de junho de 2010.



2 Exclui encargos sobre depreciação de fundo de comércio de US$ 2,6 bilhões no segundo trimestre de 2011.



A receita, líquida de despesa de juros, em base equivalente inteiramente tributável (FTE) foi reduzida em 54% desde o segundo trimestre de 2010 e 50% desde o primeiro trimestre de 2011, principalmente por causa dos US$ 14 bilhões da provisão de representações e garantias registrada em conexão com o contrato para resolver quase todas as exposições de recompra RMBS, não GSE de primeiro grau herdadas, emitidas pela Countrywide e outros custos relativos a hipotecas. Excluindo os itens relativos a hipotecas e outros itens selecionados, a receita, líquida de despesa de juros, em base FTE foi de US$ 26,5 bilhões no segundo trimestre de 2011. 4


A renda líquida de juros em base FTE foi reduzida em 13% desde o ano anterior. O rendimento líquido de juros caiu 27 pontos base desde o mesmo trimestre do ano anterior, devido primeiramente aos menores balanços de empréstimo ao consumidor e menores rendimentos. Em comparação com o primeiro trimestre de 2011, o rendimento dos juros foi reduzido em 17 pontos base, refletindo menores balanços de empréstimo ao consumidor e uma mudança no mix de rendimentos, além de menores resultados de hedge e redução da renda líquida de juros relativa a negócios.


A renda não juros teve declínio de US$ 14,3 bilhões, ou 88% desde o mesmo trimestre do ano anterior, devido principalmente a um aumento de US$ 12,8 bilhões na provisão para representações e garantias desde o mesmo período do ano anterior. Este impacto sobre a renda não juros foi parcialmente compensado por vários dos itens detalhados abaixo, relativos a vendas de ativos e outros itens selecionados. Juntos, a provisão para representações e garantias e esses outros itens tiveram um impacto negativo sobre a renda não juros, em base líquida, de aproximadamente US$ 13 bilhões no período. Excluindo estes itens, a renda não juros 4 teria sido de US$ 15 bilhões no segundo trimestre de 2011.


A tabela abaixo mostra em detalhes os resultados em base informada e em base ajustada, excluindo certos itens relativos a hipoteca e outros itens selecionados. A renda líquida ajustada de US$ 0,33 por ação está na extremidade superior da orientação anterior em 29 de junho de 2011, quando a empresa disse que a renda líquida, excluindo os itens de hipoteca e outros itens selecionados estaria entre US$ 0,28 e US$ 0,33 por ação.


4 A exclusão de certos itens relativos a hipoteca e outros itens selecionados representa uma medida não GAAP. Sobre conciliação com as medidas GAAP, confira a página 15 deste comunicado à imprensa.


Três meses encerrados em 30 de junho de 2011
(dólares em bilhões, exceto EPS)



Conforme informado



Ajustes


relativos a hipoteca


e outros ajustes


selecionados


Conforme ajustado
Renda líquida de juros (FTE)$11,5$-$11,5
Renda não juros2,0(13,0)15,0
Total da receita, líquida de despesas com juros (FTE)13,5(13,0)26,5
Despesa não juros (excluindo depreciação de fundo de comércio)$20,2$2,6$17,6
Depreciação de fundo de comércio2,62,6-
Provisões para perdas de crédito3,3-3,3
Renda (perda) antes do imposto de renda (benefício)(12,6)(18,2)5,6
Despesa com imposto de renda (benefício) (FTE)(3,8)(5,7)1,9
Renda líquida (perda)$(8,8)$(12,5)$3,7
EPS$(0,90)$(1,23)$0,33

A tabela abaixo apresenta em detalhes os ajustes da receita de certos itens relativos a hipoteca e outros itens selecionados.


(dólares em bilhões, exceto EPS)Impacto EPS aproximado antes dos impostos
Provisão para representações e garantias$(14,0)$(0,88)
Avaliação negativa MSR a partir de maiores custos de serviço(1,5)(0,09)
Ganhos com títulos0,90,06
Dividendos de investimento estratégico0,80,05
Ganhos sobre a venda da Balboa0,80,05
Ganhos sobre a venda de cota de participação da BlackRock0,40,02
Investimento estratégico prejudicado(0,5)(0,03)
Outro0,10,00

Despesa não juros aumentada em US$ 5,6 bilhões, ou 32% desde o mesmo trimestre do ano anterior, impulsionado pelos itens da tabela abaixo. Os encargos de fusão e reestruturação antes dos impostos foram reduzidos em US$ 349 milhões desde o ano anterior, para US$ 159 milhões. O benefício fiscal do segundo trimestre de 2011 foi de US$ 4 bilhões.


(dólares em bilhões, exceto EPS)Impacto do EPS aproximado
antes dos impostos


Despesa Itens relativos a hipoteca
Despesas com litígios$(1,9)$(0,11)
Avaliações e custos de desistências(0,7)(0,04)
Fundo de comércio prejudicado(2,6)(0,26)

Segundo trimestre de 2011 - qualidade de crédito


Três meses encerrados em

(em milhões de dólares)


30 de junho de
2011


31 de março de
2011


30 de junho de
2010


Provisões para perdas de crédito$3.255$3.814$8.105
Baixas líquidas5.6656.0289.557
Índice de baixas líquidas12,44%2,61%3,98%
Em 30 de junho de
2011



Em 31 de março de


2011



Em 30 de junho