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DINO - 18 jul, 2017) - Durante o encontro, ocorrido na última quarta-feira (12/07), em Brasília/DF, Saud mostrou dados fornecidos pelo professor da USP Pietro Baruselli que comprovam o aumento da rentabilidade econômica nas fazendas que utilizam a IATF (Inseminação Artificial por Tempo Fixo). A técnica impacta diretamente no número de bezerros nascidos ao final da estação de monta, elevando em 8% o total de animais. Além disso, no momento da venda, o produtor recebe um preço melhor pelos bezerros oriundos de IATF, já que eles chegam à fase da desmama mais pesados do que aqueles nascidos de monta natural.Atualmente, a inseminação artificial é aplicada em 12% das fêmeas bovinas em idade reprodutiva no país, mas a ASBIA trabalha para ampliar esse índice em pelo menos quatro pontos percentuais nos próximos anos. Em 2016, o número de protocolos para sincronização de IATF cresceu 5,1% no Brasil, ultrapassando 11 milhões. "O ministro Blairo Maggi compreende que a ampliação do uso da inseminação trará um impacto econômico muito grande para a pecuária brasileira, que precisa melhorar seus índices de reprodução, e prontificou-se a buscar formas dentro dos programas já existentes no MAPA para viabilizar o projeto de fomento da ASBIA.", diz o presidente Sérgio Saud, que esteve acompanhado na audiência do deputado federal (PMDB/MT) Carlos Bezerra. Maggi já designou uma equipe técnica para coordenar a ação no MAPA.Foto: Ministro Blairo Maggi, presidente da ASBIA Sérgio Saud e o deputado Carlos BezerraInformações para a Imprensa | Grupo Publique(11) 9.9382.1999 ?
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