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Broadcast :: Agência Estado | Releases

Releases 28/10/2011 - 13:41

Bank of America informa receita líquida de US$ 6.2 bilhões do terc


13:41 BANK OF AMERICA INFORMA RECEITA LÍQUIDA DE US$ 6.2 BILHÕES DO TERCEIRO TRIMESTRE DE 2011, OU US$ 0,56 POR AÇÃO DILUÍDA


Custos de crédito continuam a diminuir com baixas líquidas caindo na maioria das carteiras


Forte geração de capital com coeficiente de patrimônio comum Tier 1 a 8,65%


Saldos médios de depósitos aumentaram pelo quarto trimestre consecutivo


Crescimento do saldo médio de empréstimos bancários corporativos em todas as regiões


Bank of America Merrill Lynch (BAML) ficou em segundo lugar globalmente em taxas líquidas de serviços de banco de investimento no terceiro trimestre de 2011


Programa piloto de soluções para clientes demonstra resultados positivos


CHARLOTTE, Carolina do Norte--(BUSINESS WIRE)--28 de Outubro de 2011--Bank of America Corporation informou hoje uma receita líquida de US$ 6.2 bilhões, ou US$ 0,56 por ação diluída no terceiro trimestre de 2011, em comparação com um prejuízo líquido de US$ 7.3 bilhões, ou US$ 0,77 por ação diluída no mesmo período no ano passado. A receita, líquida de despesas de juros, em base equivalente totalmente tributável (FTE)1 aumentou 6% alcançando US$ 28.7 bilhões.


Diversos itens consideráveis afetaram os resultados em ambos os períodos. O trimestre mais recente incluiu, entre outras coisas, US$ 4.5 bilhões (antes dos impostos) em ajustes de valor justo positivos em passivos estruturados, um ganho antes dos impostos de US$ 3.6 bilhões da venda de ações do China Construction Bank (CCB), um ganho de US$ 1.7 bilhões antes dos impostos devido à comercialização de Ajustes de avaliação de débito (DVA), e uma perda antes dos impostos de US$ 2.2 bilhões relacionada a private equity e investimentos estratégicos, excluindo o CCB. O ajuste do valor justo sobre passivos estruturados reflete a ampliação das margens de crédito da empresa e não afeta os coeficientes de capital regulamentares. O trimestre do mesmo período no ano passado incluiu um encargo de depreciação do fundo de comércio de US$ 10,4 bilhões. Detalhes sobre os itens consideráveis estão descritos na seção de receitas e despesas neste comunicado.


Os resultados deste trimestre refletem diversas ações realizadas por nós que destacam a nossa transformação contínua em uma empresa mais enxuta e focada, disse o CEO, Brian Moynihan. A diversidade e a profundidade das nossas ofertas ao consumidor e aos clientes proporcionaram alguma flexibilidade em um ambiente muito desafiador.


O nosso foco este trimestre foi fortalecer o balanço patrimonial vendendo ativos não essenciais e desenvolvendo capital para posicionar a empresa para o crescimento futuro, disse o diretor financeiro, Bruce Thompson. Nesta questão, alcançamos grandes realizações. Reduzimos o tamanho do nosso balanço patrimonial em US$ 42 bilhões do segundo trimestre de 2011, praticamente duplicamos o nosso coeficiente de patrimônio comum de Tier 1 desde o início de 2009 e continuamos tendo fortes níveis de liquidez, mesmo depois de uma redução considerável da dívida realizável a curto e longo prazo.


Progressos com relação aos princípios operacionais


Durante o terceiro trimestre de 2011, a empresa alcançou um progresso significativo em linha com seus princípios operacionais, incluindo os seguintes desenvolvimentos:


Foco em negócios orientados para o cliente


  • O Bank of America aumentou aproximadamente US$ 141 bilhões em crédito no terceiro trimestre de 2011, de acordo com os dados preliminares. Isso incluiu US$ 85 bilhões em empréstimos comerciais não relacionados a bens imobiliários, US$ 33 bilhões em primeiras hipotecas residenciais, US$ 10 bilhões em empréstimos comerciais de bens imobiliário, US$ 5 bilhões em cartão ao consumidor e pequenas empresas dos EUA, US$ 847 milhões em produtos de garantia hipotecária e US$ 7 bilhões em outros créditos ao consumidor.
  • Os US$ 33 bilhões em primeiras hipotecas residenciais financiadas no primeiro trimestre ajudou mais de 151.000 proprietários de imóveis a comprar uma casa ou refinanciar uma hipoteca existente. Isto incluiu cerca de 12.000 hipotecas de compradores iniciais originadas por canais de varejo e mais de 54.000 hipotecas para mutuários de baixa e média renda. Aproximadamente 47% das primeiras hipotecas financiadas foram para a compra de casa e 53% foram refinanciamentos.
  • Total de saldos médios de depósitos de US$ 1,05 trilhões aumentaram US$ 77 bilhões, ou 8% em comparação com o mesmo período do ano passado, e US$ 15 bilhões, ou 1% superior ao do segundo trimestre de 2011.
  • O número de novas contas correntes de consumidores e pequenos negócios foi positivo pelo terceiro trimestre consecutivo à medida que a empresa continuou a se concentrar na retenção de relações com os clientes rentáveis.
  • O Bank of America lançou Customer Solutions (soluções para clientes) no início deste ano como um piloto em alguns mercados para novos clientes. A empresa vem convertendo com sucesso clientes escolhidos nesses mercados com resultados favoráveis, à medida que muitos clientes estão dispostos a aumentar seus saldos para conseguir benefícios na conta.
  • O Bank of America continuou a ampliar seu serviço para os pequenos empresários, contratando cerca de 500 banqueiros de pequenas empresas sediados localmente até o terceiro trimestre de 2011, para proporcionar acesso fácil a serviços de consultoria e soluções financeiras. A empresa planeja contratar mais de 1.000 banqueiros de pequenas empresas no início de 2012.
  • Os volumes de recomendação se mantiveram fortes durante o terceiro trimestre, com recomendações de gestão de investimento e fortuna global para mercados e serviço bancário global 28% superior em relação ao mesmo trimestre do ano passado, e recomendações de gestão de investimento e fortuna global para o segmento bancário comercial global 6% superior em comparação com o mesmo período.
  • O segmento de gestão de investimento e fortuna global acrescentou 475 consultores financeiros no trimestre.

Construindo um balanço patrimonial fortificado


  • Os coeficientes de capital regulamentar aumentaram consideravelmente durante o terceiro trimestre em comparação com o segundo trimestre de 2011, com o coeficiente de patrimônio comum de Tier 1 a 8,65%, o coeficiente de patrimônio comum tangível2 a 6,25% e o coeficiente de patrimônio comum a 9,5% em 30 de setembro de 2011.
  • A empresa aproveitou sua forte posição de liquidez para reduzir a dívida no curto prazo em US$ 17 bilhões e dívidas no longo prazo em US$ 28 bilhões durante o terceiro trimestre. O financiamento com prazo exigido da empresa controladora aumentou para 27 meses, dos 22 meses no segundo trimestre de 2011.
  • A empresa continuou a fortalecer o balanço patrimonial, reduzindo os ativos ponderados por risco em US$ 33 bilhões a partir do segundo trimestre de 2011 e US$ 117 bilhões no terceiro trimestre de 2010.

Em busca da excelência operacional em gestão de risco e eficiência


  • No início deste ano, a empresa lançou o Projeto New BAC, uma iniciativa abrangente destinada a simplificar e racionalizar a empresa e alinhar as despesas. A implementação das ideias da Fase 1 começou este mês com o objetivo de reduzir as despesas em aproximadamente US$ 5 bilhões por ano até 2014, em uma linha de base de aproximadamente US$ 27 bilhões em gastos anuais para as áreas de negócios analisadas na Fase 1. A empresa espera incorrer em custos de tecnologia e verbas rescisórias durante a implementação da Fase 1. A análise da Fase 2 do projeto New BAC começou este mês e deverá continuar no início de 2012 e cobrir o saldo dos negócios e operações que não foram analisadas na Fase 1.
  • A provisão para perdas de crédito caiu 37% em relação ao mesmo trimestre do ano passado, indicando uma melhoria da qualidade do crédito na maior parte das carteiras ao consumidor e comerciais e alterações na concessão de crédito implementadas ao longo dos últimos anos.
  • O coeficiente da provisão para perdas de empréstimos e arrendamentos para cobertura de baixas líquidas anualizadas permaneceu forte no terceiro trimestre de 2011 em 1,74 vezes, em comparação com 1,53 vezes no terceiro trimestre de 2010 (1,33 vezes em comparação com 1,34 vezes excluindo empréstimos depreciados com crédito adquirido).

Cumprindo com o modelo de retorno ao acionista


  • A empresa continuou a focar na otimização do balanço patrimonial com a venda de ativos não essenciais, tratamento de questões do legado, reduzindo a dívida e implementando sua estratégia focada no cliente enquanto se concentra em despesas para posicionar a empresa para o crescimento a longo prazo.
  • O valor patrimonial tangível da ação2 aumentou para US$ 13.22 no terceiro trimestre de 2011 em comparação com US$ 12.91 no terceiro trimestre de 2010 e US$ 12.65 no segundo trimestre de 2011. O valor patrimonial da ação foi de US$ 20,80 no terceiro trimestre de 2011 em comparação com US$ 21,17 no terceiro trimestre de 2010 e US$ 20,29 no segundo trimestre de 2011.

Continuidade no tratamento de questões do legado


  • Desde o início de 2008, o Bank of America e o legado da Countrywide concluíram praticamente 961.000 modificações de empréstimos com os clientes. Durante o terceiro trimestre de 2011, mais de 52.000 modificações de empréstimos foram concluídas, em comparação com 69.000 no segundo trimestre de 2011 e 50.000 no terceiro trimestre de 2010.
  • Durante o trimestre o Bank of America implementou com sucesso a implantação de um único ponto de contato no negócio de gerenciamento padrão. Mais de 6.500 funcionários foram agora treinados e posicionados nessas funções de gerenciamento da relação com o cliente.

1 Base equivalente totalmente tributável (FTE) é um indicador não-GAAP. Para saber sobre a conciliação com os indicadores GAAP, consulte as páginas 25-27 deste comunicado. Receita total, líquida de despesas com juros, em base GAAP foi de US$ 28.5 bilhões nos três meses encerrados no dia 30 de setembro de 2011.


2 Coeficiente de patrimônio comum tangível e valor patrimonial tangível por ação ordinária são medidas não-GAAP. Outras empresas podem definir ou calcular esses indicadores de outra maneira. Para saber sobre a conciliação com os indicadores GAAP, consulte as páginas 25-27 deste comunicado.


Resultados por segmento de negócios
Depósitos
Três meses encerrados em
(dólares em milhões)30 de setembro de
2011


30 de junho de
2011


30 de setembro de
2010



Receita total, líquida de despesas de juros, base equivalente totalmente tributável1


$3.119$3.301$3.146
Provisão para perdas de crédito523162
Despesa não decorrente de juros2.6272.6092.774
Receita líquida$276$424$198
Retorno sobre o patrimônio médio4,61%7,20%3,23%
Retorno sobre o capital econômico médio118,78%29,98%12,40%
Média de depósitos$422.331$426.684$411.117

Em 30 de setembro de


2011



Em 30 de junho de


2011



Em 30 de setembro de


2010


Ativos de corretagem de clientes
$


61.918
$


69.000
$


59.984

1 Base equivalente totalmente tributável (FTE) e retorno sobre capital econômico médio são medidas não-GAAP. Outras empresas podem definir ou calcular esses indicadores de outra maneira. Para saber sobre a conciliação com os indicadores GAAP, consulte as páginas 25-27 deste comunicado.



Destaques dos negócios


  • Os saldos médios de depósitos aumentaram US$ 11.2 bilhões em comparação com o trimestre do ano anterior, impulsionados pelo crescimento em produtos líquidos em um ambiente com taxa baixa.
  • O custo por dólar dos depósitos melhorou em 21 pontos de base alcançando 2,47% em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, destacando a eficiência e a vantagem competitiva continuadas da empresa em manter um canal de distribuição de baixo custo.

Visão financeira geral


Depósitos informaram uma receita líquida de US$ 276 milhões, US$ 78 milhões acima do trimestre do ano passado, principalmente devido a uma menor despesa não decorrente de juros, parcialmente compensada por uma receita inferior.


A receita de US$ 3.1 bilhões foi reduzida em US$ 27 milhões em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, impulsionada por menor receita não juros, refletindo o impacto de alterações nas taxas de saques a descoberto que foram totalmente implementadas durante o terceiro trimestre de 2010. A receita líquida de juros de US$ 2 bilhões foi relativamente sem alterações em comparação com o mesmo trimestre do ano passado, enquanto a despesa não decorrente de juros caiu US$ 147 milhões em comparação com o mesmo período do ano anterior, para US$ 2.6 bilhões devido a uma redução nas despesas operacionais.



Serviços de cartão1


Três meses encerrados em
(dólares em milhões)30 de setembro de
2011


30 de junho de
2011


30 de setembro de
2010


Receita total, líquida de despesas de juros, base equivalente totalmente tributável2$4.507$4.856$5.377
Provisão para perdas de crédito1.0373023.066
Despesa não decorrente de juros31.4581.53211.834
Receita (perda) líquida$1.264$1.939$(9.844)
Retorno sobre patrimônio médio22,36%34,31%n/m
Retorno sobre capital econômico médio249,31%74,83%16,63%
Empréstimos médios$123.547$127.344$141.092

Em 30 de setembro de


2011


Em 30 de junho de
2011



Em 30 de setembro de


2010


Empréstimos do final do período$122.223$125.140$138.492

1 Durante o terceiro trimestre de 2011, como resultado da decisão de sair do negócio de cartão ao consumidor internacional, o nome do segmento de negócios Serviços de cartão global mudou para Serviços de cartão. Os resultados do negócio de cartão ao consumidor internacional foram para Todos os outros e os períodos anteriores foram reclassificados.



2 Base equivalente totalmente tributável (FTE) e retorno sobre capital econômico médio são medidas não-GAAP. Outras empresas podem definir ou calcular esses indicadores de outra maneira. Para saber sobre a conciliação com os indicadores GAAP, consulte as páginas 25-27 deste comunicado.



3 Inclui um encargo de depreciação do fundo de comércio de US$ 10.4 bilhões no terceiro trimestre de 2010.


n/m = não significativo

Destaques dos negócios


  • O número de novas contas de cartão de crédito nos EUA cresceu em 17% no terceiro trimestre de 2011 em comparação com o segundo trimestre de 2011.
  • A qualidade de crédito continuou a melhorar com mais de 30 taxas de mora caindo pelo décimo trimestre consecutivo.

Visão financeira geral


Serviços de cartão informaram uma receita líquida de US$ 1.3 bilhões, em comparação a uma perda de US$ 9.8 bilhões no mesmo trimestre do ano anterior. A melhoria da receita líquida refletiu o impacto de um encargo de depreciação do fundo de comércio de US$ 10,4 bilhões no terceiro trimestre de 2010 e custos de crédito inferiores no período atual, parcialmente compensados por uma receita menor. Excluindo o encargo de depreciação, a receita líquida foi US$ 708 milhões superior à do terceiro trimestre de 2010.


A receita caiu 16% para US$ 4.5 bilhões em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, devido a uma redução na receita líquida de juros de empréstimos e rendimentos médios inferiores, bem como uma receita não decorrente de juros inferior. Empréstimos médios caíram US$ 17.5 bilhões em comparação com o mesmo período do ano anterior devido a pagamentos mais elevados, baixas, declínio continuado na carteira de produtos não essenciais e alienações.


Provisão para perdas de crédito reduziram de US$ 2 bilhões do mesmo período no ano passado para US$ 1 bilhão, refletindo a melhoria em mora e cobranças e menos falências como resultado do aprimoramento das condições econômicas e empréstimos médios inferiores. Excluindo os encargos de depreciação do fundo de comércio no terceiro trimestre de 2010, a despesa não decorrente de juros não apresentou variação em comparação com o mesmo período no ano passado.



Gestão de investimento e fortuna global


Três meses encerrados em
(dólares em milhões)30 de setembro de
2011


30 de junho de
2011


30 de setembro de
2010


Receita total, líquida de despesas de juros, base equivalente totalmente tributável1$4.230$4.490$3.898
Provisão para perdas de crédito16272127
Despesa não decorrente de juros3.5163.6313.345
Receita líquida$347$506$269
Retorno sobre o patrimônio médio7,72%11,54%5,91%
Retorno sobre o capital econômico médio119,66%29,97%15,84%
Empréstimos médios$102.785$102.200$99.103
Média de depósitos255.660255.219234.807
(em bilhões)
Em 30 de setembro de


2011



Em 30 de junho de


2011



Em 30 de setembro de


2010


Ativos sob gestão$616,9$661$611,5
Total de saldos de clientes22.063,32.2022.120,9

1 Base equivalente totalmente tributável (FTE) e retorno sobre capital econômico médio são medidas não-GAAP. Outras empresas podem definir ou calcular esses indicadores de outra maneira. Para saber sobre a conciliação com os indicadores GAAP, consulte as páginas 25-27 deste comunicado.



2 Total de saldos de clientes são definidos como ativos sob gestão, ativos em custódia, ativos de corretagem de clientes, depósitos de clientes e empréstimos.



Destaques dos negócios


  • As taxas de gestão de ativos alcançaram um recorde de US$ 1.56 bilhão no terceiro trimestre de 2011, aumentando 17% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, impulsionadas por níveis de mercado superiores e fluxos mais elevados de clientes em ativos realizáveis a longo prazo sob gestão.
  • Saldos médios de depósitos aumentaram 9% em comparação com o terceiro trimestre de 2010, alcançando US$ 255.7 bilhões e os saldos médios de empréstimos aumentaram 4%, para US$ 102.8 bilhões.

Visão financeira geral


A receita líquida do segmento de Gestão de investimento e fortuna global aumentou 29% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. A receita foi de US$ 4.2 bilhões, um aumento de 9%, impulsionado por taxas mais altas de gestão de ativos, receita líquida de juros e atividade de transação.


A provisão para perdas de crédito aumentou US$ 35 milhões em comparação com o mesmo período no ano passado, impulsionada pelo aumento dos custos associados com a carteira de hipotecas residenciais.


Despesas não decorrentes de juros aumentaram 5% em comparação com o mesmo período no ano passado para US$ 3.5 bilhões, principalmente devido a despesas orientadas por volume e custos de pessoal associados à construção continuada do negócio.



Serviços de bens imobiliários ao consumidor


Três meses encerrados em
(dólares em milhões)30 de setembro de
2011


30 de junho de
2011


30 de setembro de
2010


Receita total, líquida de despesas de juros, base equivalente totalmente tributável1$2.822$(11.315)$3.612
Provisão para perdas de crédito9181.5071.302
Despesa não decorrente de juros23.8528.6452.923
Prejuízo líquido$(1.137)$(14.519)$(392)
Empréstimos médios$120.079$121.683$127.712

Em 30 de setembro de


2011



Em 30 de junho de


2011



Em 30 de setembro de


2010


Empréstimos do final do período$119.823$121.553$127.700

1 Base equivalente totalmente tributável (FTE) é um indicador não-GAAP. Para saber sobre a conciliação com os indicadores GAAP, consulte as páginas 25-27 deste comunicado.



2 Inclui um encargo de depreciação do fundo de comércio de US$ 2.6 bilhões no segundo trimestre de 2011.



Destaques dos negócios


  • O banco financiou US$ 33.8 bilhões em empréstimos para habitação residencial e empréstimos garantidos por hipoteca durante o terceiro trimestre.
  • Anunciou planos para sair do canal de empréstimos hipotecários correspondente a empréstimos imobiliários e se concentrar inteiramente na distribuição a varejo de produtos e serviços hipotecários.

Visão financeira geral


O segmento de serviços de bens imobiliários ao consumidor informou um prejuízo líquido de US$ 1.1 bilhão em comparação a um prejuízo líquido de US$ 392 milhões no mesmo período em 2010. A receita caiu 22%, para US$ 2.8 bilhões. Despesas não decorrentes de juros aumentaram 32% para US$ 3.9 bilhões e a provisão para perdas de crédito caíram 29% para US$ 918 milhões.


O declínio na receita em comparação com o mesmo período no ano anterior foi impulsionado principalmente por uma redução na receita da produção essencial, menor receita de seguro devido à venda da Balboa Insurance durante o segundo trimestre de 2011 e uma queda na receita líquida de juros principalmente devido à alteração na composição dos ativos e passivos. A redução na receita na produção essencial foi devido a uma queda na origem de novos empréstimos causada principalmente pela menor demanda global do mercado e uma queda na participação de mercado nos canais de crédito correspondentes. Essas reduções foram parcialmente compensadas por resultados MSR melhorados, sem hedges, e uma queda na provisão para representações e garantias, inclusa na receita do negócio bancário de hipotecas.


A provisão para representações e garantias foi de US$ 278 milhões no terceiro trimestre de 2011, em comparação a US$ 872 milhões no terceiro trimestre de 2010 e US$ 14 bilhões no segundo trimestre de 2011.


A provisão para perdas de crédito diminuiu US$ 384 milhões em comparação com o mesmo período no ano passado para US$ 918 milhões, impulsionada principalmente pela melhoria das tendências de carteira, incluindo a carteira de garantia hipotecária depreciada com crédito adquirido da Countrywide.


O aumento em despesas não decorrentes de juros em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior foi principalmente devido a maior perda de despesas relacionadas à inadimplência e outras despesas de mitigação de perdas, custos de concessões e avaliações relacionados com hipotecas, incluindo custos relacionados com atrasos em execuções e outros custos decorrentes que a empresa não espera recuperar, bem como uma maior despesa com litígios. Esses aumentos foram parcialmente compensados por menores despesas com seguro e uma queda nas despesas de produção devido aos menores volumes de origem.



Segmento bancário comercial global


Três meses encerrados em
(dólares em milhões)30 de setembro de
2011


30 de junho de
2011


30 de setembro de
2010


Receita total, líquida de despesas de juros, base equivalente totalmente tributável1$2.533$2.811$2.633
Provisão para perdas de crédito(150)(417)556
Despesa não decorrente de juros1.0181.0691.061
Receita líquida$1.050$1.381$644
Retorno sobre o patrimônio médio10,22%13,67%5,95%
Retorno sobre o capital econômico médio120,78%27,95%11,52%
Empréstimos e arrendamentos médios$188.037$189.347$199.320
Média de depósitos173.837166.481148.605

1 Base equivalente totalmente tributável (FTE) e retorno sobre o capital econômico médio são medidas não-GAAP.  Outras empresas podem definir ou calcular esses indicadores de outra maneira. Para saber sobre a conciliação com os indicadores GAAP, consulte as páginas 25-27 deste comunicado.



Destaques dos negócios


  • Indicadores de qualidade de crédito continuaram a melhorar à medida que os ativos com desempenho negativo caíram US$ 2.8 bilhões, ou 30%, e o total de empréstimos desaprovados reserváveis caiu em US$ 13.5 bilhões, ou 37%, em relação ao mesmo trimestre do ano passado.
  • Empréstimos médios comerciais e industriais cresceram US$ 3.8 bilhões, ou 4%, em comparação com o mesmo período no ano passado impulsionados por clientes de mercado de nível médio.

Visão financeira geral


O segmento bancário comercial global informou uma receita líquida de US$ 1.1 bilhão, um aumento de US$ 406 milhões em comparação com o mesmo período no ano passado, devido a custos de crédito inferiores de melhor qualidade de ativos. A receita foi de US$ 2.5 bilhões, 4% a menos do que no mesmo trimestre do ano anterior, devido a saldos inferiores de empréstimos e rendimentos menores. Despesas não decorrentes de juros foram US$ 1 bilhão, 4% a menos do que no mesmo trimestre do ano anterior apesar do aumento em custos FDIC, devido a maiores saldos de depósitos à medida que o negócio gerenciava os custos rigorosamente.


A provisão para perdas de crédito reduziu US$ 706 milhões em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior, obtendo um benefício de US$ 150 milhões. A redução foi impulsionada pela melhoria geral das condições econômicas em combinação com uma taxa acelerada de resoluções de empréstimos na carteira de bens imobiliários comerciais.


Os saldos médios de depósitos continuaram a crescer, aumentando em US$ 25,2 bilhões em relação ao mesmo trimestre do ano passado, à medida que os clientes continuaram a manter níveis mais elevados de liquidez. Os saldos médios de empréstimos comerciais e industriais continuaram a mostrar um crescimento moderado, aumentando 4% em comparação com o mesmo período no ano passado. No entanto, o total de empréstimos e arrendamentos médios reduziu US$ 11,3 bilhões, principalmente devido às reduções nos empréstimos imobiliários comerciais.



Mercados e serviço bancário global


Três meses encerrados em
(dólares em milhões)30 de setembro de
2011


30 de junho de
2011


30 de setembro de
2010


Receita total, líquida de despesas de juros, base equivalente totalmente tributável1$5.222$6.792$7.073
Provisão para perdas de crédito15(82)(157)
Despesa não decorrente de juros4.4804.7084.311
Receita (perda) líquida$(302)$1.559$1.468
Retorno sobre o patrimônio médion/m16,69%11,61%
Retorno sobre o capital econômico médio1n/m23,23%14,57%
Total da média dos ativos$748.289$748.964$743.264
Total da média de depósitos121.389116.89996.040

1 Base equivalente totalmente tributável (FTE) e retorno sobre capital econômico médio são medidas não-GAAP. Outras empresas podem definir ou calcular esses indicadores de outra maneira. Para saber sobre a conciliação com os indicadores GAAP, consulte as páginas 25-27 deste comunicado.


n/m = não significativo

Destaques dos negócios


  • Saldos de empréstimo e arrendamento médios e os saldos médios de depósitos no setor de mercados e serviço bancário global aumentaram 22% e 26%, respectivamente, em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, principalmente devido ao forte crescimento nas carteiras internacionais e nacionais.
  • Bank of America Merrill Lynch (BAML) ficou em segundo lugar globalmente em taxas líquidas de serviços de banco de investimento no terceiro trimestre de 2011 com uma participação de mercado de 6,8% conforme informado pela Dealogic.

Visão financeira geral


Mercados e serviço bancário global informou um prejuízo líquido de US$ 302 milhões, inferior à receita líquida de US$ 1,5 bilhão no mesmo trimestre do ano passado. A receita antes dos impostos foi de US$ 727 milhões, inferior aos US$ 2,9 bilhões um ano atrás. As receitas caíram 26% para US$ 5.2 bilhões, principalmente devido à queda nas vendas e receitas de comercialização e taxas de serviços de banco de investimento. Despesas com impostos no período mais recente incluíram um encargo de US$ 774 milhões relacionado com a alteração da alíquota de imposto no Reino Unido promulgada durante o trimestre, que reduziu o valor contábil dos ativos fiscais diferidos.


Despesas não decorrentes de juros de US$ 4.5 bilhões ficaram relativamente estáveis em comparação com o mesmo período do ano passado.


Provisão para perdas de crédito foi de US$ 15 milhões contra um benefício de US$ 157 milhões no ano passado, devido a maiores liberações de reserva no mesmo período do ano anterior, juntamente com o crescimento dos empréstimos e uma taxa mais desacelerada de melhoria na carteira de crédito corporativo no período atual".


A receita de vendas e comercialização foi de US$ 2.8 bilhões, uma redução de 37% em comparação com o terceiro trimestre de 2010. O período atual inclui ganhos DVA de US$ 1.7 bilhão em comparação a perdas de US$ 34 milhões no terceiro trimestre de 2010, à medida que as margens de crédito da empresa ampliaram ao longo do trimestre.


Receitas de vendas e comercialização, renda fixa, câmbio e commodities, excluindo ganhos DVA, foram de US$ 314 milhões, uma redução de US$ 3.2 bilhões em relação ao mesmo trimestre do ano passado, devido à menor atividade de clientes e às condições adversas do mercado. Receitas de vendas e comercialização de ações, excluindo ganhos DVA, foram de US$ 757 milhões, uma redução de US$ 201 milhões principalmente devido à menor receita de comercialização em derivativos sobre ações.


Taxas de serviços de banco de investimento em toda a empresa, incluindo transações próprias, caíram para US$ 1.1 bilhão de US$ 1.4 bilhão no terceiro trimestre de 2010, principalmente devido ao enfraquecimento dos mercados em termos de emissão de ações e títulos de dívida. O total de taxas de serviços de banco de investimento, excluindo as transações próprias, caiu 31% em comparação com o mesmo período do ano passado, com 24% das taxas de serviços de banco de investimento originando fora os EUA, em comparação a 14% no mesmo período do ano passado.


Receitas de serviços bancários corporativos de US$ 1,4 bilhão permaneceram fortes em um ambiente com uma baixa taxa de juros à medida que empréstimos e arrendamentos médios aumentaram 25% em relação ao mesmo período do ano passado, para US$ 101,3 bilhões, devido ao crescimento em empréstimos comerciais nacionais e internacionais e financiamento de operações comerciais internacional. A média de depósitos no segmento de serviços bancários corporativos aumentou 28%, para US$ 114,1 bilhões em comparação com o terceiro trimestre de 2010 à medida que os saldos continuaram a crescer devido ao excesso de liquidez e contenção de gastos entre os clientes e opções limitadas de alternativas de investimento.



Todos os outros1


Três meses encerrados em
(dólares em milhões)30 de setembro de
2011


30 de junho de
2011


30 de setembro de
2010


Receita total, líquida de despesas de juros, base equivalente totalmente tributável1$6.269$2.548$1.243
Provisão para perdas de crédito$1.373$1.842$440
Despesa não decorrente de juros662662968
Receita (perda) líquida$4.734$(116)$358
Empréstimos médios$286.753$287.840$268.056

1 "Todos os outros" é composto principalmente por investimentos de capital, carteira de hipotecas residenciais associadas com atividades ALM, impacto residual do processo de alocação de custos, encargos de fusões e reestruturação, eliminações de segmentos intermediários, ajustes de valor justo relacionados a passivos estruturados e os resultados de alguns financiamentos ao consumidor, negócios de gestão de investimento e empréstimos comerciais que estão sendo liquidados. Durante o terceiro trimestre de 2011, como resultado da decisão de sair do negócio de cartão ao consumidor internacional, os resultados do negócio de cartão ao consumidor internacional foram para Todos os outros e os períodos anteriores foram reclassificados. Base equivalente totalmente tributável (FTE) é um indicador não-GAAP. Para saber sobre a conciliação com os indicadores GAAP, consulte as páginas 25-27 deste comunicado.



"Todos os outros" informaram uma receita líquida de US$ 4,7 bilhões em comparação à receita líquida de US$ 358 milhões um ano atrás, devido à maior receita parcialmente compensada pela maior provisão para perdas de crédito. A receita aumentou US$ 5 bilhões devido, principalmente, a ajustes de valor justo positivos de US$ 4.5 bilhões referentes a passivos estruturados como resultado da ampliação das margens de crédito da empresa, em comparação a ajustes de valor justo negativos de US$ 190 milhões no mesmo período do ano passado. Além disso, o mesmo período do ano passado incluiu US$ 592 milhões para uma reserva relacionada a reivindicações de seguro de proteção a pagamentos no Reino Unido.


Além disso, a receita de investimento de capital foi US$ 1.1 bilhão maior do que o mesmo trimestre do ano passado, refletindo o ganho antes dos impostos sobre a venda de uma parcela de investimento da empresa no CCB, parcialmente compensada por perdas de investimento de capital. A redução nas despesas não decorrentes de juros foi devido a uma redução nos encargos de fusão e reestruturação, de menos US$ 245 milhões em comparação com o mesmo período do ano passado.


A provisão para perdas de crédito aumentou US$ 933 milhões alcançando US$ 1,4 bilhões, impulsionada principalmente por um ritmo mais desacelerado da melhoria na carteira de hipotecas residenciais. Além disso, as despesas para provisão na carteira de cartão de crédito fora dos EUA aumentou, devido ao ritmo em desaceleração da melhoria em perdas projetadas.


Visão corporativa geral
Terceiro trimestre 2011, Receita e Despesa
Três meses encerrados em
(dólares em milhões)30 de setembro de
2011


30 de junho de
2011


30 de setembro de
2010


Receita líquida de juros, base FTE1$10.739$11.493$12.717
Receita não decorrente de juros17.9631.99014.265
Receita total, líquida de despesas de juros, base FTE28.70213.48326.982
Despesa não decorrente de juros2$17.613$20.253$16.816
Encargos de depreciação do fundo de comércio$-$2.603$10.400
Receita (perda) líquida$6.232$(8.826)$(7.299)

1 Base equivalente totalmente tributável (FTE) é uma medida não-GAAP. Para saber sobre a conciliação com os indicadores GAAP, consulte as páginas 25-27 deste comunicado. Receita líquida de juros em base GAAP foi de US$ 10.5 bilhões, US$ 11.2 bilhões e US$ 12.4 bilhões nos três meses encerrados no dia 30 de setembro de 2011, 30 de junho de 2011 e 30 de setembro de 2010. Receita total, líquida de despesas de juros em base GAAP foi de US$ 28.5 bilhões, US$ 13.2 bilhões e US$ 26.7 bilhões nos três meses encerrados no dia 30 de setembro de 2011, 30 de junho de 2011 e 30 de setembro de 2010.



2 Excluindo um encargo de depreciação do fundo de comércio de US$ 2.6 bilhões no segundo trimestre de 2011 e US$ 10.4 bilhões no terceiro trimestre de 2010.



A receita, líquida de despesas de juros, em base equivalente totalmente tributável (FTE) aumentou 6% em comparação com o terceiro trimestre de 2010, refletindo uma maior receita não decorrente de juros parcialmente compensada por uma melhor receita líquida de juros.


Receita líquida de juros em base FTE caiu 16% em relação ao ano anterior. O rendimento nominal líquido caiu 40 pontos de base em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, devido à ineficácia do hedge e à aceleração de amortização de prêmios sobre títulos devido a expectativas de pagamentos antecipados mais rápidos.


Receita não decorrente de juros aumentou US$ 3.7 bilhões em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior em grande parte devido a uma maior receita de outros produtos e receita de investimentos de capital, parcialmente compensada por menores lucros em contas de compra e venda. Outras receitas aumentaram devido aos ajustes de valor justo mencionado acima sobre passivos estruturados e a maior receita de investimento de capital do ganho sobre a venda das ações do CCB. Isso foi parcialmente compensado por prejuízos em investimentos principais globais e uma redução no valor contábil de um investimento estratégico. Lucros em contas de compra e venda foram menores devido às condições adversas do mercado durante todo o trimestre.


As despesas não decorrentes de juros reduziram US$ 9.6 bilhões, ou 35% em relação ao trimestre do ano passado, para US$ 17.6 bilhões, pois no mesmo trimestre do ano passado houve a inclusão de um encargo de depreciação do fundo de comércio de US$ 10.4 bilhões. Excluindo o encargo de depreciação do fundo de comércio, as despesas não decorrentes de juros aumentaram em US$ 797 milhões, refletindo o aumento dos custos com pessoal.


A despesa com impostos no terceiro trimestre de 2011 foi de US$ 1.2 bilhão, resultando em uma taxa de imposto efetivo de 16,15%. A taxa de imposto efetivo no terceiro trimestre de 2011 incluiu, entre outros itens, uma parcela acima do normal de itens de preferência fiscal recorrentes (como receita com isenção fiscal) amplamente compensados pelo encargo fiscal de US$ 782 milhões relativo à alteração da alíquota de imposto corporativo no Reino Unido, bem como benefícios fiscais de aproximadamente US$ 1.1 bilhão referentes a perdas de capital realizável, como resultado da venda da CCB.


A seguinte lista contém itens selecionados que afetaram os resultados financeiros do terceiro trimestre de 2011.


Itens selecionados1 no terceiro trimestre de 2011
(dólares em bilhões)

Receita antes dos impostos, base FTE2


$7,7
Ajuste de valor justo sobre passivos estruturados$4,5
Ganho sobre venda parcial do China Construction Bank3,6
Ajuste da avaliação de débito sobre passivos de comercialização1,7
Ganhos sobre a venda de títulos de dívida0,7
Provisão para representações e garantias(0,3)
Alienações de cartão internacional(0,3)
Custos de avaliações e concessões(0,4)
Amortização de prêmio acelerada de receita líquida de juros(0,4)
Despesas de litígios relacionados a hipotecas(0,5)
Ineficácia do hedge de ativos de receita líquida de juros(0,6)
Alteração na alíquota de imposto no Reino Unido(0,8)

Investimentos de capital (excluindo a venda do CCB)


(2,2)

1Todos os itens são antes dos impostos, exceto a alteração na alíquota de imposto do Reino Unido.



2 Base equivalente totalmente tributável (FTE) é um indicador não-GAAP. Para saber sobre a conciliação com os indicadores GAAP, consulte as páginas 25-27 deste comunicado



Terceiro trimestre 2011, Qualidade de crédito


Três meses encerrados em

(dólares em milhões)


30 de setembro de
2011


30 de junho de
2011


30 de setembro de
2010


Provisão para perdas de crédito$3.407$3.255$5.396
Baixas líquidas5.0865.6657.197
Coeficiente de baixas líquidas12,17%2,44%3,07%

Em 30 de setembro de


2011


Em 30 de junho de
2011



Em 30 de setembro de


2010


Empréstimos, arrendamentos e propriedades executadas com desempenho negativo$29.059$30.058$34.556
Coeficiente de empréstimos, arrendamentos e propriedades executadas com desempenho negativo23,15%3,22%3,71%
Provisão para perdas de empréstimos e arrendamentos$35.082$37.312$43.581
Coeficiente de provisão para perdas de empréstimos e arrendamentos33,81%4%4,69%

1 Os coeficientes de perda/baixa líquida são calculados como baixas líquidas anualizadas divididas por empréstimos e arrendamentos médios em aberto durante o período.



2 Os coeficientes de empréstimos, arrendamentos e propriedades executadas com desempenho negativo são calculados como empréstimos, arrendamentos e propriedades executadas com desempenho negativo divididos por empréstimos, arrendamentos e propriedades executadas em aberto no final do período.



3 Os coeficientes de provisão para perdas de empréstimos e arrendamento são calculados como perdas de empréstimos e arrendamento divididos por empréstimos e arrendamentos em aberto no final do período.


Nota: Os coeficientes não incluem empréstimos contabilizados de acordo com a opção por valor justo.

Qualidade de crédito melhorada no terceiro trimestre, com baixas líquidas declinando na maioria das carteiras em comparação com o terceiro trimestre de 2010. Provisão para perdas de crédito também foram reduzidas consideravelmente em comparação com o mesmo período no ano passado. Além disso, mais de 30 empréstimos inadimplentes com desempenho positivo, excluindo os empréstimos garantidos pela Federal Housing Administration e acordos "stand-by" a longo prazo, caíram em todas as carteiras, e os saldos desaprovados reserváveis também continuaram a cair, reduzindo em 35% em comparação com o mesmo período do ano passado.


As baixas líquidas diminuíram US$ 2.1 bilhões em comparação com o terceiro trimestre de 2010, refletindo uma melhora na maioria das carteiras comercial e de consumidor. A queda foi impulsionada principalmente por menos empréstimos inadimplentes, melhores índices de cobrança, e menos pedidos de falências em toda a carteira de empréstimo de Serviços de cartão, bem como menores perdas na carteira de garantia hipotecária, impulsionadas por menos empréstimos inadimplentes.


A provisão para perdas de crédito caiu para US$ 3.4 bilhões de 5.4 bilhões há um ano e incluiu reduções na reserva de US$ 1.7 bilhão principalmente pela melhoria nas inadimplências, cobranças e falências projetadas nas carteiras de Serviços de cartão e pela melhoria nas condições econômicas que afetam a carteira comercial essencial, conforme evidenciado pela queda continuada nos saldos com desempenho negativo e desaprovados reserváveis.


O coeficiente da provisão para perdas de empréstimos e arrendamentos para cobertura de baixas líquidas anualizadas aumentou no terceiro trimestre para 1,74 vezes, em comparação com 1,64 vezes no segundo trimestre de 2011 e 1,53 vezes no terceiro trimestre de 2010. Excluindo empréstimos depreciados com crédito adquirido, o coeficiente da provisão para cobertura de baixas líquidas anualizadas foi de 1,33, 1,28 e 1,34 com relação aos mesmos períodos, respectivamente.


Créditos, arrendamentos e propriedades executadas de liquidação duvidosa foram US$ 29,1 bilhões em 30 de setembro de 2011, menos que US$ 30,1 bilhões em 30 de junho de 2011, e US$ 34,6 bilhões em 30 de setembro de 2010.



Gestão de capital e liquidez


(os valores são expressos em milhões de dólares, exceto nos dados por ação)
Em 30 de setembro de


2011



Em 30 de junho de


2011



Em 30 de setembro de


2010


Patrimônio líquido total$230.252$222.176$230.495
Coeficiente comum de Tier 18,65%8,23%8,45%
Coeficiente de capital de Tier 111,48%11%11,16%
Total de coeficiente de capital15,86%15,65%15,65%
Coeficiente de patrimônio comum tangível16,25%5,87%5,74%
Coeficiente de capital próprio comum9,50%9,09%