São Paulo - SP--(
DINO - 12 set, 2017) - De acordo com resultados apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil apresentou um crescimento de 4% na produção industrial em maio, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Já na comparação com abril, o avanço foi de 0,8%. Ainda de acordo com a entidade, vale destacar que o resultado positivo também se deve ao fato de que maio deste ano teve um dia útil a mais que o do ano passado. Dessa forma, o crescimento pode ser ligado ao fato da produção industrial avançar durante esse dia. O IBGE apontou que a produção de bens duráveis foi a que mais impactou neste resultado, a partir de um avanço de 20,7% frente a maio de 2016. Os bens de consumo cresceram 5% e os bens de capital cresceram 7,66%. Nesse contexto, é essencial destacar que, no mês de abril, o setor industrial voltou a mostrar expansão, dessa vez de 0,6%. Segundo o IBGE, três das quatro grandes categorias econômicas apontaram um avanço na produção. E, assim como maio, é essencial ressaltar que, no resultado desse mês, é possível identificar a clara influência do efeito-calendário, já que abril de 2017 teve dois dias úteis a menos do que igual mês do ano anterior. Além disso, a situação política do País também traz diversas influências para a produção industrial. Um representante do IBGE afirmou que qualquer tipo de incerteza, "seja no campo político ou econômico, traz reflexo para dentro das decisões de consumo e de investimento. Claro que isso pode trazer algum tipo de comportamento negativo para o ritmo de produção".Resultado de janeiro-maio O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ainda apontou que ? para o período de janeiro a maio de 2017 ? o acréscimo observado na produção do País alcançou dez das quinze regiões pesquisadas. Os destaques são os estados do Rio de Janeiro (4,6%), Santa Catarina (4,3%), Espírito Santo (3,4%) e Paraná (3,1%). Além disso, Minas Gerais (2,1%), Amazonas (1,9%), Rio Grande do Sul (1,9%), Goiás (1,5%), Pernambuco (1,3%) e Pará (0,2%) também fizeram parte do crescimento apresentado pela entidade. Os bens de capital voltados para o setor agrícola e para construção revelaram grandes resultados. Bens de dinamismo, como celulose, minérios de ferro, petróleo e derivados da extração de soja, bem como bens de consumo semi e não-duráveis, tais como vestuário e calçados, também se destacaram. Porém, o maior recuo foi registrado no estado da Bahia (-6,6%), principalmente gerado pelo mau desempenho de setores de metalurgia (barras, perfis e vergalhões de cobre e de ligas de cobre) e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (óleo diesel, naftas para petroquímica e gasolina automotiva). Vale ainda destacar que, no acumulado do ano, o segmento de carnes de bovinos foi um dos principais impactos negativos, com queda acumulada de 4,6% no ano. Nesse contexto, empresários do setor industrial devem estar atentos em aspectos que podem influenciar em suas produções. Os investimentos realizados com equipamentos e mão-de-obra, por exemplo, devem ser baseados em excelentes pesquisas de mercado.A
TOP Componentes é uma companhia que oferece os mais diversos equipamentos utilizados no ramo, como o acoplamento magnético, o atuador elétrico e também buchas e esteiras transportadoras.No geral, o acoplamento magnético é muito útil quando se deseja transmitir força e ao mesmo tempo evitar o atrito entre peças, que podem se desgastar e levar a quebras.