Releases 24/08/2017 - 19:39

Mudanças no perfil de compra da população: novas perspectivas sobre o comércio eletrônico e alerta para o varejo


Belo Horizonte--(DINO - 24 ago, 2017) - "Estupidez" foi a exata palavra que o "Oráculo" Warren Buffet, o investidor mais rico do mundo, usou para descrever o porquê de não ter investido na maior plataforma de e-commerce do planeta, a Amazon.

Neste ano, Buffet retirou 90% de seus investimentos do Wal-Mart - totalizando $900 Milhões - e declarou a "morte do varejo". Mesmo sendo uma afirmação forte, as previsões do "Oráculo" sobre a crise do comércio tradicional vem se concretizando.

"Lojistas fecham as portas em centros de compras da Grande BH"

"Comércio em crise: Reportagem percorre a Rua da Carioca e vê 1 loja fechada a cada 10 metros"

"Devido à crise, mais de 3 mil empresas fecharam as portas em Mato Grosso."

A recorrência desse tipo de notícia em diversos pontos do país prova que a previsão do "Oráculo" tem fundamento. Mesmo que lojas tradicionais ofereçam ao cliente o benefício de ter o produto em mãos antes de fazer a compra. Elas estão limitadas por barreiras estruturais. O que abrange: conta de água, conta de luz, produtos de limpeza, linha de telefone, impostos, aluguel, funcionários e provavelmente o maior de todos, o estoque.

Pagar as contas em dia, continuar competitivo e se manter atualizado, tem demonstrado ser uma tarefa árdua no nosso contexto atual. Onde os hábitos de consumo da população estão constantemente se alterando.

"Em BH, crise fecha 20 empresas por dia; baixas chegaram a 3 mil por mês em Minas"

Aquela velha história de ser dono do próprio negócio aparenta estar cada dia mais desafiadora dentro do modelo tradicional. Quem busca entrar, se frustra com a grande quantia de dinheiro necessária para investimentos iniciais. E quem entrou a algum tempo, foca em tentar esvaziar as prateleiras para conseguir pagar as contas.

Mas não se desanime. Por mais pessimista que o comércio tradicional pareça, ainda há uma esperança para quem busca construir algo no próprio nome. Já dizia o ditado: Quando uma porta se fecha, outra se abre.

Sim, as barreiras de entrada para o comércio tradicional estão cada dia mais desencorajadoras, porém, as do comércio eletrônico - o e-commerce - nunca estiveram tão baixas.

O e-commerce está vindo na mesma direção que as mudanças do mercado. E vem com o pé fundo no acelerador. Para se ter uma ideia, contrariando às expectativas de muitos, o criador da Amazon, Jeff Bezos, está próximo de passar Bill Gates na lista de pessoas mais ricas do mundo. - Fonte Forbes.

Está se transformando em senso comum que abrir uma loja online é uma proposta válida de negócios. Tanto que isso está representando a rota de muitos para a liberdade financeira.

Acredite ou não, mas no ano passado, o setor de varejo no e-commerce totalizou - no mundo todo - $1.86 trilhões de dólares. E a projeção é que cresça para $4.48 trilhões até 2021. - Dados Shopify.

Os avanços da tecnologia somado a acessibilidade que a globalização proporcionou, quando alinhada à mudança de hábito dos consumidores e a conveniência de efetuar compras por computadores e celulares, resulta em bilhões de pessoas usando o e-commerce todos os dias.

Mas se engana quem acredita que ele é o ticket para a vida mansa e vai trazer riquezas da noite para o dia. Se você busca retornos expressivos é necessário tratar ele como um negócio sério.

Porém é inegável que as baixas barreiras estruturais do e-commerce que resultam na falta de preocupação em ter que pagar contas de água, luz, limpeza, aluguel tornam esse modelo de negócio extremamente atrativo. Especialmente devido à possibilidade de dar o play sem investir 1 centavo em estoque torna essa estratégia perfeita para quem sempre quis ser o próprio patrão, mas não se sentia confortável em investir muito dinheiro.

Isso é tão comprovado que atualmente já existem coaches que se dedicam a ensinar outras pessoas como começar dentro desse modelo. A empresa Empreenda E-commerce por exemplo, do empresário Caio Ferreira, oferece um treinamento chamado Negócio em 21 Dias que ensina pessoas a criarem uma loja virtual a partir do zero em até 3 semanas.

A missão deles é transformar a vida das pessoas através do e-commerce. Disponibilizando estratégias passo-a-passo capazes de auxiliar qualquer tipo de pessoa - da mais iniciante à mais avançada - a construir a própria loja virtual.

Mesmo que muitos tenham vontade e planos de trabalhar pela internet, muitos hesitam por vários motivos.

A sugestão da empresa para quem pretende seguir por essa rota é investir em ferramentas e plataformas que auxiliam com automação e terceirização de tarefas. A internet está cheia de recursos e ferramentas - tanto grátis quanto pagas - para você tornar sua loja um empreendimento sustentável e bem-sucedido.

Mais especificamente, para pessoas que buscam esse modelo de loja para não ter que lidar com estoque, gerenciamento de produtos, embalamento e até transporte do mesmo, utilize o que é chamado de Envio Direto ao Cliente (EDC).

Normalmente é exatamente isso que mantém os proprietários presos em apenas um local ao invés de poder trabalhar em qualquer lugar do mundo.

Com o EDC, você simplesmente encontra um fornecedor e ele mesmo armazena o inventário que você precisa. Além de cuidar do gerenciamento do estoque e fazer o envio direto para os seus clientes.

Ele até mesmo envia o produto em seu nome, eliminando a aparência de um intermediário.

Em tempo real, a sequência de fatos ocorre da seguinte forma.

1 - Você recebe um pedido em sua loja.
2 - Você reporta suas ordens ao seu fornecedor usando a quantia que recebeu quando o cliente efetuou a compra em sua loja.
3 - Seu fornecedor toma conta da ordem. Processa, encontra, embala e envia o produto - e ainda adicionam um recibo no seu nome.

O Brasil ocupa o 10ª lugar do top 10 maiores mercados de e-commerce no mundo. Totalizando $19 bilhões em vendas online. E tudo isso ainda é considerado novidade aqui, imagine quando esse modelo de negócio se tornar popular. Segundo o Caio, criador do programa de treinamento Negócio em 21 Dias, "O mercado de varejo está prestes a passar por uma revolução nunca antes vista. Uma vez que a tendência dos lojistas é migrar para a internet, manter estoque se demonstra uma prática contra produtiva, a sacada será implementar métodos como o EDC". Aproveite para sair na frente e desbrave você também esse mercado.

Website: http://www.negocioem21dias.com.br/?utm_source=dino&utm_medium=release&utm_campaign=artigo1