Atibaia - SP--(
DINO - 31 jul, 2017) - No final do mês de junho, o CONVIAS (Departamento de Controle de Uso de Vias Públicas) da Prefeitura de São Paulo, durante o Encontro de Prevenção de Acidentes entre as concessionárias das vias públicas do município (Eletropaulo, Sabesp, Comgas, CET e algumas empresas de Telecom), divulgou a parceria entre o órgão e a Eletropaulo para o enterramento de 52 km de fiação na região central de São Paulo. Serão 117 ruas que passarão por revitalização com a retirada de postes e novos pavimentos de calçadas. As obras que devem começar agora no segundo semestre, serão realizadas com
método não destrutivo devido ao menor tempo de execução do projeto e maior facilidade para obtenção de autorizações municipais.
A opção por métodos não destrutivos em obras públicas tem se tornado cada vez mais comum, visto que esta tecnologia permite a execução de travessias e assentamento de tubulações sob ruas, avenidas, calçadas, rodovias, ferrovias, rios, lagos, brejos ou construções, sem a necessidade de se abrir valas. Para realização da obra é utilizado um equipamento denominado perfuratriz, capaz de perfurar e alargar caminhos subterrâneos para passagem de tubos, cabeamentos, etc. A
Perfuração Direcional permite também navegar por entre interferências no subsolo e em locais densamente povoados sem interferências, trata-se também de um processo "limpo" quando comparado a valas, que exige menor movimentação de máquinas e que não interfere na rotina das cidades, além de ser mais barato, já que a obra levará menos tempo. Este se torna o método ideal para a obra em questão, visto que a Prefeitura de São Paulo quer que a obra tenha o menor impacto em uma região movimentada da cidade e garanta a segurança de todos que circulam pela área.
Contratada para realizar as obras, a empresa
DRC Perfuração Direcional Ltda. , empresa especializada em Perfuração Direcional, afirma que se sente lisonjeada em participar de um projeto de revitalização que é de extrema importância para a cidade de São Paulo. "Somente empresas realmente qualificadas participam de projetos como estes, e nós somos uma dessas empresas. O método não destrutivo é a melhor opção neste caso, pois a obra precisa ser rápida, limpa e com mínima interferência nas vias para diminuir o custo social da execução. Esse fator sempre foi marginalizado e pouco avaliado no passado e agora é valorizado nas obras públicas e podemos colaborar com isto", explica Rogério Pagni, diretor da empresa.
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