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Broadcast :: Agência Estado | Releases

Releases 01/09/2011 - 16:12

Brasil pronto para um crescimento significativo em capacidade eóli


16:12 BRASIL PRONTO PARA UM CRESCIMENTO SIGNIFICATIVO EM CAPACIDADE EÓLICA - FALTA OS CUSTOS CAÍREM OU A EFICIÊNCIA AUMENTAR


Nos recentes leilões de contrato de energia do Brasil, geradores de energia eólica fazem propostas inferiores aos seus rivais de gás natural, mas desafios ainda estão por vir


SÃO PAULO E LONDRES--(BUSINESS WIRE)--1 de Setembro de 2011--A Bloomberg New Energy Finance publica em um novo relatório de pesquisa que o Brasil poderá se tornar em um dos mercados mundiais de grande crescimento para a energia eólica, mas apenas se a indústria reduzir drasticamente seus custos abaixo dos níveis atuais ou melhorar substancialmente o desempenho dos equipamentos.


A empresa de pesquisa de mercado concluiu que o país pode adicionar até 1,4GW em 2012 e 1,5GW em 2013, acima dos 392MW instalados em 2010. Porém, para que o setor cresça a essa taxa prevista pela indústria e os regulamentadores, seria necessário um desempenho excepcional das turbinas eólicas, uma redução significativa dos preços desses equipamentos, um acesso ao capital de menor custo ou alguma combinação desses fatores. Essas são as conclusões de uma nova nota de pesquisa da Bloomberg New Energy Finance intitulada "Brazil's 2011 tenders: low prices, high risks".


O Brasil realizou, recentemente, dois leilões de energia (de preço reverso) e concordou em assinar contratos de um pouco mais de 1,9 GW com as geradoras de energia eólica. Os contratos foram firmados com base nos projetos que poderiam fornecer energia ao menor custo. As eólicas chamaram atenção ao propor, pela primeira vez, preços inferiores aos propostos pelos geradores de energia a partir de gás natural. O preço médio da energia eólica foi de US$ 62/MWh, enquanto que o do gás natural foi de US$ 65/MWh. Essas são as tarifas mais baixas oferecidas por geradores eólicos no mercado global, e inferior aos preços no mercado atacadista de energia nos países latinoamericanos.


Esses resultados foram aclamados tanto pelos fornecedores de energia local quanto pelos defensores internacionais de energia eólica, demonstrando a viabilidade econômica de gerar energia com zero emissões. Mas, agora que os projetos foram requisitados para tais contratos, a responsabilidade recai sobre as empresaspara venderem a sua energia a esses preços sobre os quais eles já concordaram. Isso significa que a geração de energia será a um custo ainda menor,para poder garantir uma margem de retorno para osinvestidores.


Para alcançar esse retorno, quase a metade desses projetos novos terão que operar com uma eficiência consideravelmente alta ou custos menores dos que têm sido visto em outras partes do mundo, de acordo com Eduardo Tabbush, analista de energia eólica da Bloomberg New Energy Finance.


"De muitas maneiras, o verdadeiro desafio para os desenvolvedores de projeto e para os fornecedores de equipamentos brasileiros ainda está por vir", disse Tabbush. "Essas propostas extremamente baixas estabeleceram um parâmetro muito alto. Agora, isso deve ser resolvido através da obtenção de um desempenho excepcional das turbinas eólicas, ou através do fornecimento de equipamentos e capital, de uma forma muito mais rentável do que vimos até agora."


A Bloomberg New Energy Finance concluiu que até 40% da nova capacidade potencial, em megawatt, contratada nos leilões, resultaria em retorno de capital inferior a 10% para os investidores desses projetos. Isso reduz a probabilidade dos projetos serem financiados ou desenvolvidos.


Para que esses projetos sejam viáveis pelos padrões atuais, os custos da turbina devem reduzir por volta de 15% no Brasil (US$ 1,2m/MW), ou 10% abaixo da média global atual. Isso faz com que as turbinas eólicas chinesas de menor preço possam participar no mercado brasileiro pela primeira vez, embora nenhum dos desenvolvedores anunciaram contratos de compra de equipamentos chineses.


Nos últimos anos, o Brasil tem realizado leilões reversos que permitiram a participação de projetos de energia limpa. Embora alguns desses projetos já estão operando, o destino de muitos outros ainda não foi determinado.


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