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DINO - 25 set, 2017) - Hospitais e clínicas produzem, diariamente, um grande volume de prontuários em papel, que necessita de muito espaço para armazenamento e tem difícil localização no momento em que se precisa. Ao mesmo tempo, de acordo com a Resolução nº 1.821/07 do Conselho Federal de Medicina, os documentos físicos devem ser mantidos por um mínimo de 20 anos, a menos que sejam digitalizados. Por isso, as unidades de saúde têm investido em soluções como a Gestão Eletrônica de Documentos (GED), uma alternativa que economiza tempo e espaço, pois digitaliza, trata e armazena cada prontuário. Além disso, permite o acesso remoto do material e torna a procura por um arquivo instantânea, agilizando um processo que levaria horas para segundos. No setor de Radiologia, as impressões de exames podem ser evitadas com o uso do PACS, sigla em inglês para Sistema de Arquivamento e Distribuição de Imagens. O software implementa um fluxo para imprimir apenas os que forem estritamente necessários.Há ainda uma alternativa sustentável, que é a reprodução em papel em substituição aos filmes radiológicos ? para fins de documentação e não para laudos. Esse recurso reduz drasticamente custos operacionais com a montagem de câmaras escuras e com a destinação correta dos resíduos, por exemplo. O outsourcing de impressão e digitalização é uma tendência no segmento de saúde e pode beneficiar tanto pequenas clínicas quanto hospitais de grande porte, justamente por oferecer soluções que automatizam e simplificam processos, aprimoram a infraestrutura e, sobretudo, reduzem gastos. Tudo isso com um investimento acessível.*Rodrigo Reis é diretor comercial e sócio da Reis Office, empresa líder em soluções completas para impressão, digitalização, transmissão e armazenamento de documentos