Releases 10/10/2017 - 13:51

Consultoria Ricci RH após estudo sobre emprego já projeta 2018 com aumento de postos de trabalho e apesar de lento, consecutivo até 2021


Rio de Janeiro--(DINO - 10 out, 2017) - Em 2017 o desemprego no Brasil chegou ao fundo do poço, trabalhadores já deixavam de buscar emprego e começavam a buscar alternativas de sobrevivência na informalidade, já não tinham mais esperanças de uma recolocação profissional, era comum encontrar com executivos a um ano ou mais fora do mercado pois não haviam até então vagas de emprego para estes a as poucas que haviam eram disputadas por centenas de pessoas altamente qualificadas e que já aceitavam ordenados muito a quem de seus últimos salários a fim de conquistar pelo menos o pão de cada dia, o emprego formal já não era algo tão comum e crescia o número de postos de trabalho informais, tais informações são sustentadas por analises paralelas como o estudo do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO) e do Ibre/FGV, passando a informalidade ou como alguns chamam "economia subterrânea" fechar ano passado com 16,2% do PIB e este ano deve ser medida ainda a maior.

Uma única boa notícia podia se esperar, quando estamos no fundo do poço dificilmente as coisas podem piorar, e o Brasil é um país resiliente e com poder de se levantar brilhante, já é perceptível para quem trabalha assessoria de carreira e apoio a recolocação profissional de desempregados que as empresas não estão mais com a força que estavam demitindo seus funcionários, o número de demissões já está baixando e só ainda não é tão visível ao trabalhador pois existe o efeito do aumento da força de trabalho que nada mais é do que a competição dos novos entrantes no mercado de trabalho para concorrer com os que nele já atuavam, gerando ainda uma sensação de que nada mudou, além disso como a retomada da economia ainda é algo que está engatinhando as empresas tendem a usar a sua mão de obra atual e já contratada no limite de seus esforços pagando horas extras até de fato terem a segurança necessária para a criação de novos postos de trabalho, essa confiança do empresariado não se adquire do dia para a noite.

Esse período de crise por emprego serviu ao menos para uma coisa, semear na mente do trabalhador brasileiro que este deve estar preparado tecnicamente e também deve manter sua empregabilidade em alta para destacar-se em momentos onde forem poucas as oportunidades, empresas especializadas em gerir a carreira de profissionais e que antes atendiam apenas executivos, gerentes e diretores hoje já são procuradas também por analistas, coordenadores e outros perfis assemelhados, Claudio Riccioppo um dos mais renomados executivos de RH do Brasil faz um alerta: "Empregabilidade é uma coisa que se constrói, muitas pessoas querem o caminho mais fácil que é comprar uma alta empregabilidade e isso não está a venda no mercado, empresas que dão orientação técnica e apoio a recolocação profissional não fazem milagres, apesar de potencializarem por demais as chances precisam de tempo, o que pouca gente está disposta a investir".

O desafio para o mercado agora, é absorver todos aqueles que foram demitidos e que para sobreviver buscaram alternativas profissionais fora de seu perfil, e também os que muito tempo ficaram fora do mercado, que também podem estar de certa forma desatualizados, como estará a empregabilidade destes tantos profissionais neste momento? Será que estarão prontos de fato para andar realmente pra frente nos próximos 4 anos? Postos executivos voltam a serem criados e começam a buscar aqueles que a um bom tempo se mantiveram fora do mercado pela carência de vagas para alta administração, é hora de muita atualização e "aquecer as turbinas" torcendo para que as projeções se concretizem.

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