São Paulo, SP--(
DINO - 20 jul, 2017) - No Brasil o clima é caótico: da suspensão de emissão de passaportes pela Polícia Federal (por mais de 15 dias), 87% de desaprovação do presidente Michel Temer, segundo pesquisa Pulso Brasil do Instituto Ipsos, além de aumento do desemprego, que já atinge mais de 14 milhões de pessoas. Dados da Receita Federal apontam um aumento do êxodo. Entre 2014 e 2016, mais de 55 mil Declarações de Saída Definitiva do País foram entregues, um crescimento de 81,61% na comparação com o triênio anterior. Mas essas pessoas estão investindo nos Estados Unidos mesmo com a alta do dólar? A resposta é sim. Segundo o Consulado Americano em São Paulo, aportes de brasileiros nos Estados Unidos aumentaram 89% nos últimos cinco anos. Os empreendedores estão se mudando, junto com o negócio. Uma forma legal e rápida para isso é aplicar para o visto de investimento L-1. Na consultoria Loyalty Miami que cuida de investimentos, implantação e gestão de negócios, foram 86 pedidos em 2016, que representaram um montante de negócios em torno de 30 milhões de dólares.
"Tivemos um aumento de cerca de 40% nas solicitações de vistos L-1 no ano passado. Os empresários que nos procuram querem expandir seus negócios internacionalmente e ter uma receita em dólar, o que é um grande diferencial para a empresa em um cenário de crise", conta Daniel Toledo, advogado especialista em direito migratório e sócio da Loyalty Miami. Para aplicar no visto L-1 é necessário manter a empresa brasileira e criar uma filial, subsidiária ou coligada nos Estados Unidos que pode ser de segmento diferente. "Além de criar oportunidades, o executivo recebe visto para ele, seu cônjuge e seus filhos de até 21 anos", explica Daniel.
Algumas empresas buscam o mesmo segmento de atuação, outras mudam totalmente. A Fortcar, empresa de Pernambuco que fabrica e reforma carrinhos de supermercado, decidiu expandir o negócio e criou a Denaro United, empresa de flipping que compra, reforma e revende casas e fatura até 70 mil dólares por mês. O executivo transferido que cuida da empreitada americana é Hélio Lupifieri que decidiu se mudar com a esposa e seus dois filhos há um ano e meio em busca de mais segurança. O negócio da Denaro é simples: comprar casas na região de Miami por 80 mil dólares, investir cerca de 30 mil dólares na reforma (que leva até 40 dias) e revender o imóvel por 150 mil dólares em 3 meses, em média.
Já Leandro Aluizio, gerente de vendas (Brasil e América Latina) da Tecnolock, especializada no ramo de box para banheiros e acessórios para vidros, abriu, há um ano, a filial LA Legacy Americas em Miami. Atualmente a subsidiária americana revende produtos da matriz brasileira. "Faremos isso até encontrar fornecedores e parceiros locais com o mesmo nível de qualidade. Faturamos em torno de 28 mil dólares por mês neste primeiro ano", conta Leandro. Após a Loyalty Miami conseguir o visto L-1, ele se mudou com a esposa e tornou-se sócio da empresa americana.
E, diferentemente de outros vistos, o governo Trump não pretende, até o momento, mudar as regras para o visto L1, pois ele traz a necessidade da empresa brasileira, que dá um alicerce, uma chancela para a empresa americana. Para ser aprovado, no entanto, Daniel dá algumas dicas: é importante que o executivo seja um gestor na companhia e tenha função administrativa, além de demonstrar capacidade de gestão e administração do negócio. Daniel indica que um número razoável é ter um faturamento de 80 a 100 mil reais por mês. Após a qualificação da empresa brasileira é preciso fazer a transferência do executivo para a empresa dos EUA.
Vale reforçar ainda que o negócio sustenta o visto, portanto é importante ter um business plan bem estruturado. Se o visto for aprovado, ele tem validade de um ano e após esse período é necessário fazer a prestação de contas. Caso tudo seja cumprido, o visto é renovado por mais dois anos e a empresa brasileira é fundamental para manter esse visto. Confira outras dicas de Daniel Toledo aqui:
https://www.youtube.com/watch?v=psvx-hqFvhQSobre a Loyalty Miami
Há mais de 15 anos, a Loyalty Miami oferece um serviço completo de investimentos, implantação e gestão de negócios nos Estados Unidos ou em outros países. Com profissionais especializados em diferentes áreas como direito, contabilidade, economia e administração, a empresa tem em seu portfólio projetos próprios de investimento, como condomínios residenciais (três executados, já entregues e 100% vendidos), Sports Centers (dois já em construção com investimento próprio); além de cotas em projetos de terceiros, como Paramount Towers Miami e Canopy by Hilton, que dão direito a aplicação em vistos EB-5. A empresa também tem amplo conhecimento para auxiliar investidores a aplicar em projetos de visto como L-1 e E-2.
Com escritórios em Miami, Fort Lauderdale, Nova York e Rio de Janeiro, a empresa conta com uma equipe bilíngue para representar brasileiros e americanos. Outras informações disponíveis em:
www.loyalty.miami. À frente da empresa está o brasileiro Daniel Toledo, advogado especializado em direito de imigração e sócio-diretor da Loyalty Miami.
Sobre Daniel Toledo
Paulistano, Daniel Toledo tem 42 anos e forte presença no YouTube onde conquista sua audiência por meio de vídeos descontraídos, explicativos e diretos com exemplos de oportunidades de investimentos nos Estados Unidos. Graduado em direito pela Universidade Paulista, o brasileiro Daniel Toledo possui especialização em International Business and Global Law pelo Eckerd College ? St Petersburg e em tributação no mercado financeiro, pela FGV (Fundação Getulio Vargas). Possui ainda LLM (Legal Law Master) em mercado Financeiro e de Capitais pelo IBMEC e LLM em Health Law pela Southern University of Illinois. Fez doutorado em Direito Constitucional pela UNITA e em seu currículo figuram ainda diversos cursos promovidos pela OAB e CAASP (Caixa de Assistência dos Advogados de São Paulo), voltados para direito comercial e societário.
Website:
http://www.loyalty.miami