Belo Horizonte - Mg--(
DINO - 20 out, 2016) - A grande promessa dos softwares médicos é um dia a dia mais prático e produtivo no consultório.
Para quem já usa software médico desde os primeiros atendimentos em clínicas e consultórios, pode ser que a frustração com essas grandes promessas tenha sido menor.
Mas para quem costumava usar papéis e acreditou que a informatização do consultório transformaria completamente a rotina do consultório? bom, pode ter sido bem frustrante?
Largue os papéis, informatize o consultório! Não fique para trás, avance e cresça com um software médico!
Ouvimos bastante tais conselhos e nos pegamos pensando: "será que vale mesmo à pena? Usar papéis não é lá muito prático, mas já estou acostumado com eles e indo muito bem, obrigado!".
Mas não é bem assim. Mesmo estando convicto de que os papéis te atendem bem, você vê, de repente, todos os outros consultórios informatizados, centralizando toda a gestão e os atendimentos em computadores? e você fica com aquela sensação de que está ficando para trás e, mesmo que não sinta, seus pacientes podem começar a perceber.
Em um consultório em que a gestão e os atendimentos ainda funcionam no papel, a consulta é um pouco mais demorada, a receita escrita à mão é mais difícil de ser compreendida, você tem que armazenar um grande número de fichas no seu consultório e a localização de uma delas cada vez que um paciente retorna ao seu consultório é complicada e demorada?
Existem ainda os consultórios que escolhem largar os papéis, mas não compram a solução de um software médico.
Decidem usar ferramentas básicas de edição de texto e planilhas para registrar fichas e prontuários em seus computadores. Nem preciso falar a confusão que isso pode virar ao longo do tempo, não é? Sem falar no fato de que essa é uma opção nada segura para os dados e informações dos seus pacientes.
O terceiro e último caso é aquele profissional que já abriu o seu consultório ou começou a atender em uma clínica já com um software médico. Para ele, que não possui experiências anteriores com outros formatos de atendimento, não há como comparar. Então, pode ser que ele goste do software ou não. Mas não há como saber se sem ele, o atendimento seria mais prático.
A questão principal nas três situações é o fato de que, na maior parte das vezes, os profissionais da área da saúde não estão satisfeitos com seu software médico. Ou porque as expectativas eram altas demais ou porque pouca ou nenhuma diferença ele faz no dia a dia do consultório.
É bem frustrante chegar à conclusão de que você está pagando por uma solução em que você não consegue enxergar resultados.
Sabendo de todas essas situações que acabei de contar para você, eu quis descobrir as razões pelas quais os profissionais de saúde andam tão insatisfeitos com o software médico e resolvi investigar. Foi então que eu resolvi promover uma pesquisa para descobrir de vez o que gera essa insatisfação generalizada nos profissionais da saúde que utilizam software médico.
E a minha surpresa foi enorme. Eu descobri que não eram um ou dois pontos negativos, mas inúmeras reclamações de vários profissionais da área da saúde sobre softwares médicos. O que eu aprendi com essa pesquisa foi que algumas promessas básicas que alguns softwares fazem não são atendidas, como praticidade, aumento da produtividade e otimização do tempo no consultório. E a frustração não poderia ser maior.
Depois dessa pesquisa, eu reuni aqui as 10 maiores reclamações de profissionais de saúde sobre software médico. É uma boa chance de descobrir se você se identifica com algumas dessas situações e começar a avaliar se vale à pena repensar a escolha que fez para o seu consultório.
Acesse aqui a lista completa e conheça as 10 maiores reclamações sobre software médico! Você vai se surpreender com algumas delas...
http://bit.ly/10-reclamações-software-médicoWebsite:
http://www.imedicina.com.br