Releases 12/12/2011 - 07:41

LexisNexis: LexisNexis: Estudo Global Conclui que os Escritórios d


Pesquisa LexisNexis Martindale-Hubbell revela que 77% dos escritórios de advocacia auditados estão usando uma ou mais redes sociais

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LONDRES--(BUSINESS WIRE)--12 de Dezembro de 2011--LexisNexis (www.lexisnexis.com), um principal fornecedor de soluções de tecnologia e conteúdo, anunciou hoje os resultados de seu mais recente estudo sobre a envolvimento de escritórios de advocacia em métodos das redes sociais. O relatório - "Global Social Media Check-up: A global audit of law firm engagement in social media methods" - revela que embora as redes sociais tenham mudado a forma como milhões de pessoas se comunicam em suas vidas pessoais e que muitos escritórios de advocacia internationais B2B tenham registrado sua presença nas redes, a profissão legal, de uma maneira geral, tem uma abordagem reticente ao envolvimento nas redes sociais.

A pesquisa dos 110 escritórios de advocacia no mundo todo demonstrou que o LinkedIn era, de longe, a plataforma de mídia social mais popular para os escritórios de advocacia participarem, seguido pelo Twitter e pelo Facebook. Estes resultados são baseados em uma auditoria global do uso das redes sociais entre algumas das principais áreas jurídicas do mundo. Comissionada pela LexisNexis® Martindale-Hubbell®, a pesquisa foi realizada pela Burson-Marsteller, uma importante empresa de comunicação e relações públicas. Foram avaliadas cinco principais áreas jurídicas em 22 grandes cidades nas sete regiões do mundo.

Adoção pela plataforma

Fora os canais específicos do setor, o LinkedIn emergiu como o canal com a mais alta penetração entre os profissionais jurídicos, com 85 das 110 firmas examinadas usando a rede. Entretanto, apesar da penetração de 77% que o LinkedIn tem, uma proporção significativa daquelas empresas simplesmente registrou uma Página da Empresa, ao invés de usar a rede para se associar a outros e utilizar plenamente o canal para o desenvolvimento do cliente, recrutamento ou oportunidades de gestão da reputação. O exame revelou, também, um grau médio de perfis registrados nas redes sociais que não estão sendo usadas ativamente. Isto espelhou os anos iniciais das empresas .com, quando as empresas registravam seu domínio do site para impedir o "sequestro da marca" - registro ou uso não autorizado da sua marca on-line por terceiros até que estivessem prontos a usá-la.

Derek Benton, Diretor de Operações Internacionais na Martindale-Hubbell comentou: Registrar um perfil é uma etapa na direção correta, mas não fazer nada com isso é como alugar uma loja na rua principal e jamais abrir as portas. Mudando do registro para a transmissão e, depois, para a conversa são os passos do envolvimento da rede social - e o setor jurídico, como qualquer outro setor, pode se envolver, e eu acredito nisso, para o benefício do desenvolvimento da empresa. A estratégia de rede social mais evoluída é a que oferece uma linha aberta de comunicação entre as partes. Mas isso, infelizmente, está muito distante para a maioria dos escritórios de advocacia de hoje.

Adoção por região

No mundo todo, talvez, não seja surpresa alguma que a América do Norte está liderando entre os escritórios de advocacia quanto ao envolvimento em redes sociais, com o registro mais alto de perfis em redes sociais e envolvimento geral. A Europa Ocidental também está se unindo bem, embora o uso e a profundidade do envolvimento no continente variem significativamente com as firmas do Reino Unido e de Amsterdã apresentando níveis elevados de uso das redes sociais em contraste com o uso menor em Zurique, Paris e Moscou e nenhum uso em Istambul.

Na África, os escritórios de advocacia sediados em Johanesburgo tenderam a uma abordagem mais pró-ativa das redes sociais do que as outras empresas na região, com muitas delas estando visíveis no Twitter, Facebook e LinkedIn. Isto contrasta com aquelas pesquisadas em Dubai e Lagos, onde o LinkedIn era o único canal onde as empresas examinadas tiveram uma presença notável. Ao refletir a prevalência dos métodos tradicionais de marketing, as firmas Latino-Americanas tenderam ao registro do perfil em diversas redes, com um programa muito menos notável de envolvimento ativo.

O relatório também concluiu que o uso das redes sociais entre os escritórios de advocacia no Oriente Médio e na região Ásia-Pacífico, exceto Sydney que fala a língua inglesa, é muito baixo. As empresa de Sydney pesquisadas apareceram no LinkedIn e no Twitter, assim como estando abertas a usar o Facebook, blogs e a integrar suas plataformas de redes sociais a seus sites. Embora ambas estas regiões mostraram um uso muito limitado das principais redes sociais de língua inglesa como um canal comercial, isso pode ser explicado, em parte, pelo uso das mídias sociais no idioma local, tais como o Orkut, no Oriente Médio, QQ, na China, e Mixi, no Japão. Além disso, o não-acesso às redes, tais como Facebook em Xangai, impede a adoção difundida.

Envolvimento Contínuo

Benton concluiu: Antigamente pensava-se que as redes sociais eram apenas para a socialização - para compartilhar a sua vida social com seus amigos e para fazer novos amigos - mas elas foram além disso. Com algumas exceções significativas, agora é o momento para os escritórios de advocacia adaptarem seus modelos comerciais e experimentarem as redes sociais como parte de seus programas de retenção e aquisição de clientes, ou elas correm o risco de ficarem para trás.

O exame também observa os perigos do envolvimento pouco convincente nas mídias sociais pelos escritórios de advocacia. A transparência das redes sociais é um de seus pontos fortes, mas, também, é uma de suas desvantagens para aqueles escritórios de advocacia que meramente "aventuram-se" e não atualizam seu conteúdo regularmente. Os seguidores tendem a ser bastante cruéis quanto a buscar fontes com o conteúdo mais atual e mais interessante. Como tal, os escritórios de advocacia que não mantém sua presença nas redes sociais correm o risco de perder seus seguidores para aquelas firmas que o fazem.

Para obter uma cópia gratuita do resumo ou do relatório completo, acesse www.martindale-hubbell.co.uk/socialmedia. Outros recursos disponíveis para download incluem um infográfico, vídeo-clips que discutem o exame e um relatório sobre o uso das redes sociais pelos escritórios de advocacia.

Sobre a LexisNexis Legal & Professional

LexisNexis Legal & Professional (www.lexisnexis.com) é um principal fornecedor global de soluções de tecnologia e conteúdo que permitem que os profissionais em organizações jurídicas, corporativas, tributárias, governamentais, acadêmicas e sem fins lucrativos tomem decisões informadas e alcancem resultados empresariais melhores. Como uma pioneira digital, a empresa foi a primeira a levar informações jurídicas e comerciais on-line com os seus serviços Lexis® e Nexis®. Hoje, a LexisNexis Legal and Professional aproveita o conteúdo de classe mundial e tecnologia de vanguarda para ajudar os profissionais a trabalharem de formas mais rápidas, fáceis e eficazes. Através da colaboração próxima com seus clientes, a empresa garante que as organizações possam alavancar as suas soluções para reduzir o risco, melhorar a produtividade, aumentar a lucratividade e aumentar o seu negócio. Parte da Reed Elsevier, a LexisNexis Legal & Professional atende clientes em mais de 100 países, e possui 10.000 funcionários no mundo todo.

Martindale-Hubbell International

A Martindale-Hubbell ajuda os escritórios de advocacia internacionais a melhorar a sua presença on-line e orientar outras pesquisas em potencial através dos perfis profissionais na martindale.com® e coordenação das classificações de advogados Martindale Hubbell®. Martindale.com é um principal diretório jurídico on-line com mais de 8 milhões de visitantes individuais todos os anos.

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