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19/09/2011 - 06:56
ONGLYZA (saxagliptin) (saxagliptina) adicionado à insulina em adul
06:56 ONGLYZA (SAXAGLIPTIN) (SAXAGLIPTINA) ADICIONADO À INSULINA EM ADULTOS COM DIABETES TIPO 2 MANTEVE REDUÇÕES NOS NÍVEIS DE AÇÚCAR NO SANGUE (HBA1C) DURANTE AMPLIAÇÃO DE ESTUDO DE PESQUISA PARA 52 SEMANAS
PRINCETON, N.J. (EUA) e LISBOA (Portugal)--(BUSINESS WIRE)--19 de Setembro de 2011--Bristol-Myers Squibb Company (NYSE: BMY) e AstraZeneca (NYSE: AZN) anunciaram hoje os resultados de um estudo clínico de pesquisa na Fase 3, no qual a adição de ONGLYZA (saxagliptina) 5 mg a terapias de insulina em andamento (com ou sem metformina) manteve reduções dos níveis de açúcar no sangue (níveis glicosilados de hemoglobina, ou HbA1c) em pacientes adultos com diabetes tipo 2 em comparação com a adição de placebo (com ou sem metformina) de 24 a 52 semanas. Esses resultados apresentados no 47o Encontro Anual da Associação Europeia para o Estudo de Diabetes (EASD) em Lisboa, Portugal, são provenientes de uma extensão de um ensaio de 24 semanas, cujos resultados foram apresentados na 71a Sessão Científica da Associação Americana de Diabetes (ADA) em San Diego, CA (EUA) em junho de 2011.
Na análise de 52 semanas, as alterações da linha de base em HbA1c em pacientes que estavam tomando ONGLYZA 5 mg adicionado à insulina (com ou sem metformina) foram de -0,75%, em comparação com -0,38% para aqueles que tomaram placebo adicionado à insulina (com ou sem metformina). Também houve um aumento maior da dose diária média na linha de base de pacientes que receberam placebo em comparação com pacientes que receberam ONGLYZA 5 mg (com ou sem metformina). Não é sabido se o aumento das doses de insulina em paciente nos grupos de placebo poderia ter influído sobre a grandeza das diferenças vistas na análise de eficácia dos dois grupos de tratamento.
A proporção de pacientes no grupo de tratamento que experimentou no mínimo um evento adverso durante o período de 52 semanas de tratamento foi similar. Os eventos mais comuns incluíram hipoglicemia, infecção do trato urinário, nasofaringite, infecção do trato respiratório superior, dor de cabeça e bronquite.
Com muitos pacientes com diabetes tipo 2 necessitarão eventualmente de insulina, é importante avaliar a capacidade doe o composto ser usado em combinação com insulina para poder gerenciar o controle da glicose no sangue durante um período prolongado de tempo, disse Anthony Barnett, MD, da Universidade de Birmingham e Heart of England NHS Foundation Trust, principal pesquisador do estudo. Este é o primeiro estudo de longo prazo cujo resultado indica que o ONGLYZA 5 mg, usado com insulina, mantém a melhoria no controle da glicose durante 24 a 52 semanas em pacientes adultos com diabetes tipo 2.
Na Europa, o ONGLYZA é indicado como uma dose de comprimido oral de 5 mg em pacientes adultos com diabetes mellitus tipo 2 para aprimorar o controle glicêmico:
em combinação com metformina, quando a metformina sozinha, com dieta e exercícios, não proporciona o controle glicêmico adequado;
em combinação com sulfonilureia, quando a sulfonilureia sozinha, com dieta e exercícios, não proporciona o controle glicêmico adequado em pacientes para os quais o uso de metformina é considerado inadequado; ou
em combinação com tiazolidinediona, quando a tiazolidinediona sozinha, com dieta e exercícios, não proporciona o controle glicêmico adequado em pacientes para os quais o uso de tiazolidinediona é considerado adequado.
Atualmente, o ONGLYZA não é indicado em combinação com terapia de insulina.
Consulte o Resumo de Características do Produto nas Informações de Receituário Europeu.
Nos Estados Unidos, o ONGLYZA é indicado adjunto à dieta e exercícios para melhorar o controle do açúcar (glicêmico) no sangue em adultos com diabetes mellitus tipo 2 em diversas situações clínicas. O ONGLYZA não deve ser usado para o tratamento de pacientes com diabetes mellitus tipo 1 ou cetoacidose diabética (níveis aumentados de cetonas no sangue ou na urina), porque não seria eficaz nessas situações.
Sobre o estudo
Estudo duplo cego de 24 semanas, Fase 3b, multicentro, randomizado, controlado por placebo, com uma extensão de 28 semanas. O ponto de inflexão primário nas 24 semanas foi a alteração de meio no HbA1c da linha de base do ONGLYZA 5 mg adicionado à insulina (com ou sem metformina) em comparação com placebo adicionado à insulina (com ou sem metformina). O estudo atingiu o ponto de inflexão primário, demonstrando que o ONGLYZA 5 mg adicionado à insulina (com ou sem metformina) atingiu uma redução estatisticamente significante de HbA1c da linha de base de -0,75% em comparação com -0,38% (valor de p < 0,0001) para os pacientes que receberam placebo adicionado à insulina (com ou sem metformina). O objetivo geral da extensão foi avaliar a segurança e eficácia do ONGLYZA a longo prazo, durante um período de 52 semanas. As medidas de eficácia incluíram: alterações da linha de base de HbA1c, dose média diária total de insulina, porcentagem de pacientes que obtiveram resposta glicêmica de HbA1c < 7% e peso corporal. Tendo em vista a natureza exploratória destas análises, testes de significado estatístico não foram pré-especificados na análise estatística. Entretanto, para a medição primária da eficácia (alteração de HbA1c em relação à linha de base), foi realizada uma análise posterior do significado.
O estudo incluiu 455 indivíduos com diabetes tipo 2 (faixa etária de 18 a 78 anos) com controle glicêmico inadequado (níveis de HbA1c 7,5% e 11%; linha de base média HbA1c = 8,7%), que estavam recebendo uma dose estável de insulina (com ou sem metformina). Os pacientes foram designados aleatoriamente para receber ONGLYZA 5 mg adicionado à insulina (n = 304) ou placebo adicionado à insulina (n = 151) uma vez por dia durante 52 semanas. Durante o período inicial de 24 semanas, os pacientes foram orientados para manter doses estáveis de insulina, que poderiam ser reduzidas para diminuir o risco de hipoglicemia. Os pacientes com hiperglicemia ou com aumento substancial de insulina receberam visita de auxílio e continuaram no estudo com um regime flexível de insulina. Durante o período de extensão, todos os pacientes tiveram a oportunidade de adotar um regime flexível de insulina. Sessenta e nove por cento dos pacientes foram tratados com metformina e a dose não pôde ser alterada no estudo.
Dos 455 pacientes randomizados inicialmente e tratados no estudo, 371 pacientes concluíram a extensão (81% dos pacientes no grupo de ONGLYZA adicionado à insulina e 83% dos pacientes no grupo de placebo adicionado à insulina, daqueles tratados originalmente).
Resultados do estudo
Durante 52 semanas, os pacientes que receberam ONGLYZA 5 mg adicionado à insulina (com ou sem metformina) comparados com pacientes que receberam placebo adicionado à insulina (com ou sem metformina), mostraram os seguintes resultados:
- Diminuições constantes dos níveis de açúcar no sangue durante 52 semanas em HbA1c da linha de base:
-0,75% em comparação com -0,38% (p = < 0.0001, n = 244, linha de base de 8,67% para ONGLYZA 5 mg adicionado à insulina; n = 124, linha de base de 8,66% para placebo adicionado à insulina).- Uma diminuição similar de HbA1c foi reportada para pacientes com ou sem a utilização de metformina na linha de base.
- Aumento na dose média diária total de insulina da linha de base de +5,67 unidades/dia em comparação com +6,67 unidades/dia.
- Dos pacientes com ONGLYZA 5 mg, 21,3% obtiveram uma resposta terapêutica glicêmica de HbA1c < 7%, e dos pacientes em placebo, 8,7% obtiveram uma resposta terapêutica glicêmica de HbA1c < 7%.
- Aumentos na alteração média do peso corporal de 0,8 kg para ONGLYZA 5 mg em comparação com 0,5 kg para placebo (95% CI: 0,3, 0,9; n = 246, linha de base de 87,7 kg para ONGLYZA 5 mg adicionado à insulina; n = 125, linha de base de 86,2 kg para placebo adicionado à insulina)
A maioria dos pacientes completou o estudo até a semana 52 (81% e 83% dos pacientes nos grupos de ONGLYZA e de placebo, respectivamente).
Depois do período de 52 semanas de tratamento, 66,4% dos pacientes no grupo de ONGLYZA 5 mg adicionado à insulina tiveram no mínimo um evento adverso em comparação com 71,5% no grupo de placebo adicionado à insulina.
Em 22,7% dos pacientes no grupo de ONGLYZA 5 mg adicionado à insulina, foi reportada hipoglicemia, em comparação com 26,5% no grupo de placebo adicionado à insulina, com hipoglicemia confirmada de 7,6% e 6,6%, respectivamente. A hipoglicemia confirmada foi definida como sintomas hipoglicêmicos associados com uma medida obtida por meio de glicosímetro de 50 mg/dL no momento do evento.
Outros eventos adversos mais comuns ( 5% de incidência para ONGLYZA 5 mg) foram os seguintes para ONGLYZA 5 mg adicionado à insulina (com ou sem metformina) em comparação com placebo adicionado à insulina (com ou sem metformina), respectivamente:
- Infecções do trato urinário (7,9% e 7,9%)
- Nasofaringite (6,3% e 6,6%)
- Infecções do trato respiratório superior (6,3% e 7,3%)
- Dor de cabeça (5,9% e 4,0%)
- Bronquite (5,3% e 3,3%)
Vinte e cinco (8,2%) pacientes no grupo de ONGLYZA 5 mg adicionado à insulina reportaram no mínimo um evento adverso grave, em comparação com 13 (8,6%) pacientes no grupo de placebo adicionado à insulina. Os eventos adversos sérios relacionados ao tratamento foram reportados em três pacientes no grupo de ONGLYZA 5 mg adicionado à insulina em comparação com zero no grupo de placebo adicionado à insulina. No grupo de ONGLYZA 5 mg adicionado à insulina, nove pacientes (3,0%) interromperam o estudo devido a eventos adversos, dos quais quatro foram considerados eventos adversos sérios. No grupo de placebo adicionado à insulina, três pacientes (2,0%) interromperam o estudo devido a eventos adversos, dos quais zero foram considerados eventos adversos sérios. Também houve dois falecimentos no grupo de ONGLYZA adicionado à insulina, nos quais ambos os eventos foram considerados não relacionados ao tratamento.
Sobre o ONGLYZA (saxagliptina)
Em setembro de 2011, o ONGLYZA tinha sido submetido à revisão regulatória em mais de 90 países, e é aprovado em 66 países, entre eles, os EUA, Canadá, México, 30 países europeus, Índia, Brasil e China.
INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA RELEVANTES PARA ONGLYZA (saxagliptina) nos Estados Unidos
Avisos e Precauções
- Utilização com medicamentos conhecidos como causantes de hipoglicemia : As secretagogas de insulina, como sulfonilureias, causam hipoglicemia. Portanto, uma dose menor de secretagoga de insulina pode ser necessária para diminuir o risco de hipoglicemia quando usada em combinação com ONGLYZA.
- Resultados macrovasculares: Não houve nenhuma evidência conclusiva estabelecida por estudos clínicos de redução de risco macrovascular com ONGLYZA ou outra droga antidiabética.
Reações adversas mais comuns
- As reações adversas mais comuns (independentemente da avaliação de casualidade do pesquisador) reportadas em 5% de pacientes tratados com ONGLYZA e mais comumente do que em pacientes tratados com controle, foram infecção do trato respiratório superior (7,7%, 7,6%), dor de cabeça (7,5%, 5,2%), nasofaringite (6,9%, 4,0%) e infecção do trato urinário (6,8%, 6,1%).
- Quando usado como terapia de combinação adicional com um tiazolidinediona, a incidência de edema periférico para ONGLYZA 2,5 mg, 5 mg e placebo foi de 3,1%, 8,1% e 4,3%, respectivamente.
Interações medicamentosas
Como o cetoconazol, um forte inibidor de CYP3A4/5, aumenta a exposição de saxagliptina, a dose de ONGLYZA deve ser limitada a 2,5 mg quando for administrada conjuntamente com um forte inibidor de CYP3A4/5 (por ex., atazanavir, claritromicina, indinavir, itraconazol, cetoconazol, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir e telitromicina).
Uso em populações específicas
- Pacientes com insuficiência renal: A dose de ONGLYZA (saxagliptina) é de 2,5 mg uma vez ao dia para pacientes com insuficiência renal moderada ou severa, ou com doença renal na fase final, que exija hemodiálise (clearance de creatinina [CrCl] 50 mL/min). O ONGLYZA deve ser administrado depois da hemodiálise. O ONGLYZA não foi estudado em pacientes submetidos a diálise peritoneal. A avaliação da função renal é recomendada antes da iniciação de ONGLYZA e periodicamente, depois disso.
- Mulheres em período de amamentação e gestantes: Não há estudos adequados e bem controlados em gestantes. ONGLYZA, como outros medicamentos antidiabéticos, deve ser usado durante a gestação apenas se for realmente necessário. Não é sabido se a saxagliptina é segregada em leite humana. Como muitas drogas são segregadas em leite humano, é necessário ter cuidado ao administrar ONGLYZA a uma mulher em período de amamentação.
- Pacientes pediátricos: A segurança e a eficácia do ONGLYZA em pacientes pediátricos não foram estabelecidas.
Clique aqui para obter informações completas sobre receituário nos EUA.
Diabetes tipo 2
Em 2010, foi estimado que a diabetes afeta aproximadamente 300 milhões de 20 a 79 anos no mundo todo. Devido ao envelhecimento da população e à tendência crescente de obesidade, está previsto que a prevalência da diabetes chegará a 440 milhões de pessoas em 2030. A diabetes tipo 2 é responsável por aproximadamente 90 a 95% de todos os casos de diabetes diagnosticada em adultos. A diabetes tipo 2 é uma doença crônica progressiva, caracterizada pela resistência à insulina e/ou disfunção de células beta no pâncreas, que diminui a sensibilidade e secreção de insulina, levando a níveis elevados de glicose. Com o passar do tempo, essa hiperglicemia contínua contribui para piorar a resistência à insulina e maior disfunção das células beta. Existem necessidades significantes que não foram atendidas, tendo em vista que praticamente metade dos pacientes tratados continua sendo não controlados no seu regime atual de redução da glicose.
Colaboração entre a Bristol-Myers Squibb e a AstraZeneca
A Bristol-Myers Squibb e a AstraZeneca iniciaram uma colaboração em janeiro de 2007 para permitir que as empresas pesquisem, desenvolvam e comercializem medicamentos selecionados em investigação para a diabetes tipo 2. A colaboração Bristol-Myers Squibb/AstraZeneca para a diabetes é dedicada ao cuidado global de pacientes, à melhoria dos resultados dos pacientes e a criar uma nova visão para o tratamento da diabetes tipo 2.
Sobre a Bristol-Myers Squibb
Bristol-Myers Squibb é uma companhia biofarmacêutica global cuja missão é descobrir, desenvolver e fornecer medicamentos inovadores que ajudarão pacientes a superar doenças graves. Para mais informações sobre a Bristol-Myers Squibb, visite o site www.bms.com ou siga-nos no Twitter em http://twitter.com/bmsnews.
Sobre a AstraZeneca
A AstraZeneca é uma empresa biofarmacêutica global orientada à inovação com um foco primário na descoberta, desenvolvimento e comercialização de medicamentos de prescrição para condições gastrintestinais, cardiovasculares, de neurociência, respiratórias e de inflamação, oncologia e doenças infecciosas. A AstraZeneca opera em mais de 100 países e seus medicamentos inovadores são usados por milhões de pacientes em todo o mundo. Para mais informações, visite o site: www.astrazeneca.com.
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