Porto Alegre, RS--(
DINO - 01 ago, 2017) - Apesar da crise, o número de smartphones no Brasil não para de crescer, chegando a 168 milhões em maio de 2016, de acordo com dados da 27ª pesquisa anual de administração e uso de TI nas empresas, realizada pela FGV-SP. Segundo a pesquisa, a projeção é que, até 2018, o número de smartphones chegue a 236 milhões, tornando o Brasil o 4º país em número de smartphones, atrás apenas dos Estados Unidos, China e Índia.
Paralelo a isso, uma nova oportunidade de mercado aparece: as empresas de estações de carregamento para celulares. De acordo com estudo científico publicado pela LG, 9 a cada 10 pessoas sofrem do comportamento chamado "Low Battery Anxiety" ("ansiedade por bateria baixa"). O relatório da multinacional sul-coreana conta que essas pessoas entram em estado de alerta, pânico e até mudam radicalmente seus hábitos ao ver a carga do celular quase no fim.
Visando o crescimento desse mercado, um grupo gaúcho, em sociedade com a empresa chinesa Kidigi, líder global de estações de carregamento, trouxe seus produtos para o Brasil, fundando a Mobichargers. O mesmo grupo já havia apostado anos antes nesse mercado criando a Mobibox, hoje um dos principais players de acessórios para celular no país, presente em 20 estados.
"Queríamos trazer ao Brasil uma solução inovadora que melhoraria a vida das pessoas. Após analisarmos o sucesso das operações da Kidigi nos Estados Unidos, Ásia e África do Sul, percebemos que estávamos extremamente defasados em relação a estações de carregamento aqui. Hoje, nas principais economias do mundo, não existe um estabelecimento de alto nível que não ofereça o serviço de carregamento de celulares para seus clientes, sejam eles shoppings centers, hotéis ou até mesmo bares e restaurantes", afirma o diretor geral da Mobichargers, Pedro Mariano da Rocha.
Além da possibilidade de estabelecimentos adquirirem ou alugarem a solução, o segmento se tornou destaque no mercado de mídias out of home mundo afora. Grandes empresas têm investido na comunicação através das estações, pois gera alta interatividade e exposição à marca por parte do consumidor.
"O mundo está mudando. O mercado publicitário busca novas mídias para comunicação, e as estações de carregamento trazem ao consumidor uma nova experiência de marca pois supre uma necessidade interagindo com o público-alvo da empresa", explica Leonardo dos Santos, professor de branding e identidade visual na 4ED.
A questão de falta de bateria foi motivo inclusive de diversos estudos do aplicativo Uber (
fonte ). Keith Chen, pesquisador-econômico chefe na Uber, avisa que a empresa sabe quando você está prestes a acabar com sua bateria e que isso transfere informações muito interessantes.
Ele destaca que as pessoas ficam predispostas a pagar até 9,9 vezes mais pela corrida se a bateria estiver acabando, tudo isso por medo de ficar preso onde está sem bateria e sem poder acionar o aplicativo. Enquanto isso, quem tem bateria usualmente espera os preços caírem para solicitar a viagem. O problema jamais ocorreria se houvesse estações de carregamento próximas ao passageiro. Se depender da Mobichargers, essa realidade vai mudar rapidamente.
Para mais informações, acesse:
http://www.mobichargers.com.brWebsite:
http://www.mobichargers.com.br