SÃO PAULO, Brasil--(
BUSINESS WIRE)--30 de Julho de 2013--A confiança econômica de executivos no Brasil atingiu a mínima, em quatro anos, de 54,5, no segundo trimestre, seguindo perspectivas enfraquecidas nos mercados emergentes em todo o mundo, de acordo com pesquisa da
YPO. Normalmente, a confiança é muito mais forte - era 69,1 há dois anos. Os números mais recentes são: baixa dos 60,9 no primeiro trimestre e 62,4 na comparação anual.
Embora não seja o país com menor confiança na América Latina - Venezuela e Chile disputam a posição - é uma média bem abaixo do nível 55,5 do índice regional latino-americano.
Principais conclusões
A deterioração das condições de negócios. Dois terços (66%) dos executivos brasileiros entrevistados disseram que o negócio global e o clima econômico está pior do que era há seis meses, e 42% acham que as coisas piorarão ainda mais no final do ano. Menos de um quarto (24%) espera que as condições melhorem à curto prazo.
Otimismo no crescimento das vendas. Apesar dos desafios inerentes às condições gerais de negócios, os executivos pesquisados foram mais positivos quanto ao crescimento das vendas, com a maioria (55%) esperando o aumento das vendas em mais de 10% nos próximos 12 meses.
Pressões externas. Enquanto o país está lidando com muitos problemas internos, a confiança dos empresários também foi atenuada por fatores que afetam os mercados emergentes em todo o mundo. A pesquisa da YPO informou que a confiança nos países da ASEAN caiu 5,2 pontos e nos países do BRICS ela despencou, coletivamente, de 7,6 pontos para a mínima, de todos os tempos, de 57,1.
Stephen Slifer, conselheiro econômico do Global Pulse da YPO e economista-chefe do NumberNomics, apontou para a incerteza em torno do ritmo de flexibilização quantitativa nos Estados Unidos e a desaceleração do crescimento na China como os dois principais catalisadores para este fenômeno. Os comentários do presidente da Reserva Federal americana, Ben Bernanke, em meados de maio, fizeram aumentar as taxas de juros dos mercados emergentes e assustaram investidores de muitos países em desenvolvimento, incluindo o Brasil, observou ele.
Fatores que vão desde infra-estrutura até inflação estão criando desafios para as empresas no Brasil, disse Ricardo Diniz, vice-presidente do Bank of America Merrill Lynch Brasil e membro do capítulo da YPO em São Paulo. No entanto, com a média 54,5, a confiança ainda está no território otimista, indicando a confiança de nossos executivos membros na capacidade que possuem de navegar por essas condições.
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