Releases 19/07/2013 - 12:11

Celgene interromperá estudo de Fase III ORIGIN® em pacientes idosos sem tratamento anterior com


SUMMIT, Nova Jersey, EUA--(BUSINESS WIRE)--19 de Julho de 2013--A Celgene Corporation (NASDAQ: CELG) anunciou hoje que, após consultas com a Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA, na sigla em inglês), a Celgene interromperá o tratamento com REVLIMID® (lenalidomida) no estudo de fase III sem marca ORIGIN® que inscreveu 450 pacientes em mais de 100 locais em 26 países. Observou-se um desequilíbrio no número de óbitos em pacientes tratados com lenalidomida em comparação com pacientes tratados com clorambucil.

A FDA suspendeu clinicamente o estudo ORIGIN no dia 12 de julho de 2013 com a interrupção do tratamento com lenalidomida. Todos os investigadores clínicos em estudos de leucemia linfocítica crônica em andamento, que estiverem usando lenalidomida, serão informados oficialmente sobre esta medida e instruídos para avisar seus pacientes de forma correspondente.

O REVLIMID não é aprovado como tratamento de pacientes com leucemia linfocítica crônica.

O estudo ORIGIN tinha como finalidade avaliar a eficácia e segurança da lenalidomida em comparação com clorambucil como agente único em pacientes idosos de 65 anos de idade com leucemia linfocítica crônica da célula B e comorbidades que excluem tratamento com químico-imunoterapias padrão mais agressivas, incluindo formas contendo fludarabina e bendamustine. A maioria dos pacientes apresentava várias comorbidades, como diabetes, insuficiência cardíaca congestiva, insuficiência renal e níveis elevados de bilirrubina.

Com base no desiquilíbrio de óbitos, especificamente 34 falecimentos de 210 pacientes no ramo de lenalidomida em comparação com 18 falecimentos de 211 pacientes no ramo de clorambucil, a FDA posicionou o estudo em suspensão clínica. Não foram identificadas causas específicas para este desequilíbrio até esta data.

Os resultados do estudo CLL-008 serão apresentados em uma conferência médica futura.

Todos os outros estudos clínicos de leucemia linfocítica crônica com lenalidomida, patrocinados pela Celgene, continuam em andamento de acordo com seus protocolos respectivos.

Sobre o REVLIMID®

O REVLIMID foi aprovado em combinação com dexametasona para o tratamento de pacientes com meloa múltiplo, que tenham recebido pelo menos um tipo de terapia anteriormente em quase 70 países, dentro da Europa, Américas, Oriente Médio e Ásia, e em combinação com a dexametasona para o tratamento de pacientes nos quais a doença tenham evoluído depois de receber um tipo de terapia na Austrália e na Nova Zelândia.

O REVLIMID foi aprovado nos Estados Unidos, Canadá, Suíça, Austrália, Nova Zelândia e vários países na América Latina, assim como na Malásia e Israel, para anemia dependente de transfusão devido ao risco baixo- ou intermediário-1 de SMD associado a uma anomalia citogênica de supressão de 5q com ou sem anomalias citogênicas adicionais, e na Europa para o tratamento de pacientes com anemia dependente de transfusão devido ao risco baixo- ou intermediário-1 de síndrome mielodisplástica (SMD) associada com anomalia citogênica de supressão de 5q quando outras opções terapêuticas são insuficientes ou inadequadas.

O REVLIMID foi aprovado nos Estados Unidos para o tratamento de pacientes com linfoma de células na zona do manto (LCM) cuja doença tenha remitido ou progredido após duas terapias anteriores, uma das quais incluiu bortezomib.

Informações regulatórias dos EUA para o REVLIMID

REVLIMID® (lenalidomida) em combinação com dexametasona é indicado para o tratamento de pacientes com meloa múltiplo (MM) que tenham recebido ao menos um tipo de terapia anteriormente

REVLIMID® (lenalidomida) está indicado para o tratamento de pacientes com anemia dependente de transfusão devido ao risco baixo- ou intermediário-1 de síndrome mielodisplástica (SMD) associado a uma anomalia citogênica de supressão de 5q com ou sem anomalias citogênicas adicionais

REVLIMID® (lenalidomida) é indicado para o tratamento de pacientes com linfoma de células na zona do manto (LCM) cuja doença tenha remitido ou progredido após duas terapias anteriores, uma das quais incluiu bortezomib

Informação importante referente à segurança

ATENÇÃO: TOXICIDADE EMBRIO-FETAL, TOXICIDADE HEMATOLÓGICA E TROMBOEMBOLISMO VENOSO

Toxicidade embrio-fetal

Não use REVLIMID durante a gravidez. A lenalidomida, um análogo de talidomida, causou anomalias dos membros em um estudo em evolução realizado em macacos. A talidomida é um teratogênico humano que causa defeitos humanos congênitos severos ou fatais. Se a lenalidomida for usada durante a gravidez, ela pode causar defeitos congênitos ou morte embrio-fetal. Em mulheres com potencial de engravidar, obtenha 2 testes negativos de gravidez antes de iniciar o tratamento com o REVLIMID. Mulheres com potencial de engravidar devem usar 2 formas de contracepção ou se abster integralmente de relações sexuais heterossexuais durante e por 4 semanas depois do tratamento com REVLIMID. Para evitar a exposição embrio-fetal, o REVLIMID está disponível apenas através de um programa de distribuição restringido, o REVLIMID REMS (conhecido anteriormente como RevAssist®).

Informações sobre o programa REVLIMID REMS se encontram disponíveis no site www.celgeneriskmanagement.com ou ligando para o número gratuito do fabricante +1-888-423-5436.

Toxicidade hematológica (neutropenia e trombocitopenia)

O REVLIMID pode causar neutropenia e trombocitopenia consideráveis. Oitenta por cento dos pacientes com SMD com supressão de 5q necessitaram uma redução/atraso da dose durante o estudo principal. Trinta e quatro por cento dos pacientes necessitaram uma segunda redução/atraso da dose. Toxicidade hematológica nos graus 3 e 4 foram vistas em 80% dos pacientes inscritos no estudo. Pacientes em terapia para SMD com supressão de 5q devem monitorar seu hemograma completo semanalmente durante as 8 primeiras semanas e depois no mínimo mensalmente. Os pacientes podem necessitar uma interrupção e/ou redução da dose. Os pacientes podem necessitar o uso de produtos de suporte para o sangue e/ou fatores de crescimento.

Tromboembolismo venoso

O REVLIMID tem demonstrado um aumento significante no risco de trombose venosa profunda (TVP) e embolia pulmonar (EP) em pacientes com MM que foram tratados com terapias com REVLIMID e dexametasona. Pacientes e médicos são advertidos para observar constantemente sinais e sintomas de tromboembolismo. Pacientes devem ser indicados a buscar cuidados médicos caso surgirem sintomas, como falta de ar, dores no peito ou inchaço nos braços e pernas. Não se sabe se a prescrição de anticoagulantes profiláticos ou terapias antiplaquetárias em conjunção com o REVLIMID pode diminuir o potencial de tromboembolismo venoso. A decisão de tomar medidas profiláticas deve ser ponderada com cuidado depois de uma avaliação dos fatores de riscos aos quais cada paciente está sujeito.

CONTRAINDICAÇÕES

Gestação:

  • O REVLIMID pode causar danos fetais se for administrado a gestantes. A lenalidomida é contraindicada para gestantes. Se esse fármaco for usado durante gestações ou se a paciente engravidar enquanto estiver tomando este medicamento, a paciente deve ser informada sobre o risco em potencial para o feto.
Reações alérgicas:

  • O REVLIMID é contraindicado em pacientes que demonstraram hipersensibilidade à lenalidomida (por exemplo, angioedema, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica)
AVISOS E PRECAUÇÕES

Toxicidade embrio-fetal:

  • O REVLIMID é um análogo da talidomida, um teratogênico humano que causa defeitos humanos congênitos severos ou morte embrio-fetal. Um estudo do desenvolvimento embrio-fetal em macacos indica que a lenalidomida produz malformação nos descendentes de macacos femininos que receberam o medicamento durante a gravidez, similares aos defeitos observados em humanos que foram expostos a talidomida durante a gravidez.
  • Mulheres com potencial reprodutivo: Devem evitar a gravidez pelo menos 4 semanas antes de iniciar a terapia com REVLIMID, durante a terapia, durante as interrupções de doses e pelo menos 4 semanas após o término da terapia. Devem se comprometer a abster continuamente de relações sexuais heterossexuais ou usar dois métodos contraceptivos confiáveis a partir de 4 semanas antes de iniciar o tratamento com REVLIMID, durante a terapia, durante interrupções da dose e por 4 semanas depois da descontinuação da terapia com REVLIMID. Devem obter 2 testes negativos de gravidez de iniciar a terapia
  • Homens: A lenalidomida está presente no sêmen de pacientes que recebem a droga. Os homens sempre devem usar um preservativo de látex ou sintético durante qualquer contato sexual com mulheres com potencial de engravidar enquanto eles estiverem tomando REVLIMID e durante até 28 dias após interromper a ingestão de REVLIMID, mesmo que tiverem sido submetidos a vasectomia com êxito. Os pacientes masculinos que estiverem tomando REVLIMID não devem doar esperma
  • Doação de sangue: Durante o tratamento com REVLIMID e 1 mês após a interrupção da droga, os pacientes não devem doar sangue, porque o sangue pode ser administrado a pacientes gestantes cujo feto não deve ser exposto a REVLIMID
Programa REVLIMID REMS

Devido ao risco embrio-fetal, o REVLIMID está disponível apenas através de um programa restringido submetido a uma Estratégia de Avaliação e Mitigação de Riscos (REMS - Risk Evaluation and Mitigation Strategy) o programa REVLIMID REMS (conhecido anteriormente como RevAssist®). Os médicos que emitirem a receita e as farmácias têm que estar certificados com o programa e os pacientes precisam assinar um formulário de concordância e preencher os requisitos. Para obter mais informações sobre o programa REVLIMID REMS acesse o site www.celgeneriskmanagement.com ou ligue para +1-888-423-5436

Toxicidade hematológica: O REVLIMID pode causar neutropenia e trombocitopenia consideráveis. MM: Pacientes que tomem REVLIMID para MM (mieloma múltiplo) devem monitorar seu hemograma completo a cada 2 semanas durante as primeiras 12 semanas e depois disso mensalmente. Nos estudos combinados de MM de graus 3 e 4, toxicidades hematológicas foram mais frequentes em pacientes tratados com a combinação de REVLIMID e dexametasona do que em pacientes tratados apenas com dexametasona. LCM: Pacientes que tomem REVLIMID para LCM (linfoma de células do manto) devem monitorar seu hemograma completo semanalmente durante o primeiro ciclo (28 dias), a cada 2 semanas durante os ciclos 2 a 4 e, depois disso, mensalmente. No estudo de LCM de grau 3 ou 4, a neutropenia foi reportada em 43% dos pacientes. A trombocitopenia de grau 3 ou 4 foi reportada em 28% dos pacientes. Os pacientes podem necessitar uma interrupção e/ou redução da dose.

Tromboembolismo venoso: Eventos de tromboembolismo venoso (trombose venosa predominantemente profunda e embolia pulmonar) ocorreram em pacientes com MM tratados com a terapia combinada de lenalidomida e pacientes com SMD (síndromes mielodisplásicas) ou LCM tratados com monoterapia de lenalidomida. Não se sabe se a prescrição de anticoagulantes profiláticos ou terapias antiplaquetárias em conjunção com o REVLIMID pode diminuir o potencial de tromboembolismo venoso. A decisão de tomar medidas profiláticas deve ser tomada com cuidado depois de a avaliação dos fatores de riscos aos quais cada paciente está sujeito.

Reações alérgicas: Angioedema e sérias reações dermatológicas, incluindo síndrome de Stevens-Johnson (SJS) e necrólise epidérmica tóxica (TEN) foram encontradas. Essas ocorrências podem ser fatais. Pacientes com um histórico prévio de irritações de grau 4 associadas ao tratamento com talidomida não devem ser receber administração de REVLIMID. A interrupção ou descontinuação do REVLIMID deve ser considerada em caso de irritações na pele de graus 2-3. O REVLIMID deve ser descontinuado em caso de angioedema, irritações de grau 4, irritações esfoliativas ou com bolhas, ou em caso de suspeita de SJS ou TEN, e não deve ser continuada depois da interrupção devido a estas reações. As cápsulas de REVLIMID contêm lactose. Os riscos e benefícios do tratamento com REVLIMID devem ser avaliados em pacientes com intolerância a lactose.

Síndrome de lise tumoral: Casos fatais de síndrome de lise tumoral (SLT) foram observados durante o tratamento com lenalidomida. Pacientes com risco de SLT são aqueles com alta carga de tumores anterior ao tratamento. Estes pacientes dever ser monitorados atentamente e tomadas as precauções adequadas.

Reação de crise tumoral: A reação de crise tumoral (RCT) ocorreu durante o uso investigatório de lenalidomida para leucemia linfocítica crônica (LLC) e linfoma e é caracterizada por um leve inchaço da glândula linfática, febres baixas, dores e irritações cutâneas. O tratamento de LLC com lenalidomida sem ensaios clínicos estreitamente monitorados é desencorajado.

O monitoramento e avaliação de RCT são recomendados em pacientes com LCM. A reação tumoral pode imitar o progresso da doença (PD). Em caso de pacientes com RCT de grau 3 ou 4 TFR, é recomendado suspender o tratamento com lenalidomida até que a RCT reduza para grau 1. No estudo de LCM, aproximadamente 10% dos sujeitos experimentaram RCT; todos os relatos foram de grau 1 ou 2 de severidade. Todos os eventos ocorreram no ciclo 1 e um paciente desenvolveu RCT novamente no ciclo 11. A lenalidomida pode ser continuada em pacientes com grau 1 e 2 de RCT sem interrupção ou modificação a critério do médico. Os pacientes com RCT no grau 1 ou 2 também podem ser tratados com corticosteroides, fármacos anti-inflamatórios não esteroides (NSAIDs) e/ou analgésicos narcóticos para tratar os sintomas de RCT. Os sintomas dos pacientes com RCT de grau 3 ou 4 podem ser tratados de acordo com as orientações de tratamento para RCT de grau 1 e 2.

Hepatotoxicidade: Insuficiência hepática, incluindo casos fatais, ocorreram em pacientes tratados com lenalidomida em combinação com dexametasona. O mecanismo da hepatotoxicidade induzida por fármacos é desconhecido. Doenças pré-existentes do fígado, número basal elevado de enzimas hepáticas e medicamentos concomitantes podem ser fatores de risco. Monitore as enzimas hepáticas periodicamente. Interrompa o REVLIMID após elevação das enzimas hepáticas. Após retornar aos valores basais, pode-se considerar tratamento com doses inferiores.

Segundas malignidades primária: Pacientes com MM tratados com lenalidomida em estudos incluindo transplante de célula-tronco e melfalan obtiveram uma alta incidência de segundas malignidades primárias, especialmente leucemia mieloide aguda (LMA) e linfoma de Hodgkin, em comparação com pacientes nos grupos de controle que receberam terapia similar, mas não foram administrados com lenalidomida. Monitore os pacientes quanto ao desenvolvimento de segundas malignidades. Considere o benefício em potencial da lenalidomida e o risco de segundas malignidades primárias ao considerar o tratamento com lenalidomida.

REAÇÕES ADVERSAS

Mieloma múltiplo

  • No grupo de tratamento com REVLIMID/dexametasona, 269 pacientes (76%) sofreram ao menos uma interrupção da dose com ou sem redução de dose de REVLIMID comparado a 199 pacientes (57%) no grupo de tratamento com placebo/dexametasona
  • Dos pacientes que sofreram uma interrupção da dose com ou sem redução de dose, 76% (269/353) contra 57% (199/350), 50% no grupo de tratamento com REVLIMID/dexametasona tiveram ao menos uma interrupção de dose adicional com ou sem redução da dose em comparação com 21% no grupo de tratamento com placebo/dexametasona
  • Os eventos mais adversos e os eventos adversos de grau 3/4 foram mais frequentes em pacientes com MM que receberam tratamento da combinação de REVLIMID/dexametasona, em comparação com tratamento com placebo/dexametasona
  • Neutropenia de grau 3/4 ocorreu em 33,4% contra 3,4%; 2,3% experimentaram neutropenia febril de grau 3/4 contra 0%
  • Trombose venosa profunda (TVP) foi relatada como uma reação séria adversa ao medicamento (7,4%) ou grau 3/4 (8,2%) em comparação com 3,1% e 3,4%. A descontinuação devido a TVP foi relatada em taxas comparativas entre os grupos
  • Embolia pulmonar (EP) foi relatada como uma reação séria adversa ao medicamento (3,7%) ou grau 3/4 (4,0%) em comparação com 0,9% e 0,9%. Descontinuações devido a EP foram relatadas em taxas comparativas entre os grupos
  • Reações adversas encontradas em 15% dos pacientes com (REVLIMID/dexametasona contra dexametasona/placebo): fadiga (44% contra 42%), neutropenia (42% contra 6%), constipação (41% contra 21%), diarreia (39% contra 27%), câimbras musculares (33% contra 21%), anemia (31% contra 24%), pirexia (28% contra 23%), edema periférico (26% contra 21%), náusea (26% contra 21%), dores nas costas (26% contra 19%), infecção das vias aéreas superiores (25% contra 16%), dispneia (24% contra 17%), tontura (23% contra 17%), trombocitopenia (22% contra 11%), irritações cutâneas (21% contra 9%), tremores (21% contra 7%), perda de peso (20% contra 15%), nasofaringite (18% contra 9%), visão turva (17% contra 11%), anorexia (16% contra 10%) e disgeusia (15% contra 10%)
Síndrome mielodisplástica

  • Trombocitopenia (61,5%; 91/148) e neutropenia (58,8%; 87/148) foram encontradas mais frequentemente em eventos adversos observados na população com SMD com supressão de 5q
  • Eventos adversos de grau 3 e 4 encontrados em 5% dos pacientes com SMD com supressão de 5q foram neutropenia (53%), trombocitopenia (50%), pneumonia (7%), irritações cutâneas (7%), anemia (6%), leucopenia (5%), fadiga (5%), dispneia (5%), e dores nas costas (5%)
  • Outros eventos adversos encontrados em 15% dos pacientes com SMD com supressão de 5q (REVLIMID): diarreia (49%), prurido (42%), irritações cutâneas (36%), fadiga (31%), constipação (24%), náusea (24%), nasofaringite (23%), artralgia (22%), pirexia (21%), dores nas costas (21%), edema periférico (20%), tosse (20%), tontura (20%), dores de cabeça (20%), câimbra musculares (18%), dispneia (17%), faringite (16%), epistaxe (15%), astenia (15%), infecção das vias aéreas superiores (15%)
Linfoma de células da zona do manto

  • Eventos adversos de grau 3 e 4 reportados em 5% dos pacientes com REVLIMID no estudo de LCM (N=134) incluíram neutropenia (43%), trombocitopenia (28%), anemia (11%), pneumonia (9%), leucopenia (7%), fadiga (7%), diarreia (6%), dispneia (6%) e neutropenia febril (6%)
  • Eventos adversos severos reportados em 2 pacientes tratados com monoterapia de REVLIMID para LCM incluíram doença pulmonar obstrutiva crônica, colite por clostridium difficile, sepse, carcinoma basocelular e taquicardia supraventricular
  • Eventos adversos reportados em 15% dos pacientes tratados com REVLIMID no estudo de LCM incluíram neutropenia (49%), trombocitopenia (36%), fadiga (34%), anemia (31%), diarreia (31%), náusea (30%), tosse (28%), pirexia (23%), irritações cutâneas (22%), dispneia (18%), prurido (17%), edema periférico (16%), constipação (16%) e leucopenia (15%)
  • Eventos adversos que ocorreram em pacientes tratados com REVLIMID no estudo de LCM resultaram em pelo menos uma interrupção da dose em 76 (57%) pacientes, no mínimo uma redução da dose em 51 (38%) pacientes e interrupção do tratamento em 26 (19%) pacientes
INTERAÇÕES COM OUTROS FÁRMACOS

É recomendado monitorar periodicamente o nível de digoxina no plasma durante a administração de REVLIMID, de acordo com a opinião clínica e com base nas práticas clínicas padrão em pacientes recebendo esse medicamento. Não se sabe se existe uma interação entre dexametasona e warfarina. É recomendado um monitoramento estreito de PT e INR em pacientes com MM tomando warfarina concomitante. Agentes eritropoiéticos que podem aumentar o risco de trombose, como terapias contendo estrógeno, devem ser usados com cuidado em pacientes com MM recebendo tratamento de lenalidomida com dexametasona

USO EM POPULAÇÕES ESPECÍFICAS

Gestação: Em caso de gravidez durante o tratamento interrompa imediatamente o uso da droga. Nestes casos, encaminhe a paciente a um médico obstetra ou ginecologista experiente em toxicidade reprodutiva para prosseguir com a avaliação e o aconselhamento. Qualquer suspeita de exposição fetal a REVLIMID deve ser reportada à FDA através do programa MedWatch no número de telefone +1-800-332-1088 e também à Celgene Corporation no telefone 1-888-423-5436

Lactantes: Não se sabe se o REVLIMID é expelido no leite materno. Como muitos fármacos são excretados no leite materno e devido ao potencial de reações adversas em lactentes, deve-se decidir de interromper o medicamento ou a amamentação, considerando a importância do medicamento para a mãe.

Uso pediátrico: A segurança e eficiência em pacientes pediátricos de menos de 18 anos não foram estabelecidas

Uso geriátrico: Deve-se tomar cuidado ao escolher a dose administrada aos pacientes mais velhos, já que são mais propícios a obter uma função renal reduzida. Monitorar a função renal.

Insuficiência renal: Como o REVLIMID é eliminado inalterado primeiramente pelo rim, é recomendado o ajuste na dose inicial do REVLIMID para proporcionar a exposição apropriada da droga em pacientes com insuficiência renal moderada (Clicar 30-60 ml/min) ou severa (Clicar < 30 ml/min) e em pacientes submetidos a diálises.

Leia as informações da prescrição na íntegra, incluindo AVISOS, CONTRAINDICAÇÕES, AVISOS E PRECAUÇÕES e REAÇÕES ADVERSAS nos quadros de destaque.

Sobre a Celgene

A Celgene Corporation, sediada em Summit, Nova Jersey (EUA), é uma empresa farmacêutica global integrada engajada principalmente na descoberta, desenvolvimento e comercialização de terapias inovadoras para o tratamento do câncer e doenças inflamatórias, através de regulação de proteínas e dos genes. Para mais informações, visite o site da empresa: www.celgene.com.

Declarações de Previsão Futura

Quaisquer afirmações contidas neste comunicado à imprensa que não descrevam fatos históricos podem constituir declarações de previsão futura. As declarações de previsão futuras podem ser identificadas pelos termos esperam, antecipam, acreditam, intenciona, estima, planos, irá e perspectiva, e expressões similares. Qualquer declaração de previsão futura contida neste documento se baseia nas convicções e expectativas atuais de nossa administração, estimativas, suposições e projeções, e se refere somente à data na qual foram feitas Não assumimos qualquer obrigação pela atualização estas declarações prospectivas, exceto conforme exigido por lei. As declarações de previsões futuras estão sujeitas a uma série de riscos e incertezas, das quais muitas são difíceis de prever e geralmente estão fora do nosso controle. Os resultados atuais e futuros podem ser materialmente diferentes dos resultados implicados nas declarações de previsões futuras como resultado de uma série de fatores, muitos dos quais estão descritos mais detalhadamente em nosso Relatório Anual no Formulário 10-K e em outros relatórios apresentados à Securities and Exchange Commission (Comissão de Valores Mobiliários dos EUA).

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

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