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18/10/2011 - 20:27
Ernst & Young: Empresários Convidam os Governantes G20 a reconhece
20:27 ERNST & YOUNG: EMPRESÁRIOS CONVIDAM OS GOVERNANTES G20 A RECONHECER SEU PAPEL VITAL NA CRIAÇÃO DE EMPREGOS E INOVAÇÃO
Empresários declaram abertamente fornecer exemplos ao redor do mundo em como a inovação pode criar empregos e o crescimento econômico
- Para 62% dos empresários, o foco na inovação deve ser a prioridade número um
- 80% dos empresários dizem que os governantes devem facilitar o acesso ao financiamento aos jovens empreendedores
- Os empresários estão progressivamente se desviando de bancos e indo em direção aos investidores, VC e PE para financiamento
- 70% dos entrevistados pensam que os estudantes necessitam seguir treinamentos específicos para se tornarem empresários
LONDRES--(BUSINESS WIRE)--18 de Outubro de 2011--O que as nações de liderança no mundo devem fazer para incentivar empresários, criar empregos e fortalecer suas economias? Os empresários declaram abertamente: uma convite à ação dos governantes do G20, informada por Ernst & Young à frente da Reunião de Cúpula dos Jovens Empreendedores do G20 (G20 YES) na França no fim deste mês examina as políticas e ações que podem avançar mais rapidamente uma recuperação da economia global.
O relatório, baseado na análise de 1.000 empresários, de todos os países do G20, destaca que com a lentidão do crescimento econômico seguido de recessão, houve um declínio significativo na criação de novos empregos. O impacto mais evidente da escassez de trabalho é na população jovem, cujo atraso no crescimento dos lucros pode afetar suas despesas pessoais e a saúde de economias nacionais pelos próximos anos.
Maria Pinelli, vice presidente para o Crescimento Estratégico de Mercados da Ernst & Young comenta: "A chave para uma recuperação da economia global é dar suporte aos empresários. Os empresários criam empregos, constroem economias e dão apoio às comunidades. Existe uma clara oportunidade de dar suporte aos jovens, através do empreendedorismo em nações desenvolvidas e em desenvolvimento. O empreendedorismo pode elevar o nível de vida da juventude, diminuir a pobreza e ter um impacto significativamente positivo na sociedade."
Conforme o relatório, os governantes do G20 necessitam de ferramentas mais robustas para medir o empreendedorismo e aumentar o impacto de incentivos concebidos para auxiliar no crescimento da inovação e enfrentar a lentidão na contratação de serviços, o declínio da criação de empregos e o aumento geral do desemprego.
O relatório destaca cinco pilares chave para construir um ambiente de empreendimento bem sucedido: "cultura de empreendedorismo", "educação e treinamento", "acesso ao financiamento", "regulamentação e taxação, e "suporte coordenado" entre as diferentes agências públicas envolvidas na direção de facilitar e apoiar o empreendedorismo dentro de um país.
Jean-Pierre Letartre, gerente nacional de parcerias da Ernst & Young na França, um dos anfitriões da edição de 2011 do G20 YES, disse: Embora não devam escolher vencedores e perdedores, os governos devem criar a plataforma correta para o crescimento e continuar a ter um papel importante desempenhado no fácil acesso ao financiamento para jovens empreendedores. Em quase todos os países do G20, os próprios empresários apontam para o papel chave que o governo tem que desempenhar, sendo que isto deve ser uma prioridade principal na política regulatória."
1. Cultura de empreendedorismo: o esforço gera sucesso A ideia de falha empresarial como um estigma ressoa em países que não tem uma forte cultura de empreendedorismo. Por outro lado, em outros países, a falha é vista quase como um distintivo de honra, particularmente em setores de risco, como capital de risco. Baseado em nossa análise, a abordagem correta para os governos estimularem uma cultura de empreendedorismo mais intensa na sociedade e no ambiente comercial, é reconhecer a forte contribuição dos empresários na inovação e na criação de empregos. O papel de empresários de sucesso é também a chave para inspirar as futuras gerações.
2. Educação e treinamento: um escopo mais amplo é necessário 80% dos empresários nos mercados de rápido crescimento do G20 pensam que os estudantes necessitam seguir treinamentos específicos para se tornarem empresários (comparados com uma média de 70% em todo o G20). Deve haver mais programas específicos de educação dedicados ao empreendedorismo a fim de encorajar os jovens estudantes a identificar oportunidades de mercado e opções válidas de carreira. A educação do empreendedorismo deve iniciar o mais cedo possível desde escolas fundamentais até universidades, escolas comerciais, mas também com profissionais movidos de papéis corporativos para suas próprias iniciativas. Um escopo mais amplo de educação em reconhecer oportunidades comerciais e o conhecimento, auto-estima e habilidades em atuar com elas são aspectos centrais da educação empresarial. Novamente, os empresários de sucesso têm um intenso papel a desempenhar na orientação e contribuição à educação baseada na comunidade que valoriza as experiências da vida real.
3. Acesso ao financiamento: é vital explorar diversas fontes O acesso ao financiamento continua a ser o desafio mais significativo para a criação, sobrevivência e crescimento de companhias empresariais de sucesso. Embora os instrumentos de financiamento estejam se desenvolvendo em diferentes índices em todos os países do G20, 80% dos empresários entrevistados acreditam que os governos têm um papel de lideração na criação de um ambiente correto para acesso ao financiamento por jovens empreendedores. De forma notável, garantias de crédito estão emergindo como uma forte alavanca direcionada ao crédito bancário em declínio. Entretanto, com várias pressões fiscais de governos incididas e empréstimos bancários cada vez mais com aversão a riscos, os empresários estão se voltando a nível geral em direção aos investidores, capital de risco e financiamento privado justo. Ao mesmo tempo, em 14 dos países do G20 têm sido lançados mercados de estoque público dedicados às empresas de crescimento rápido, tendo atraído um número crescente de empresas durante os últimos cinco anos.
4. Regulamentação e taxação: bom progresso, mas a regulamentação pode melhorar a fim de encorajar a inovação Desde a recessão, é mais amplamente aceito internacionalmente que os governos tenham um papel substancial a desempenhar na regulamentação, incentivo e direção da atividade de setores privados. Muitas empresas têm apresentado condições mais simples em termos de custo e facilidade de iniciar um negócio, sendo que percepções de progresso quanto a isto são positivas de modo correspondente. Práticas de liderança estão emergindo. Os incentivos mais impactantes têm claramente como objetivo encorajar a inovação e os empresários de modo estável, multi-modal, sendo seu impacto regularmente medido.
5. Tempo coordenado: tempo para equipe Agências de governo, incubadoras de negócios, recursos de universidades e programas de treinamento têm claramente aperfeiçoado seus níveis de suporte nos últimos cinco anos. Mas os empresários esperam deles melhor coordenação de seus esforços para desbloquear atividades empresariais maiores. Apenas 44% dos empresários de todos os países do G20 percebem que estes programas são bem coordenados. Eles devem focalizar particularmente seu suporte às jovens gerações de empreendedores e auxiliá-las a expandir a nível internacional.
Maria conclui, "Os empresários têm um papel vital a desempenhar no auxílio de nossas economias a se sobressaírem. Entretanto, uma das barreiras mais comuns para o crescimento futuro é a falta de financiamento. Para mim, é espantoso que empresários e, em particular, jovens empreendedores não tenham suporte e conhecimento suficiente para o papel importante que desempenham na criação de empregos e geração de inovação. Eles claramente necessitam de mais suporte e atenção na política fiscal e governamental."
- Fim -
Notas sobre os editores
O relatório da Ernst & Young foi criado para a Reunião de Cúpula dos Jovens Empreendedores do G20 (YES), que irá ocorrer em Nice, França, de 31 de outubro a 2 de novembro de 2011. O relatório foi encarregado pela Aliança de Jovens Empreendedores do G20, um movimento mundial cujo objetivo é destacar à população jovem o papel vital desempenhado pelos empresários no crescimento, inovação, criação de empregos e competitividade das nações.
O relatório utiliza uma combinação de medidas quantitativas e qualitativas:
- Os indicadores dos ambientes macro-econômicos e comerciais das variáveis influenciam diretamente o empreendedorismo
- Uma análise de percepções de 1.001 empresários em todos os países do G20
- Entrevistas qualitativas de 27 empreendedores emblemáticos
- Uma análise das recentes práticas de liderança dos governos do G20
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