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DINO - 27 set, 2016) - Calcinha e sutiã, dois itens indispensáveis para a mulher, seja com transparências, laços, fitas, rendas ou cortes sensuais, são alguns detalhes que encontramos na lingerie. Em um ano em que a política e economia do país está conturbada, o mercado da moda íntima feminina dribla a crise e apresenta crescimento e expansão.
Segundo dados do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI) de 2014, o mercado da moda íntima feminina cresceu 33% nos últimos quatro anos. Um exemplo disso é o Grupo Lutestil, fabricante de lingerie. Júnior Zampol, diretor da empresa conta que, após o lançamento da linha Lut, a marca aumentou as vendas e visa um 2017 de sucesso.
"O lançamento da marca Lut está sendo um sucesso. Em um ano de crise estamos com crescimento de 3% considerando as vendas até o mês de agosto. Além disso, estamos otimistas para as vendas de final de ano e nos planejando para um 2017 ainda melhor", revela.
O diretor ressalta que o mercado passa pelo seu melhor momento e cita os shoppings como exemplo.
"Podemos ver esta expansão nos shoppings. Vemos pelo menos quatro ou cinco marcas com lojas próprias ou em franquias. Há cinco ou seis anos havia somente duas lojas que vendiam lingerie."
Júnior ainda conta que um dos fatores do crescimento é a necessidade que a mulher busca para sentir-se linda e cita um modelo de sutiã que virou tendência. "A mulher brasileira tem a sensualidade intrínseca em sua essência, sendo assim, a lingerie tornou-se também um acessório de moda, igual a um batom, rímel ou um colar. Podemos observar que o sutiã Strappy Bra (aquele com várias tiras) tornou-se parte do look feminino."
Sobre a Lutestil
Há 35 anos no mercado de moda íntima feminina, a Lutestil é uma importante marca que atende os maiores magazines do país e lojas de todo o Brasil, graças a sua elevada capacidade de produção mensal.