O Abraxane em conjunto com a gemcitabina foi superior à administração da gemcitabina sozinha, com resultados estatisticamente e clinicamente significativos em todos os critérios de avaliação primários e secundários e subgrupos de pacientes
Apresentação Oral Programada para sexta-feira, 25 de janeiro na Reunião Anual do Simpósio de Câncer Gastrointestinal da ASCO
BOUDRY, Suíça--(
BUSINESS WIRE)--24 de Janeiro de 2013--A Celgene International Sàrl, uma subsidiária da Celgene Corporation (NASDAQ: CELG), anunciou hoje que o seu ensaio clínico da fase III do ABRAXANE
® (partículas associadas à proteína paclitaxel para suspensão injetável) (associada à albumina) em combinação com a gemcitabina no tratamento de pacientes com câncer de pâncreas metastático submetidos a tratamento pela primeira vez demonstrou uma melhoria estatisticamente significativa na sobrevida em geral em comparação com pacientes que receberam apenas a gemcitabina [(média de 8,5 contra 6,7 meses) (HR 0,72, P = 0,000015)].
No estudo MPACT (acrônimo da expressão em inglês
Metastatic
Pancreatic
Adenocarcinoma
Clinical
Trial - Estudo Clínico de Adenocarcinoma de pâncreas Metastático), o ABRAXANE em combinação com a gemcitabina demonstrou um aumento de 59% na sobrevida de um ano (35% contra 22%, p = 0,0002) e demonstrou o dobro da taxa de sobrevida em dois anos (9% contra 4%, p = 0,02), em comparação com a gemcitabina administrada sozinha.
O ABRAXANE em combinação com a gemcitabina também demonstrou uma melhoria estatisticamente significativa nos principais critérios de avaliação secundários em comparação com a gemcitabina sozinha, incluindo uma redução de 31% no risco de progressão ou morte com uma sobrevida média livre de progressão (PFS) de 5,5 contra 3,7 meses (HR 0,69 , P = 0.000024) e uma taxa de resposta global (ORR) de 23% em comparação com 7% (razão da taxa de resposta de 3,19, p = 1,1 x 10
-10). Outro critério de avaliação avaliado incluiu o tempo para a falha do tratamento, que foi significativamente melhorado com a combinação com o ABRAXANE, em comparação com a gemcitabina sozinha [(mediana 5,1 contra 3,6 meses) (HR 0,70, P <0,0001)].
"As últimas décadas nos trouxeram pouquíssimos avanços no tratamento para pacientes com câncer de pâncreas avançado, que é tanto mortal, quanto incrivelmente difícil de tratar com sucesso", disse Daniel D. Von Hoff, Médico, F.AC.P., investigador chefe principal do estudo MPACT e Diretor Científico de Ensaios Científicos do Virginia G. Piper Cancer Center do Scottsdale Healthcare e Médico-Chefe do Translational Genomics Research Institute (TGen). "O fato de que o Abraxane em conjunto com a gemcitabina demonstrou um benefício de sobrevida global e, também, o fez em um ou dois anos, é um passo significativo no sentido de oferecer uma nova esperança potencial para os nossos pacientes."
Os eventos adversos mais comuns relacionados ao tratamento do grau 3 no estudo para o ABRAXANE em conjunto com a gemcitabina em contraste com a gemcitabina sozinha foram a neutropenia (38% contra 27%), fadiga (17% contra 7%) e neuropatia (17% contra 1%). No ramo do ABRAXANE com a gemcitabina, o tempo mediano para a melhoria da neuropatia foi de 29 dias. Não houve diferença na toxicidade grave com risco de vida (4% em cada ramo).
"Estamos entusiasmados com os resultados do estudo MPACT do Abraxane e do potencial que esta combinação de tratamento pode trazer para os pacientes com câncer de pâncreas avançado", disse Jean-Pierre Bizzari, Médico, Vice-Presidente Executivo, Chefe Global, Pesquisa Clínica de Oncologia e Hematologia, Celgene Corporation. "Como o maior ensaio clínico do mundo real da Fase III em câncer de pâncreas avançado, os resultados clinicamente significativos observados nos principais critérios de avaliação do estudo e subgrupos de pacientes são um reflexo do nosso compromisso contínuo para desenvolver novas terapias inovadoras nas áreas críticas de necessidade."
Mais detalhes sobre o estudo serão destacadas em uma apresentação oral introduzida à última hora pelo Dr. Daniel D. Von Hoff:
- Resumo: LBA #148: Os resultados finais de um estudo randomizado da fase III de nab-paclitaxel semanal mais gemcitabina contra a gemcitabina sozinha em pacientes com adenocarcinoma metastático do pâncreas. Sexta-feira, 25 de janeiro, de 14 horas às 15h:30min PST, no Simpósio de Câncer Gastrointestinal de 2013 da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) em San Francisco, Califórnia.
Com base nos resultados do estudo MPACT, a Celgene planeja apresentar processos para registro nos EUA e na Europa durante o primeiro semestre de 2013, seguido por apresentações em outros países/regiões durante o segundo semestre de 2013.
Estes resultados derivam de um estudo experimental da fase III. O ABRAXANE não está aprovado atualmente para o tratamento de câncer de pâncreas avançado.
Sobre o Estudo MPACT
No estudo MPACT (acrônimo da expressão em inglês (
Metastatic
Pancreatic
Adenocarcinoma
Clinical
Trial - Estudo Clínico de Adenocarcinoma de pâncreas Metastático), um estudo internacional, randomizado, aberto patrocinado pela Celgenecom, 861 pacientes com metástase de câncer de pâncreas foram randomizados para receber o ABRAXANE em combinação com a gemcitabina (125 mg/m
2 seguido de 1000 mg/m
2 de gemcitabina durante 3 semanas, seguidas por uma semana de repouso) ou apenas a gemcitabina (1000 mg/m
2 administrada semanalmente durante 7 semanas, seguido por uma semana de repouso, e, depois, por ciclos de administração semanal durante 3 semanas, seguido de uma semana de repouso). O critério de avaliação primário do estudo é a melhoria da sobrevida global. Os critérios de avaliação secundários foram a sobrevida livre de progressão e a taxa de resposta global determinada pela revisão radiológica independente. Outros critérios de avaliação incluíram a sobrevida livre de progressão, a taxa de resposta global determinada pelo investigador e a segurança e a tolerabilidade dessa combinação nesta população de pacientes.
Sobre o Câncer de pâncreas avançado
O câncer de pâncreas avançado é um câncer de difícil tratamento, com as menores taxas de sobrevida entre os todos os tipos de câncer. Em todos os pacientes com câncer de pâncreas, a sobrevida relativa de 5 anos é de 6% em relação e é inferior a 2% para aqueles com a doença avançada. Existem dois tipos principais de câncer de pâncreas - adenocarcinomas, que representa aproximadamente 90% de todos os cânceres de pâncreas, e tumores neuroendócrinos. O câncer de pâncreas é relativamente incomum, com novos casos representando apenas 2,1% de todos os cânceres recém-diagnosticados. No entanto, o câncer de pâncreas é a quarta causa mais comum de morte por câncer nos Estados Unidos e a oitava causa no nível mundial.
Sobre o ABRAXANE®
ABRAXANE é uma formulação de paclitaxel em nanopartículas ligadas à albumina que é fabricada usando a tecnologia
nab® patenteada. O ABRAXANE é formulado com albumina, uma proteína humana, e não contém solventes.
Nos Estados Unidos, o ABRAXANE foi aprovado pela primeira vez em janeiro de 2005 para o tratamento de câncer de mama, após a falha da quimioterapia combinada para doença metastática ou recidiva dentro de 6 meses da quimioterapia adjuvante. A terapia anterior deveria ter incluído a antraciclina, a menos que clinicamente contraindicada. O ABRAXANE também está aprovado na União Europeia/ Espaço Econômico Europeu (UE/EEE), Canadá, Rússia, Austrália, Nova Zelândia, Índia, Japão, Coreia do Sul, Sri Lanka, Butão, Nepal, Emirados Árabes Unidos e China para o tratamento de câncer de mama metastático.
Em outubro de 2012, o ABRAXANE foi aprovado pelo FDA dos Estados Unidos como terapia de primeira linha para o carcinoma de pulmão de células não pequenas ou avançado localmente, em combinação com carboplatina, em pacientes que não são candidatos para cirurgias de cura ou terapias de radiação.
Para obter a informação completa sobre prescrição do ABRAXANE, acesse
http://www.abraxane.com.
O ABRAXANE está passando atualmente por várias fases de investigação para o tratamento dos seguintes tipos de câncer: pancreático, melanoma metastático, da bexiga, do ovário e aplicações expandidas para o câncer de mama.
Informações Regulatórias Americanas para o Abraxane
ABRAXANE®para suspensão injetável (partículas ligadas à proteína paclitaxel para suspensão injetável) (ligadas à albumina) é indicado para o tratamento do câncer de mama depois do fracasso da combinação de quimioterapia para doenças metastáticas ou retrocesso em um lapso de 6 meses de quimioterapia adjuvante. Terapias prévias deveriam incluir antraciclina, a menos que seja contraindicado.
O ABRAXANE é indicado para o tratamento de primeira linha do carcinoma de pulmão de células não pequenas ou avançado localmente, em combinação com carboplatina, em pacientes que não são candidatos para cirurgias de cura ou terapias de radiação.
Informações importantes de segurança
ADVERTÊNCIA - NEUTROPENIA
- Não administre a terapia com ABRAXANE a pacientes com contagem basal de neutrófilos inferior a 1.500 células/mm3. A fim de monitorar a ocorrência de supressão da medula óssea, principalmente neutropenia, que pode ser severa e resultar em infecção, recomenda-se que a contagem de glóbulos vermelhos periféricos seja realizada em todos os pacientes que estiverem recebendo ABRAXANE.
- Observação: uma forma de albumina do paclitaxel pode afetar substancialmente as propriedades funcionais de um medicamento com relação àquelas do fármaco na solução. NÃO SUBSTITUA POR OU COM OUTRAS FORMULAÇÕES DO PACLITAXEL.
CONTRAINDICAÇÕES
Contagem de neutrófilos
- O ABRAXANE não deve ser usado em pacientes que tenham contagem basal de neutrófilos inferior a 1.500 células/mm3
Hipersensibilidade
- Pacientes que tiverem uma reação de hipersensibilidade grave ao ABRAXANE não devem reintroduzir o fármaco
ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
Efeitos Hematológicos
- Supressão da medula óssea (principalmente neutropenia) depende da dose e de uma toxicidade limitadora da dose do ABRAXANE
- Monitorar a mielotoxicidade ao realizar hemograma completo com frequência, inclusive antes da dosagem no Dia 1 para câncer de mama metastático (MBC) e Dias 1, 8, e 15 para câncer de pulmão de células não pequenas (NSCLC)
- Não administre a terapia com ABRAXANE a pacientes com contagem basal de neutrófilos (ANC) inferior a 1.500 células/mm3
- No caso de neutropenia grave (menos de 500 células/mm3 durante 7 dias ou mais) durante um curso da terapia com ABRAXANE, reduzir a dose do ABRAXANE nos cursos posteriores da terapia em pacientes com MBC ou NSCLC
- Em pacientes com MBC, retomar o tratamento a cada ciclo de 3 semanas do ABRAXANE após a contagem basal de neutrófilos (ANC) se recuperar a um nível de >1.500 células/mm3 e as plaquetas se recuperarem a >100.000 células/mm3
- Em pacientes com NSCLC, retomar o tratamento se recomendado, em doses permanentemente reduzidas tanto para o ABRAXANE semanal, quanto para a carboplatina a cada 3 semanas após a contagem basal de neutrófilos (ANC) se recuperar para, no mínimo, 1.500 células/mm3 e a contagem de plaquetas se recuperar para, no mínimo, 100.000 células/mm3 no Dia 1 ou para uma contagem basal de neutrófilos (ANC) de, pelo menos, 500 células/mm3 e plaquetas de, pelo menos, 50.000 células/mm3 nos Dias 8 ou 15 do ciclo
Sistema Nervoso
- A neuropatia sensorial depende da dose e do cronograma
- A ocorrência da neuropatia sensorial de grau 1 ou 2 geralmente não requer modificação da dose
- Em caso de desenvolvimento da neuropatia sensorial de grau 3, o tratamento deve ser retido até a resolução para grau 1 ou 2 para MBC ou até a resolução para Grau 1 para NSCLC, seguida por uma redução da dose para todos os cursos subsequentes do ABRAXANE
Hipersensibilidade
- Foram reportadas reações graves e, algumas vezes, fatais, incluindo reações anafiláticas
- Pacientes que tiverem uma reação de hipersensibilidade grave ao ABRAXANE não devem ter o fármaco reintroduzido
Insuficiência hepática
- Como a exposição e a toxicidade do paclitaxel podem ser aumentadas com a insuficiência hepática, a administração do ABRAXANE em pacientes com insuficiência hepática deve ser realizada com cautela
- A dose inicial deve ser reduzida para pacientes com insuficiência hepática moderada ou grave
Albumina (Humana)
- ABRAXANE contém albumina (humana), um derivado do sangue humano
Uso na gravidez: Categoria Gravidez D
- ABRAXANE pode causar dano fetal quando administrado a uma mulher grávida
- Se este medicamento for usado durante a gravidez, ou se a paciente engravidar enquanto estiver recebendo tal medicamento, o paciente deve ser informado sobre o perigo potencial para o feto
- As mulheres em idade fértil devem ser aconselhadas a evitar engravidar durante o período em que estiverem recebendo ABRAXANE
Uso em homens
- Homens devem ser aconselhados a não gerarem filhos enquanto estiverem tomando ABRAXANE
REAÇÕES ADVERSAS
Estudo Randomizado do Câncer de Mama Metastático (MBC)
- No estudo randomizado do câncer de mama metastático, os efeitos adversos mais comuns ( 20%) com o uso de agente único do ABRAXANE foram a alopecia (90%), neutropenia (todos os casos 80%; graves 9%), neuropatia sensorial (qualquer sintoma 71%; grave 10%), ECG anormal (todos os pacientes 60%, pacientes com contagem basal normal 35% ), fatiga/astenia (qualquer 47%; grave 8%), mialgia/artralgia (qualquer 44%; grave 8%), elevações de AST (qualquer 39%), elevações de fosfatase alcalina (qualquer 36%), anemia (todos os casos 33%; grave 1%), náusea (qualquer 30%; grave, 3%), diarreia (qualquer 27%; grave < 1%) e infecções (24%)
- A neuropatia sensorial foi a causa da interrupção do uso do ABRAXANE em 7/229 (3%) pacientes
- Outros eventos adversos de nota incluíram vômito (qualquer 18%, grave 4%), disfunção renal (qualquer 11%; grave 1%), retenção de líquidos (qualquer 10%; grave 0%), mucosite (qualquer 7%, grave <1%), disfunção hepática (elevações em bilirrubina 7%), reações de hipersensibilidade (qualquer 4%; grave 0%), trombocitopenia (qualquer 2%; grave < 1%) e reações no local da injeção (< 1%). Em todos os pacientes tratados com o ABRAXAME (n=366), foram reportados distúrbios oculares/visuais (qualquer 13%; 1% grave). Também foram reportados casos de desidratação e pirexia
- Os eventos cardiovasculares graves possivelmente relacionados ao ABRAXANE de agente único ocorreram em aproximadamente 3% dos pacientes e incluíram isquemia cardíaca/infarto, dor no peito, parada cardíaca, taquicardia supraventricular, edema, trombose, tromboembolismo pulmonar, embolia pulmonar e hipertensão
- Foram relatados casos de ataques cerebrovasculares (derrames) e ataques isquêmicos transitórios
Estudo de Câncer de Pulmão de Células Não Pequenas (NSCLC)
- As reações adversas com uma diferença de 2%, de grau 3 ou superior, com a utilização combinada de ABRAXANE e carboplatina no NSCLC foram: anemia (28%), neutropenia (47%), trombocitopenia (18%) e neuropatia periférica (3% )
- As reações adversas mais comuns ( 20%) do ABRAXANE em combinação com a carboplatina, para NSCLC, foram anemia, neutropenia, trombocitopenia, alopecia, neuropatia periférica, náusea e fadiga
- As reações adversas graves mais comuns do ABRAXANE em combinação com a carboplatina, para NSCLC, foram anemia (4%) e pneumonia (3%)
- As reações adversas mais comuns que resultaram na interrupção permanente do ABRAXANE foram neutropenia (3%), trombocitopenia (3%) e neuropatia periférica (1%)
- As reações adversas mais comuns que resultam na redução da dose do ABRAXANE foram a neutropenia (24%), a trombocitopenia (13%) e a anemia (6%)
- As reações adversas mais comuns que levam à retenção ou atraso na dosagem do ABRAXANE foram a neutropenia (41%), a trombocitopenia (30%) e a anemia (16%)
- As reações adversas comuns dispostas a seguir ( 10% incidência) foram observadas com uma incidência semelhante em pacientes tratados com ABRAXANE em combinação com carboplatina e com injeção de paclitaxel em combinação com a carboplatina: alopecia 56%, 27% náuseas, 25% fadiga, diminuição do apetite 17%, astenia 16%, constipação 16%, diarreia 15%, vômito 12%, dispneia 12% e erupção cutânea (as taxas de incidência são do grupo de tratamento com Abraxane em combinação com a carboplatina)
Experiência pós-comercialização com ABRAXANE e outras formulações de Paclitaxel
- Reações de hipersensibilidade graves e, às vezes, fatais, foram relatadas com o ABRAXANE. Não foi estudado o uso do ABRAXANE em pacientes que anteriormente apresentavam hipersensibilidade à injeção de paclitaxel ou de albumina humana
- Houve relatos de insuficiência cardíaca congestiva e disfunção ventricular esquerda com o ABRAXANE, principalmente entre os indivíduos com histórico cardíaco subjacente ou exposição prévia a fármacos cardiotóxicos
- Houve relatos de extravasamento de ABRAXANE. Dada a possibilidade de extravasamento, é aconselhável acompanhar de perto o local da infusão do ABRAXANE para verificar possível infiltração durante a administração do fármaco
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
- Deve-se ter cautela ao administrar o ABRAXANE concomitantemente com medicamentos conhecidos por inibir ou induzir CYP2C8 ou CYP3A4
USO EM POPULAÇÕES ESPECÍFICAS
Mães que amamentam
- Não se sabe se o paclitaxel é excretado no leite humano. Como muitos fármacos são excretados no leite humano e devido ao potencial de reações adversas graves em lactentes, deve ser tomada uma decisão para interromper a amamentação ou o fármaco, levando em consideração a importância do fármaco para a mãe
Uso Pediátrico
- A segurança e a eficácia do ABRAXANE em pacientes pediátricos não foram avaliadas
Uso Geriátrico
- Não houve ocorrência de toxicidade, em especial, mais frequentemente entre pacientes 65 anos de idade que receberam ABRAXANE para MBC
- Mielossupressão, neuropatia periférica e a artralgia e foram mais frequentes em pacientes 65 anos de idade tratados com ABRAXANE e carboplatina em NSCLC
Disfunção renal
- O uso de ABRAXANE não foi estudado em pacientes com disfunção renal
DOSAGEM E ADMINISTRAÇÃO
- Recomenda-se o ajuste da dose para pacientes com insuficiências hepáticas moderadas e graves e pacientes que sofrerem de neutropenia grave ou neuropatia sensorial grave durante o tratamento com ABRAXANE
- Suspender o uso de ABRAXANE se AST> 10 x ULN ou bilirrubina > 5 x ULN
- A redução ou a interrupção das doses pode ser necessária com base em toxicidades hematológicas ou neurológicas graves
- Monitorar os pacientes de perto
Veja todas as informações sobre prescrição, inclusive ADVERTÊNCIAS ressaltadas, CONTRAINDICAÇÕES, ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES E REAÇÕES ADVERSAS.
Sobre a Celgene A Celgene International Sàrl, localizada em Boudry, no Cantão de Neuchâtel, Suíça, é uma subsidiária integral e sede internacional da Celgene Corporation. A Celgene Corporation, sediada em Summit, Nova Jersey, é uma empresa farmacêutica global integrada, empenhada, principalmente, na descoberta, desenvolvimento e comercialização de terapias inovadoras para o tratamento do câncer e doenças inflamatórias, através de regulação de proteínas e dos genes. Para obter outras informações, visite o site da empresa em
www.celgene.com.
Declarações Prospectivas
Este comunicado de imprensa contém declarações prospectivas, que, geralmente, são declarações que não são fatos históricos. As declarações prospectivas podem ser identificadas pelas palavras "espera", "prevê", "acredita", "pretende", "estima", "planeja", "irá", "panorama" e expressões similares. As declarações prospectivas são baseadas em planos atuais da administração, estimativas, suposições e projeções e se referem apenas à data em que são feitas. Não assumimos qualquer obrigação de atualizar quaisquer declarações prospectivas, quer seja como resultado de novas informações ou eventos futuros, exceto conforme de outra forma exigido por lei. As declarações prospectivas envolvem riscos e incertezas inerentes, cuja maioria são de difícil previsão e, geralmente, estão além do nosso controle. Os resultados ou produtos reais podem diferir materialmente daqueles implícitos pelas declarações prospectivas em decorrência do impacto de uma série de fatores, muitos dos quais são discutidos mais detalhadamente em nosso Relatório Anual no Formulário 10-K e outros relatórios protocolados junto à Securities and Exchange Commission (Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos).
O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

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