SAN RAMON, Calif.--(
BUSINESS WIRE)--12 de Abril de 2013--A Stratus Consulting, principal consultoria ambiental dos demandantes no processo ambiental que tramita contra a Chevron no Equador, ofereceu depoimentos juramentados (disponíveis
aqui e
aqui) que descrevem em detalhes a conduta fraudulenta dos advogados dos demandantes no processo. A Stratus também declarou que não há base científica para fundamentar as alegações dos demandantes contra a Chevron Corp (NYSE: CVX) e a Texaco Petroleum (Texpet).
As declaraçoes foram prestadas como parte de um acordo com a Chevron nas ações de fraude e extorsão apresentadas contra a Consultoria Stratus no litígio ambiental Equatoriano.
A Stratus, ré no caso que a Chevron ajuizou nos Estados Unidos em fevereiro de 2011 para discutir fraudes e extorsões praticadas no processo equatoriano (ação judicial RICO, conforme expressão utilizada no direito norte-americano), forneceu declarações juramentadas nas quais admite que tinha conhecimento da má conduta dos advogados dos demandantes no julgamento de Lago Agrio e confirma que não há embasamento científico para o pedido de indenização por danos ambientais que os demandantes apresentaram contra a Chevron Corp. O julgamento da
ação judicial RICO ajuizada pela Chevron está agendado para 15 de outubro de 2013.
Estamos satisfeitos com a decisão da Stratus de revelar a verdade. Pedimos que outras pessoas com conhecimento da fraude cometida no julgamento no Equador se apresentem e façam o que é certo, disse Hewitt Pate, vice-presidente e conselheiro geral da Chevron.
Em declarações juramentadas, a Stratus detalha a participação da empresa e dos advogados dos demandantes na elaboração do laudo pericial de danos ambientais assinado pelo perito judicial Richard Cabrera, supostamente independente. O laudo serviu como base científica para a sentença de 2011 contra a Chevron no Equador. O testemunho também faz um relato direto sobre como o principal advogado dos demandantes, Steven Donziger, controlou o processo de elaboração do laudo assinado por Richard Cabrera e da pressão exercida por Donziger para inventar danos atribuídos à Chevron. Nos documentos apresentados hoje ao tribunal do Distrito Sul de Nova York, os representantes da Stratus afirmam:
- A Stratus não tem conhecimento de qualquer evidência científica de que pessoas na antiga área de concessão estejam bebendo água contaminada por petróleo.
- Em nenhum momento durante o trabalho no Projeto Equador eu vi qualquer dado que confirme a constatação de contaminação das águas subterrâneas devido às operações da TexPet ...
- Eu não tenho conhecimento de quaisquer dados científicos que mostrem que quaisquer efeitos adversos à saúde possam ter sido causados pela contaminação advinda das operações petrolíferas no Oriente.
- ...a conclusão de que foram registradas 1400 mortes por câncer nas proximidades da área de operações petrolíferas é inválida e insubsistente.
- Eu não tenho conhecimento de qualquer evidência científica crível que confirme a afirmação de que as taxas de câncer foram 30 vezes maiores que as normais, ou que a incidência de leucemia infantil chegou a atingir níveis alarmantes.
- Eu não tenho conhecimento de evidências científicas críveis de que mais de 9.000 pessoas na área de operações petrolíferas no Equador irão contrair câncer nas próximas décadas ou que isso esteja relacionado de qualquer modo às operações petrolíferas.
- Eu não tenho conhecimento de qualquer evidência científica crível que confirme a afirmação de que a operação de concessão da TexPet tenha devastado milhares de quilômetros quadrados de uma floresta tropical outrora intocada, tenha envenenado o ambiente de dezenas de milhares de pessoas, ou tenha dizimado tribos indígenas que viviam na região.
- Eu nego todos e quaisquer resultados e conclusões de todos os meus relatórios e testemunhos no Projeto Equador. Eu lamento profundamente ter permitido que eu e minha empresa fôssemos usados no Litígio de Lago Agrio da maneira como fomos...
Assim como a Stratus, vários grupos que estavam alinhados com os demandantes já admitiram sua colaboração com o litígio fraudulento contra a Chevron no Equador. Em janeiro deste ano, um
ex-juiz equatoriano admitiu sua participação na elaboração da sentença fraudulenta contra a Chevron. Também foi revelado que um dos maiores financiadores dos demandantes, o fundo de investimento Burford Capital,
acusou os advogados dos demandantes de fraude e má conduta em sua atuação no caso. Em dezembro do ano passado, um ex-consultor ambiental dos demandantes apresentou provas adicionais da fraude e da fabricação de provas por parte dos advogados dos demandantes ao decidir fornecer aos tribunais informações sobre sua conduta no caso.
A Chevron é uma das empresas líderes mundiais de energia integrada, com subsidiárias que realizam negócios em todo o mundo. A companhia está envolvida em praticamente todos os aspectos da indústria energética. A Chevron explora, produz e transporta petróleo bruto e gás natural; refina, comercializa e distribui combustíveis para transporte e lubrificantes; fabrica e vende produtos petroquímicos; gera energia e produz energia geotérmica; fornece soluções de eficiência energética e desenvolve os recursos energéticos do futuro, incluindo os biocombustíveis. A sede da Chevron é em San Ramon, Califórnia. Mais informações sobre a Chevron estão disponíveis em
http://www.chevron.com
A Chevron está se defendendo contra falsas acusações de que é responsável por supostos danos ambientais e sociais na região do Oriente do Equador. A Chevron nunca realizou operações de exploração petrolífera no Equador, e sua subsidiária Texaco Petroleum Co. (TexPet) remediou totalmente sua parte nos impactos ambientais decorrentes das operações de produção de petróleo antes de deixar o Equador em 1992. Após a remediação ser certificada por todas as agências do governo equatoriano responsáveis pela supervisão, a TexPet recebeu uma liberação completa dos governos federal, provincial e municipal locais que extinguiu toda a responsabilidade da empresa sobre reivindicações futuras antes da aquisição da TexPet pela Chevron em 2001. Todas as evidências científicas legítimas corroboram com a Chevron e provam que os lugares remediados não apresentam riscos significativos para a saúde humana ou para o meio-ambiente.
Mais informações sobre a fraude dos advogados dos autores e sobre o litígio no Equador podem ser encontradas
aqui. Siga nosso perfil no twitter @julgamentobruto.

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