Releases 26/04/2013 - 17:58

Bank of America informa receita líquida de US$ 2,6 bilhões no primeiro trimestre de 2013, ou US


A dinâmica dos negócios continua

  • Saldos de depósitos aumentam 5% em relação ao 1º trimestre de 2012 atingindo US$ 1,1 trilhão
  • Primeiro ônus hipotecário produziu até 57% a mais em relação ao 1º trimestre de 2012 atingindo US$ 24 bilhões
  • Gestão global de fortunas e investimentos registra recorde de receita pós-fusão, lucro líquido e ativos de longo prazo no âmbito dos fluxos de gestão
  • Taxas de perda de crédito do consumidor caem pelo quinto ano consecutivo
  • Saldos de empréstimos comerciais aumentam 17% em relação ao 1º trimestre de 2012 atingindo US$ 367 bilhões
  • Mantém a 2ª posição no ranking de tarifas globais de banco de investimentos; aumento de 26% em relação ao 1º trimestre de 2012 atingindo US$ 1,5 bilhão
  • Despesa não decorrentes de juros caíram quase US$ 1 bilhão em relação ao 1º trimestre de 2012, impulsionada principalmente pelo Projeto New BAC Iniciativas
  • Progressos significativos na Legacy Assets and Servicing; o número de empréstimos hipotecários com mais de 60 dias de inadimplência caiu 39% em relação ao 1º trimestre de 2012 para 667 mil empréstimos
Capital e liquidez permanecem fortes

  • Basileia I com regra de risco de mercado final de nível 1 coeficiente de capital ordinário de 10,58%, em relação a 10,38% do trimestre anteriorA
  • Estimativa de Basileia III nível 1 coeficiente de capital ordinário de 9,42%, em relação ao 9,25%, no trimestre anteriorB
  • Redução da dívida de longo prazo de US$ 75,3 bilhões em comparação ao trimestre do ano anterior, conduzida por ações de gestão de vencimentos e passivos; o tempo de liquidez permanece forte em 30 meses
  • Ações do plano de capital de 2013 previstas para começarem no 2º trimestre de 2013; ações aprovadas incluem US$ 5,5 bilhões de resgates de ações preferenciais e US$ 5 bilhões de recompra de ações ordinárias
CHARLOTTE, Carolina do Norte - EUA--(BUSINESS WIRE)--26 de Abril de 2013--O Bank of America Corporation informou hoje rendimentos líquidos de US$ 2,6 bilhões ou US$ 0,20 por ação diluída no primeiro trimestre de 2013, em comparação com US$ 653 milhões, ou US$ 0,03 por ação diluída no primeiro trimestre de 2012. A receita líquida de despesas de juros em base equivalente totalmente tributável (FTE)C aumentou 5% para US$ 23,7 bilhões em relação aos US$ 22,5 bilhões no ano anterior.

Em relação ao mesmo período do ano anterior,os resultados para o primeiro trimestre de 2013 foram impulsionados pelo aumento da receita de corretagem, taxas de banco de investimento mais elevadas, e melhoria da qualidade de crédito em todas as principais carteiras, parcialmente compensada pela menor renda de hipotecas bancárias e ganhos líquidos menores nas vendas de títulos de dívida. O primeiro trimestre de 2013 incluiu US$ 893 milhões em despesas anuais antes dos impostos, associadas com custos de compensação de ações de aposentadoria elegíveis, em comparação com US$ 892 milhões no primeiro trimestre de 2012. Além disso, o mesmo trimestre do ano anterior incluiu significativos ajustes de débito de valorização (DVA) negativos, ajustes de opção de valor justo (FVO) negativo em passivos estruturados e ganhos no resgate de títulos e dívidas preferenciais de confiança.

"Nossa estratégia de conectar nossos clientes a tudo o que podemos fazer por eles está funcionando", disse o diretor executivo Brian Moynihan. "Os aumentos sólidos no crescimento de empréstimos às empresas de pequeno e médio porte, quatro trimestres seguidos de crescimento constante na originação de hipotecas, lucros recordes em gestão de riquezas e outro trimestre próximo ao topo nas taxas de banco de investimento mostram que estamos equilibrados, focados e avançando."

"Tivemos muitos exemplos de progressos neste trimestre", disse o diretor financeiro Bruce Thompson. "Reduzimos despesas sem incidência de juros em quase US$ 1 bilhão ano após ano, e os custos de crédito continuam em declínio. Nosso foco implacável sobre o capital, liquidez e redução de despesas nos permite estar em posição de retornar o excesso de capital aos investidores através do programa de recompra de ações ordinárias anteriormente anunciado e resgates de ações preferenciais".

Destaques financeiros selecionados

Três meses encerrados em
(Em milhões de dólares exceto por dados de ação)31 de março de
2013
31 de dezembro de
2012
31 de março de
2012
Renda líquida de juros, base FTE1$10.875$10.555$11.053
Receita não decorrente de juros12.8338.33611.432
Receita total, líquida de despesas de juros, base FTE23.70818.89122.485
Receita total, líquida de despesas de juros, base FTE, excluindo DVA, FVO e ganhos nas bolsas de valores223.85219.61026.040
Provisão para perdas de crédito1.7132.2042.418
Despesa não decorrente de juros18.15218.36019.141
Receita líquida2.623732653
Ganhos diluídos por ação ordinária$0,20$0,03$0,03
1 Base equivalente totalmente tributável (FTE) é uma medida financeira não GAAP. Saiba mais sobre conciliação com as medidas financeiras GAAP nas páginas 22 a 25 deste comunicado. A renda líquida de juros em base GAAP foi de US$ 10,7 bilhões, US$ 10,3 bilhões e US$ 10,8 bilhões nos três meses encerrados em 31 de março de 2013, 31 de dezembro de 2012 e 31 de março de 2012, respectivamente. A receita total líquida de despesas de juros em base GAAP foi de US$ 23,5 bilhões, US$ 18,7 bilhões e US$ 22,3 bilhões nos três meses encerrados em 31 de março de 2013, 31 de dezembro de 2012 e 31 de março de 2012, respectivamente.

2 Receita total líquida de despesa de juros em base FTE, excluindo DVA, FVO e ganhos nas bolsas de valores, são medidas financeiras não GAAP. As perdas DVA líquidas de coberturas foram de US$ 54 milhões, US$ 277 milhões e US$ 1,5 bilhão para os três meses encerrados em 31 de março de 2013, 31 de dezembro de 2012 e 31 de março de 2012, respectivamente. Os ajustes negativos FVO sobre passivos estruturados foram de US$ 90 milhões, US$ 442 milhões e US$ 3,3 bilhões nos três meses encerrados em 31 de março de 2013, 31 de dezembro de 2012 e 31 de março de 2012, respectivamente. Os ganhos relativos à recompra de dívida subordinada e de trocas de títulos de confiança preferenciais foram de US$ 0 para os três meses encerrados em 31 de março de 2013 e 31 de dezembro de 2012 e US $ 1,2 bilhão para os três meses encerrados em 31 de março de 2012.

A receita líquida de despesas de juros em base FTE aumentou US$ 1,2 bilhão, ou 5% em relação ao primeiro trimestre de 2012, um aumento de US$ 23,7 bilhões provocado por maior renda não decorrente de juros.

A receita líquida de juros, numa base FTE, totalizou US$ 10,9 bilhões no primeiro trimestre de 2013, comparado com US$ 10,6 bilhões no quarto trimestre de 2012 e US $ 11,1 bilhões no primeiro trimestre de 2012B. A melhora a partir do quarto trimestre de 2012 foi impulsionada pelo impacto favorável relacionado com o mercado de menor despesa de amortização de US$ 340 milhões, saldos de empréstimos comerciais mais elevados, dívida média de longo prazo menor, menores taxas pagas sobre depósitos parcialmente compensadas por saldos menores de crédito ao consumidor e rendimentos, bem como o impacto de dois dias a menos no trimestre.

O declínio na receita líquida de juros em relação ao trimestre do ano anterior foi devido ao impacto de menores saldos de empréstimos ao consumidor, bem como os rendimentos menores de ativos impulsionados pelo ambiente de baixas tarifas parcialmente compensado pela redução dos saldos de dívida de longo prazo e taxas mais baixas pagas em depósitos.

A margem líquida de juros foi de 2,43% no primeiro trimestre de 2013 comparado a 2,35% no quarto trimestre de 2012 e 2,51% no primeiro trimestre de 2012.

A renda não decorrente de juros aumentou US$ 1,4 bilhão no trimestre do ano anterior. Os condutores mais importantes do aumento foram os ajustes FVO negativos sobre passivos estruturados de US$ 90 milhões em comparação com ajustes FVO negativos de US$ 3,3 bilhões no primeiro trimestre de 2012 e as perdas DVA, líquidas de cobertura, em derivativos de US$ 54 milhões, em comparação com as perdas DVA líquidas de coberturas de US$ 1,5 bilhão para o primeiro trimestre de 2012. Esses condutores foram parcialmente compensados por US$ 1,2 bilhão em ganhos relacionados à recompra de dívida subordinada e de trocas de títulos de confiança preferenciais no trimestre do ano anterior, baixa renda de hipotecas bancárias e ganhos líquidos mais baixos nas vendas de títulos de dívida em relação ao primeiro trimestre de 2012.

As despesas não decorrentes de juros diminuíram US$ 1,0 bilhão em relação ao trimestre do ano anterior atingindo US $ 18,2 bilhões, impulsionadas principalmente pelo projeto de novas iniciativas BAC para agilizar os processos e o foco contínuo da empresa em reduzir os custos de serviços de empréstimos de hipotecas inadimplentes. Excluindo os custos com litígios, as despesas não decorrentes de juros da Legacy Assets and Servicing foram de US$ 2,6 bilhões no primeiro trimestre de 2013. Isso se compara com os US$ 3,1 bilhões no trimestre anterior, o que também exclui uma disposição de US$ 1,1 bilhão para o acordo de aceleração da revisão de encerramento independente (IFR, Independent Foreclosure Review), e US$ 2,7 bilhões no primeiro trimestre de 2012D.

Conforme anunciado anteriormente, o Bank of America espera que a economia total nos custos do Projeto New BAC chegue a US$ 8,0 bilhões por ano, ou US$ 2,0 bilhões por trimestre, até meados de 2015. A empresa espera atingir cerca de US$ 1,5 bilhão em redução de custos por trimestre até o quarto trimestre de 2013, o que representa 75% da meta trimestral.

O gasto com litígios foram de US$ 881 milhões no primeiro trimestre de 2013, em comparação com US$ 916 milhões no quarto trimestre de 2012 e US$ 793 milhões no primeiro trimestre de 2012. Incluído em despesas com litígios para o primeiro trimestre de 2013 está um acordo de ação de classe em princípio entre certas entidades da Countrywide e vários demandantes individuais e institucionais (coletivamente, o Luther, estado do Maine, e demandantes ocidentais da Teamsters) sobre títulos lastreados em hipotecas residenciais (RMBS, residential mortgage-backed securities) emitidos por subsidiárias da Countrywide Financial Corporation.

A primeira dessas ações judiciais coletivas foi ajuizada em novembro de 2007 e dizia respeito coletivamente às divulgações que foram feitas em conexão com 429 ofertas RMBS da Countrywide emitidas a partir de 2005 até 2007. O balanço original principal das RMBS envolvidas nesses casos excederam US$ 350 bilhões e o saldo devedor principal desses títulos em fevereiro de 2013 (excluindo valores mobiliários que são objeto de ações ou ameças de ações individuais) era de US$ 95 bilhões.

Segundo o princípio do acordo, os processos serão dispensados na sua totalidade e os réus receberão um lançamento global em troca de um pagamento acordado de US$ 500 milhões. O acordo não afetará os direitos dos investidores de receberem distribuições de confiança após a aprovação judicial final do acordo de US$ 8,5 bilhões com o Bank of New York Mellon como agente fiduciário.

O acordo está sujeito à aprovação final do tribunal. Se aprovado, e todos os membros da classe que ainda não tenham ajuizado ou ameaçados ações individuais, o acordo está previsto para resolver cerca de 80% do saldo devedor principal das RMBS emitidas pela Countrywide na medida em que as reivindicações de divulgação de valores mobiliários foram ajuizadas ou ameaçadas e cerca de 70% do saldo devedor principal de todos os RMBS na medida em que as reivindicações de divulgação de valores mobiliários foram ajuizadas ou ameaçadas em relação ao todas as entidades relacionadas com o Bank of America. Os valores a serem pagos no acordo são cobertos por uma combinação de reservas para litígios pré-existentes e as reservas para litígios adicionais registradas no trimestre encerrado em 31 de março de 2013.

A despesa com impostos no primeiro trimestre de 2013 foi de US$ 1,0 bilhão dos US$ 3,6 bilhões em lucro bruto, resultando em uma alíquota efetiva de imposto de 28%. Isso se compara a uma despesa tributária de US$ 66 milhões nos US$ 719 milhões em renda bruta resultando em uma alíquota 9% mais eficaz comparado ao trimestre do ano anterior.

Em 31 de março de 2013, a empresa tinha 262.812 funcionários em tempo integral em relação aos 267.190 em 31 de dezembro de 2012 e 278.688 em 31 de março de 2012.

Resultados por segmento de negócios

A empresa informa resultados através de cinco segmentos de negócios: Serviços bancários para pessoas física e jurídica (Consumer and Business Banking, CBB), Serviços imobiliários ao consumidor (Consumer Real Estate Services, CRES), Gestão global de fortunas e investimentos (Global Wealth and Investment Management, GWIM), Serviços bancários globais e Mercados globais com as operações restantes registradas em Todos os demais (All Other).

Salvo disposição em contrário, a receita por segmento de negócio numa base FTE é líquida de despesas de juros.

Serviços bancários para pessoas física e jurídica (Consumer and Business Banking, CBB)

Três meses encerrados em
(em milhões de dólares)31 de março de
2013
31 de dezembro de
2012
31 de março de
2012
Receita total, líquida de despesas de juros, base FTE$7.214$7.212$7.422
Provisão para perdas de crédito906961877
Despesa não decorrente de juros4.1084.1414.263
Receita líquida$1.382$1.421$1.445
Retorno sobre a média de capital alocado1. 220,05%--
Retorno sobre a média de capital econômico1. 2-23,90%26,05%
Média de empréstimos$129.570$131.217$140.341
Média de depósitos502.483484.062464.023
No final do período
Ativos de corretagem$82.616$75.946$73.422
1 A partir de 01 de janeiro de 2013, a empresa revisou prospectivamente sua metodologia de alocação de capital para os segmentos de negócios. Em conexão com esta mudança na metodologia, a empresa atualizou a terminologia aplicável ao capital alocado a partir de capital econômico conforme relatado em períodos anteriores. Para a reconciliação do capital alocado consulte as páginas 22 a 25 deste comunicado.

2 Retorno sobre o o capital alocado médio e retorno sobre o capital econômico médio são medidas financeiras não GAAP. A empresa acredita que o uso destas medidas financeiras não GAAP oferecem clareza adicional para avaliação dos resultados dos segmentos. Outras empresas podem definir ou calcular esses indicadores de outra maneira. Saiba mais sobre conciliação com as medidas financeiras GAAP nas páginas 22 a 25 deste comunicado.

Destaques dos negócios

  • Os saldos médios de depósitos de US$ 502,5 bilhões aumentou US$ 38,5 bilhões, ou 8% em relação ao mesmo período do ano anterior. O aumento foi impulsionado pelo crescimento de produtos líquidos em um ambiente de baixas taxas e um impacto médio de US$ 7 bilhões em migração de depósitos da gestão global de fortunas e investimentos. As taxas médias pagas sobre depósitos foram reduzidas em 7 pontos base no primeiro trimestre de 2013 atingindo 13 pontos base em comparação com os 20 pontos base no mesmo trimestre do ano anterior devido à disciplina de preços e uma mudança no mix de depósitos.
  • O número de clientes de serviços bancários móveis aumentou 30% em relação ao trimestre do ano anterior atingindo 12,6 milhões de 9,3 milhões de cheques depositados neste trimestre por meio de cheques depósitos para celulares, refletindo um foco contínuo na melhoria da experiência do cliente.
  • Os gastos de varejo de cartão de crédito por consumidores americanos por conta ativa média aumentou 7% em relação ao primeiro trimestre de 2012.
  • Os ativos de corretagem da Merrill Edge aumentaram 13% em relação ao mesmo período do ano anterior devido aos fluxos de contas positivos e crescimento do mercado.
  • A empresa tinha US $ 2,2 bilhões em originação de empréstimo para pequenas empresas e compromissos no primeiro trimestre de 2013, um aumento de 29% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.
  • A empresa continuou a aumentar sua força de vendas especializada composta por consultores em soluções financeiras, agentes de crédito hipotecário e bancários especializados em pequenos negócios aumentou em 28% no primeiro trimestre de 2013 atingindo quase 6.400 especialistas.
Panorama financeiro

Consumer and Business Banking (serviços bancários de negócios e consumo) informou receita líquida de US$ 1,4 bilhão, uma redução de US$ 63 milhões ou 4% em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, em razão da redução da receita parcialmente compensada por menores despesas não decorrentes de juros.

Receita líquida de juros de US$ 4,8 bilhões uma redução de US$ 250 milhões em relação ao trimestre do ano anterior, impulsionado pelo ambiente de baixa taxa de continuidade e menores empréstimos médios, parcialmente compensado pelo aumento de atividades de ativos e gestão de passivos (ALM).

A despesa não decorrente de juros foi reduzida em US$ 155 milhões em comparação com os US$ 4,1 bilhões no mesmo trimestre do ano anterior, principalmente em razão de menores despesas operacionais, parcialmente compensada por altas despesas com litígios.

As provisões para perdas de créditos aumentaram US$ 29 milhões em relação ao trimestre do ano anterior para US$ 906 milhões na medida em que as tendências de carteira se estabilizaram.

Consumer Real Estate Services (CRES)

Três meses encerrados em
(em milhões de dólares)31 de março de
2013
31 de dezembro de
2012
31 de março de
2012
Receita total, líquida de despesas de juros, base FTE$2.312$475$2.664
Provisão para perdas de crédito335485507
Despesa não decorrente de juros4.0595.6073.884
Perda líquida$(1.308)$(3.704)$(1.138)
Média de empréstimos e arrendamentos92.96396.605109.601
No final do período
Empréstimos e arrendamentos$90.971$94.660$108.063
Destaques dos negócios

  • O Bank of America financiou US$ 25 bilhões em empréstimos para habitação residencial e empréstimos hipotecários durante o primeiro trimestre de 2013, um aumento de 11% em comparação com o quarto trimestre de 2012 e 56% superior ao primeiro trimestre de 2012.
  • Os financiamentos residenciais ajudaram mais de US$ 106 mil proprietários de imóveis, seja refinanciando uma hipoteca existente ou comprando uma casa através de nossos canais de varejo, incluindo mais de 2.700 hipotecas para primeiros adquirentes e mais de 37 mil hipotecas para mutuários de baixa e média renda.
  • O número de empréstimos hipotecários iniciais com atraso de mais de sessenta dias administrados pela Legacy Assets and Servicing caiu durante o primeiro trimestre de 2013 para 667 mil empréstimos em comparação com os 773 mil empréstimos do quarto trimestre de 2012, e 1,09 milhões de empréstimos no final do primeiro trimestre de 2012.
Panorama financeiro

Consumer Real Estate Services informou perda líquida de US$ 1,3 bilhão no primeiro trimestre de 2013, em comparação com uma perda líquida de US$ 1,1 bilhão no mesmo período de 2012. A receita caiu de US$ 352 milhões para US$ 2,3 bilhões. A renda não decorrente de juros foi de US$ 1,6 bilhão, uma redução de US$ 327 milhões em relação ao trimestre do ano anterior, conduzida por menor renda de hipoteca bancária devido principalmente à redução da renda de manutenção. A receita de produção principal foi de US$ 815 milhões no primeiro trimestre de 2013 contra US$ 928 milhões no trimestre do ano anterior com originações, mais altas compensadas por menores margens.

Aproximadamente 91% das hipotecas iniciais financiadas foram refinanciamentos e 9% para aquisição de residências.

A provisão para representações e garantias foi de US$ 250 milhões no primeiro trimestre de 2013, em comparação com os US$ 282 milhões no primeiro trimestre de 2012.

As provisões para perdas de crédito reduziram em US$ 172 milhões, em comparação com o mesmo período do ano anterior de US$ 335 milhões, conduzidas pela melhoria das tendências do portfólio.

As despesas não decorrentes de juros aumentaram para US$ 4,1 bilhões dos US$ 3,9 bilhões no primeiro trimestre de 2012 devido principalmente a um aumento de US$ 355 milhões em despesas com litígios e maiores despesas relacionadas com a inadimplência, que foram parcialmente compensadas por avaliações mais baixas relacionadas com hipotecas, isenções e custos semelhantes relacionados a atrasos em execução de hipotecas e redução de custos devido à alienação de algumas unidades auxiliares de manutenção de negócios.

Gestão global de fortunas e investimentos (Global Wealth and Investment Management - GWIM)

Três meses encerrados em
(em milhões de dólares)31 de março de
2013
31 de dezembro de
2012
31 de março de
2012
Receita total, líquida de despesas de juros, base FTE$4.421$4.193$4.147
Provisão para perdas de crédito2211246
Despesa não decorrente de juros3.2533.1963.232
Receita líquida$720$576$550
Retorno sobre a média de capital alocado1. 229,38%--
Retorno sobre a média de capital econômico1. 2-28,36%34,85%
Média de empréstimos e arrendamentos$106.082$103.785$98.016
Média de depósitos253.413249.658239.859
No final do período (em bilhões de dólares)
Ativos administrados$745,3$698,1$677,6
Total de saldos de clientes32.248,72.166,72.123,6
1 A partir de 01 de janeiro de 2013, a empresa revisou prospectivamente sua metodologia de alocação de capital para os segmentos de negócios. Em conexão com esta mudança na metodologia, a empresa atualizou a terminologia aplicável ao capital alocado a partir de capital econômico conforme relatado em períodos anteriores. Para a reconciliação do capital alocado, consulte as páginas 22 a 25 deste comunicado.

2 Retorno sobre o o capital alocado médio e retorno sobre o capital econômico médio são medidas financeiras não GAAP. A empresa acredita que o uso destas medidas financeiras não GAAP oferecem clareza adicional para avaliação dos resultados dos segmentos. Outras empresas podem definir ou calcular esses indicadores de outra maneira. Saiba mais sobre conciliação com as medidas financeiras GAAP nas páginas 22 a 25 deste comunicado.

3 O total de saldos de clientes é definido como ativos administrados, ativos em custódia, ativos de corretagem de clientes, depósitos e empréstimos de clientes (incluindo as margens a receber).

Destaques dos negócios

  • Recorde nos resultados trimestrais de receita, margem bruta, lucro líquido, taxa de administração de ativos, ativos de longo prazo sob gestão (AUM, assets under management) fluxos e saldos de clientes.
  • Recorde de taxas de administração de ativos de US$ 1,6 bilhão, um aumento de 9% em relação ao trimestre do ano anterior.
  • Fluxos AUM de longo prazo de US$ 20,4 bilhões marcaram o 15° trimestre consecutivo de fluxos positivos.
  • Os saldos dos depósitos do final do período de US$ 240 bilhões ficaram estáveis em relação ao trimestre do ano anterior visto que o crescimento orgânico foi compensado por US$ 19 bilhões de migração líquida de depósitos da Consumer and Business Banking durante o primeiro trimestre de 2013. Os saldos de empréstimos no final do período aumentaram US$ 9,1 bilhões, ou 9%, um recorde de US$ 107,0 bilhões.
Panorama financeiro

A receita líquida do segmento de gestão global de fortunas e investimentos aumentou 31% em relação ao primeiro trimestre de 2012 alcançando US$720 milhões.

A receita aumentou 7% em relação ao trimestre do ano anterior, atingindo US$ 4,4 bilhões, impulsionada por maiores taxas de administração de ativos relacionadas aos níveis mais elevados do mercado e os fluxos de AUM de longo prazo, receita transacional mais elevada e maior renda líquida de juros. A margem antes de impostos foi um recorde de 26% para o primeiro trimestre de 2013 em relação aos 21% do mesmo trimestre no ano anterior.

As provisões para perdas de crédito reduziram em US$ 24 milhões no mesmo período do ano anterior, atingindo US$ 22 milhões, conduzido pela melhora na carteira de ações. As despesas não decorrentes de juros de US$ 33 bilhões se mantiveram relativamente inalteradas com despesas de grande volume e despesas de litígios compensadas pela redução de outros custos com pessoal.

Os saldos de clientes aumentaram 6% em relação ao trimestre do ano anterior atingindo US$ 2,25 trilhões, refletindo entradas líquidas e níveis de mercado mais altos conduzidos pela atividade dos clientes com AUM, depósitos e empréstimos de longo prazo. Os ativos geridos cresceram US$ 67,7 bilhões em comparação com o primeiro trimestre de 2012, atingindo US$ 745,3 bilhões, conduzidos por níveis mais altos de mercados e fluxos de AUM de longo prazo.

Global Banking

Três meses encerrados em
(em milhões de dólares)31 de março de
2013
31 de dezembro de
2012
31 de março de
2012
Receita total, líquida de despesas de juros, base FTE$4.225$4.138$4.236
Provisão para perdas de crédito195179(245)
Despesa não decorrente de juros1.9001.7961.997
Receita líquida$1.338$1.409$1.573
Retorno sobre a média de capital alocado1. 221,72%--
Retorno sobre a média de capital econômico1. 2-28,09%31,34%
Média de empréstimos e arrendamentos$280.305$268.364$266.206
Média de depósitos221.492242.241210.940
1 A partir de 01 de janeiro de 2013, a empresa revisou prospectivamente sua metodologia de alocação de capital para os segmentos de negócios. Em conexão com esta mudança na metodologia, a empresa atualizou a terminologia aplicável ao capital alocado a partir de capital econômico, conforme relatado em períodos anteriores. Para a reconciliação do capital alocado, consulte as páginas 22 a 25 deste comunicado.

2 Retorno sobre o o capital alocado médio e retorno sobre o capital econômico médio são medidas financeiras não GAAP. A empresa acredita que o uso destas medidas financeiras não GAAP oferecem clareza adicional para avaliação dos resultados dos segmentos. Outras empresas podem definir ou calcular esses indicadores de outra maneira. Saiba mais sobre conciliação com as medidas financeiras GAAP nas páginas 22 a 25 deste comunicado.

Destaques dos negócios

  • O Bank of America Merrill Lynch (BAML) manteve seu 2º lugar no ranking de taxas bancárias de investimento globais líquidas no primeiro trimestre de 2013, com base nos resultados dos concorrentes divulgados em 17 de abril de 2013.
  • De acordo com a Dealogic, a BAML foi classificada entre as três principais instituições financeiras em empréstimos alavancados, dívida de empresas de grau de investimento, títulos lastreados em ativos, dívidas convertíveis, títulos apoiados por hipotecas e empréstimos sindicalizados durante o primeiro trimestre.
  • Os saldos médios de empréstimos e arrendamentos aumentaram US$ 14,1 bilhões, ou 5%, em relação ao trimestre do ano anterior alcançando US$ 280,3 bilhões com crescimento do portfólio imobiliário comercial, comercial e industrial e de arrendamento mercantil americanos e não americanos. Maiores saldos de final de período de US$ 287,3 bilhões refletindo um crescimento sólido de empréstimos.
  • A média de empréstimos internacionais cresceu 11% em relação ao trimestre do ano anterior conduzidos por ganhos nos mercados emergentes e regiões da Ásia e do Pacífico. Depósitos médios internacionais cresceram 24% em relação ao trimestre do ano anterior principalmente na Europa e na Ásia, refletindo a força da franquia internacional.
  • A média de depósitos aumentou US$ 10.6 bilhões, ou 5%, em relação ao trimestre do ano anterior alcançando US$ 221,5 bilhões, devido à liquidez do cliente. Em comparação com o trimestre anterior, a média de depósitos caiu US$ 20,7 bilhões devido à expiração do programa Garantia Transação Conta (TAG, Transaction Account Guarantee) e a aceleração de certos pagamentos corporativos, por exemplo, dividendos.
Panorama financeiro

Global Banking informou renda líquida de US$ 1,3 bilhão no primeiro trimestre de 2013, uma redução de US$ 235 milhões em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, já que o aumento na despesa de provisão foi parcialmente compensado por uma redução nas despesas não decorrentes de juros. A receita de US$ 4,2 bilhões foi relativamente estável em relação ao trimestre do ano anterior, com maiores taxas de banco de investimento e renda líquida de juros compensadas por ganhos sobre liquidação de portfólios legados no primeiro trimestre de 2012.

As taxas bancárias de investimentos em geral de US$ 1,5 bilhão, excluindo as transações autoadministradas, tiveram um aumento de 26% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, principalmente devido a um forte desempenho na subscrição de dívida e honorários de consultoria. As taxas de serviços bancários de investimento em Global Banking, excluindo as transações autoadministradas, aumentaram em 21% alcançando US$ 762 milhões contra os US$ 631 milhões do mesmo trimestre do ano anterior.

A receita com Global Corporate Banking de US$ 1,5 bilhão e a receita com Global Commercial Banking de US$ 1,9 bilhão permaneceram relativamente estáveis em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Receitas com Business Lending (concessão de empréstimos) de US$ 2,0 bilhões e receitas com Treasury Services (serviços do tesouro) de US$ 1,4 bilhão permaneceram alinhadas com o mesmo trimestre do ano anterior.

As provisões para perdas de crédito aumentaram US$ 440 milhões em relação ao trimestre do ano anterior de US$ 195 milhões, com a estabilização da qualidade de ativos e o crescimento dos empréstimos comerciais. As despesas não decorrentes de juros foram de US$ 1,9 bilhão, uma redução de 5% em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, principalmente em razão de menores despesas com pessoal.

Mercados globais

Três meses encerrados em
(em milhões de dólares)31 de março de
2013
31 de dezembro de
2012
31 de março de
2012
Receita total, líquida de despesas de juros, base FTE$5.172$3.023$4.411
Receita total, líquida de despesas de juros, base equivalente totalmente tributável (FTE), excluindo DVA(1)5.2273.2995.845
Provisão para perdas de crédito517(13)
Despesa não decorrente de juros3.0762.6273.239
Receita líquida$1.358$183$828
Lucro líquido, excluindo DVA11.3933571.731
Retorno sobre a média de capital alocado2. 318,38%--
Retorno sobre a média de capital econômico2. 3-5,18%23,22%
Total da média dos ativos$666.629$642.252$573.305
1 A receita total líquida de despesa de juros em base FTE, excluindo DVA, é uma medida financeira não GAAP. As perdas DVA foram de US$ 55 milhões, US$ 276 milhões e US$ 1,4 bilhão para os três meses encerrados em 31 de março de 2013, 31 de dezembro de 2012 e 31 de março de 2012, respectivamente.

2 A partir de 01 de janeiro de 2013, a empresa revisou prospectivamente sua metodologia de alocação de capital para os segmentos de negócios. Em conexão com esta mudança na metodologia, a empresa atualizou a terminologia aplicável ao capital alocado a partir de capital econômico, conforme relatado em períodos anteriores. Para a reconciliação do capital alocado, consulte as páginas 22 a 25 deste comunicado

3 Retorno sobre o o capital alocado médio e retorno sobre o capital econômico médio são medidas financeiras não GAAP. A empresa acredita que o uso destas medidas financeiras não GAAP oferecem clareza adicional para avaliação dos resultados dos segmentos. Outras empresas podem definir ou calcular esses indicadores de outra maneira. Saiba mais sobre conciliação com as medidas financeiras GAAP nas páginas 22 a 25 deste comunicado.

Destaques dos negócios

  • O retorno médio sobre o capital alocado foi de 18,38% no primeiro trimestre de 2013, refletindo receitas estáveis e disciplina nas despesas continuadas.
  • A receita de ações, excluindo DVAF, cresceu 8% em relação ao primeiro trimestre de 2012 impulsionada pela expansão do mercado e o crescimento contínuo dos saldos de clientes.
Panorama financeiro

Global Markets informou renda líquida de US$ 1,4 bilhão no primeiro trimestre de 2013, em comparação com US$ 828 milhões do mesmo trimestre no ano anterior. Excluindo as perdas do DVAE, a renda líquida foi de US$ 1,4 bilhão no primeiro trimestre de 2013 em comparação com o US$ 1,7 bilhão do mesmo trimestre do ano anterior.

A receita de Global Markets teve um aumento de US$ 761 milhões em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, atingindo US$ 5,2 bilhões. Excluindo o DVAE, os rendimentos foram reduzidos em US$ 618 milhões, atingindo US$ 5.2 bilhões conduzidos pela redução nos rendimentos de vendas e comercialização, parcialmente compensados por um aumento da atividade de emissão de dívida. As perdas do DVA foram de US$ 55 milhões em comparação com o US$ 1,4 bilhão no mesmo trimestre do ano anterior.

A receita de renda fixa, comercialização, venda de moedas e commodities, excluindo o DVAF, foi de US$ 3,3 bilhões no primeiro trimestre de 2013, uma queda de US$ 829 milhões em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, conduzida por um aumento no ganho do ano anterior em produtos hipotecários, spreads significativamente menores, particularmente em produtos relacionados com o crédito e mercados menos favoráveis em commodities. A receita de vendas e comercialização de ações, excluindo DVAF, foi de US$ 1,1 bilhão, um aumento de US$ 90 milhões, ou 8% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, principalmente devido ao aumento de saldos de clientes em empresas de financiamento.

A despesa não decorrente de juros foi reduzida em US$ 163 milhões, atingindo US$ 3,1 bilhões em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, resultante principalmente da redução dos custos operacionais.

Todos os demais1

Três meses encerrados em
(em milhões de dólares)31 de março de
2013
31 de dezembro de
2012
31 de março de
2012
Receita total, líquida de despesas de juros, base FTE$364$(150)$(395)
Provisão para perdas de crédito2504501.246
Despesa não decorrente de juros1.7569932.526
Receita (perda) líquida$(867)$847$(2.605)
Total da média de empréstimos244.557247.128270.228
1 Todos os demais (All Other) inclui atividades ALM, investimentos de capital, negócios em liquidação e outros. As atividades ALM abrangem todo o portfólio de empréstimos hipotecários residenciais e títulos de investimento, atividades de gestão de risco de moedas estrangeiras, incluindo alocação da renda líquida de juros residual, ganhos/perdas com passivos estruturados e o impacto de certas metodologias de alocação e a ineficácia de contabilidade de hedge. Investimentos em ações incluem os principais investimentos globais (Global Principal Investments, GPI), investimentos estratégicos e outros. Outros inclui certas hipotecas residenciais e empréstimos imobiliários administrados pela Legacy Assets & Servicing dentro dos CRES.

All Other divulgou perda líquida de US$ 867 milhões no primeiro trimestre de 2013, em comparação com um prejuízo líquido de US$ 2,6 bilhões no mesmo período no ano anterior. A receita aumentou US$ 759 milhões alcançando US$ 364 milhões, conduzidos por uma redução significativa nos ajustes de FVO negativos sobre os passivos estruturados de US$ 90 milhões no primeiro trimestre de 2013, em comparação com os ajustes de FVO negativos de US$ 3,3 bilhões no mesmo trimestre do ano anterior. A renda do investimento de capital foi de US$ 520 milhões no primeiro trimestre de 2013, acima dos US$ 429 milhões do mesmo período do ano anterior, refletindo os ganhos sobre a venda de alguns investimentos no primeiro trimestre. Além disso, o trimestre do ano anterior teve US$ 1,2 bilhão em ganhos relativos à troca de títulos de dívidas e de ações preferenciais. Os ganhos na venda de títulos de dívidas foram de US$ 67 milhões no primeiro trimestre de 2013, uma queda de US$ 645 milhões em comparação com o primeiro trimestre de 2012.

A provisão para perdas de créditos foi reduzida em US$ 996 milhões atingindo US$ 250 milhões no primeiro trimestre de 2013 em comparação com o ano anterior, conduzida principalmente pelo impacto de uma melhoria das perspectivas de preços de imóveis sobre o crédito hipotecário residencial compra-prejudicada por carteira de crédito (purchased credit-impaired, PCI) conduzindo a uma redução da reserva no trimestre atual em comparação com a reserva construída um ano atrás. As despesas não decorrentes de juros incluem, anteriores a alocações de segmento, US$ 893 milhões de despesa anuais antes dos impostos associadas com custos de compensação de ações aposentadorias elegíveis no primeiro trimestre de 2013, comparadas com US$ 892 milhões no primeiro trimestre de 2012.

Qualidade de crédito

Três meses encerrados em
(em milhões de dólares)31 de março de
2013
31 de dezembro de
2012
31 de março de
2012
Provisão para perdas de crédito$1.713$2.204$2.418
Baixas líquidas1 2.5173.1044.056
Coeficiente de baixas líquidas1. 21,14%1,40%1,80%
Coeficiente de baixas líquidas, excluindo a carteira de crédito PCI2, 31,181,441,87
Coeficiente de baixas líquidas, incluindo a carteira de crédito PCI2, 31,521,901,80
No final do período
Empréstimos, arrendamentos e propriedades executadas com desempenho negativo$22.842$23.555$27.790
Coeficiente de empréstimos, arrendamentos e propriedades executadas com desempenho negativo42,53%2,62%3,10%
Provisão para perdas com empréstimos e arrendamentos$22.441$24.179$32.211
Provisão para coeficiente de perdas de empréstimos e arrendamentos52,49%2,69%3,61%
1 Exclui as amortizações de empréstimos PCI de US$ 839 milhões e US$ 1,1 bilhão para os três meses encerrados em 31 de março de 2013 e 31 de dezembro de 2012. Não houve amortizações de empréstimos PCI para os três meses encerrados em 31 de março de 2012.

2Os coeficientes líquidos de perdas e baixas são calculados como baixas líquidas divididas pela média de empréstimos e arrendamentos em aberto no período. Os resultados trimestrais são anualizados.

3 Representa uma medida financeira não GAAP.

4Os coeficientes de empréstimos, arrendamentos e propriedades executadas com desempenho negativo são calculados como empréstimos, arrendamentos e propriedades executadas com desempenho negativo divididos por empréstimos, arrendamentos e propriedades executadas em aberto no fim do período.

5 Os coeficientes de provisão para perdas de empréstimos e arrendamento são calculados como provisão para perdas de empréstimos e arrendamento dividida por empréstimos e arrendamentos em aberto no fim do período.

Nota: Os coeficientes não incluem empréstimos contabilizados de acordo com a opção de justo valor.

A qualidade do crédito continuou a melhorar no primeiro trimestre de 2013, com as baixas líquidas sendo reduzidas na maioria dos principais portfólios e a provisão para perdas de crédito sendo reduzidas em comparação com o quarto trimestre de 2012, bem como o mesmo trimestre do ano anterior. Além disso, os empréstimos com pagamento atrasado por mais de 30 dias, excluindo os empréstimos totalmente segurados, foram reduzidos em todos os principais portfólios e os balanços críticos reserváveis também continuaram sendo reduzidos, com queda de 39% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

As baixas líquidas foram mantidas em US$ 2,5 bilhões no primeiro trimestre de 2013, caindo dos US$ 3,1 bilhões do quarto trimestre de 2012 e dos US$ 4,1 bilhões do primeiro trimestre de 2012. A melhora de ambos os períodos foi conduzida pela melhoria da qualidade de crédito em quase todos os portfólios.

A provisão para perdas de crédito foi de US$ 1,7 bilhão, uma queda de US$ 491 milhões a partir do quarto trimestre de 2012 e uma queda de US$ 705 desde o primeiro trimestre de 2012. A provisão para perdas de crédito no primeiro trimestre de 2013 foi de US$ 804 milhões inferiores às baixas líquidas, resultando numa redução das concessões para perdas de crédito. Isto incluiu um benefício de US $ 207 milhões em portfólio de PCI, principalmente devido a uma melhoria das perspectivas de preços de imóveis. A redução remanescente na provisão foi causada pelas carteiras imobiliárias de consumidores, principalmente em razão da contínua estabilização do portfólio imobiliário e de melhores preços dos imóveis, além de melhoria das falências e dos atrasos na carteira de serviços de cartão.

A provisão de perdas de arrendamento e empréstimos para o coeficiente anualizado de cobertura líquida de baixas no primeiro trimestre de 2013 foi de 2.20 vezes, em comparação com 1.96 vezes no quarto trimestre de 2012 e 1,97 vezes no primeiro trimestre de 2012. O aumento foi devido à melhoria nas baixas líquidas discutidas acima. A provisão para o coeficiente de cobertura de baixas líquidas anualizadas, excluindo PCI, foi de 1,76 vezes, 1,51 vezes e 1,43 vezes para os mesmos períodos, respectivamente.

Os empréstimos, arrendamentos e propriedades executadas com desempenho negativo foram de US$ 22,8 bilhões em 31 de março de 2013, uma redução dos US$ 23,6 bilhões de 31 de dezembro de 2012 e US$ 27,8 bilhões de 31 de março de 2012.

Gestão de capital e liquidez

(Valores expressos em milhões de dólares, exceto para os dados das ações)Em 31 de março de
2013
Em 31 de dezembro de
2012
Em 31 de março de
2012
Patrimônio líquido total

$238.433$236.956$232.499
Capital ordinário de nível I137.540133.403131.602
Pró forma2

Coeficiente de capital ordinário de nível 1, incluindo Regra Final de Risco de Mercado110,58%10,38%-
Coeficiente de patrimônio ordinário tangível36,946,746,58
Coeficiente de capital ordinário10,109,879,80
Valor patrimonial tangível por ação3$13,46$13,36$12,87
Valor patrimonial por ação20,3020,2419,83
1 Inclui a Regra Final de Risco de Mercado em 31 de março de 2013 e a pró forma nível 1 e coeficiente de capital ordinário em 31 de dezembro de 2012, que foi ajustado para o impacto estimado da Regra Final de Risco de Mercado.

2 Pró forma de 31 de dezembro de 2012 nível 1 coeficiente de capital ordinário inclui o impacto estimado da Regra Final de Risco de Mercado, um aumento de aproximadamente US$ 78,8 bilhões de ativos ponderados pelo risco, em 31 de dezembro de 2012.

3 Coeficiente de patrimônio comum tangível e valor patrimonial tangível por ação são medidas financeiras não GAAP. Saiba mais sobre conciliação com as medidas financeiras GAAP nas páginas 22 a 25 deste comunicado.

Antes de 31 de março de 2013, reportou que os resultados Basileia I não foram calculados usando a Regra Final de Risco de Mercado, que entrou em vigor em 01 de Janeiro de 2013. Incluindo a Regra Final de Risco de Mercado, o nível 1 do coeficiente de capital ordinário sob Basileia I foi de 10,58% em 31 de março de 2013, em comparação com a pró forma nível 1 do coeficiente de capital ordinário de 10,38% em 31 de dezembro de 2012A.

Em 31 de março de 2013, o coeficiente de capital ordinário de nível 1 em base totalmente escalonada do acordo de Basileia III foi estimado em 9,42%, um aumento em relação aos 9,25% em 31 de dezembro de 2012B. As estimativas de Basileia III são baseadas na interpretação atual da empresa sobre os NPRs de Basileia III dos Estados Unidos, assumindo todas as aprovações de modelos regulatórios, exceto para a redução potencial dos ativos ponderados pelos riscos que resultam da Comprehensive Risk Measure após um ano. Sob Basileia III, o coeficiente de capital ordinário nível 1 aumentou da estimativa para o quarto trimestre de 2012, principalmente devido ao crescimento do capital ordinário de nível 1, conduzido pelo lucro líquido favorável, com exclusão de DVA e FVO, e um benefício de redução de deduções limiar, parcialmente compensada por maiores perdas não realizadas em títulos de dívida para venda disponíveis reconhecidos em outros resultados abrangentes.

Em ambos 31 de março de 2013 e 31 de dezembro de 2012, as fontes globais de excessos de liquidez foram de US$ 372 bilhões, queda dos US$ 406 bilhões em 31 de março de 2012, com a redução da dívida de longo prazo de US$ 75,3 milhões do mesmo período do ano passado. O financiamento com prazo foi de 30 meses em 31 de março de 2013, comparado com os 33 meses em 31 de dezembro de 2012 e 31 meses em 31 de março de 2012. O financiamento com prazo inclui os US$ 5,5 bilhões em resgates de ações preferenciais, que deve ser concluída em maio de 2013.

No primeiro trimestre de 2013, foram pagos dividendos de caixa de US$ 0,01 por ação ordinária e a empresa registrou US$ 373 milhões em dividendos preferenciais. As ações ordinárias de final de período emitidas e em circulação eram 10,82 bilhões e 10,78 bilhões no primeiro trimestre de 2013 e 2012.

Conforme anunciado anteriormente, a empresa pretende recomprar até US$ 5,0 bilhões de ações ordinárias e resgatar cerca de US$ 5,5 bilhões em ações preferenciais. O tempo e a quantidade exata de recompra de ações ordinárias será coerente com o plano de capital da empresa e estará sujeito a vários fatores, incluindo a posição da empresa de capital, liquidez, desempenho financeiro e usos alternativos do capital, preço de mercado das ações e as condições gerais do mercado e pode ser suspensa a qualquer momento. As recompras de ações ordinárias podem ser efetuadas através de compras no mercado aberto ou transações negociadas privadamente, incluindo os planos da regra 10b5-1 ao longo dos próximos quatro trimestres, a partir do segundo trimestre de 2013.

O valor contábil tangível por açãoG aumentou para US$ 13.46 em 31 de março de 2013, em comparação com os US$ 13,36 em 31 de dezembro de 2012 e US$ 12,87 de 31 de março de 2012. O valor contábil por ação foi de US$ 20,30 em 31 de março de 2013, em comparação com os US$ 20,24 em 31 de dezembro de 2012 e US$ 19,83 em 31 de março de 2012.

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A partir de 01 de janeiro de 2013, a Regra Final de Risco de Mercado entrou em vigor sob Basileia I. A Regra Final de Risco de Mercado introduz novas medidas de risco de mercado, incluindo uma cobrança relacionada a um esgotado Valor sob Risco (VaR), uma taxa de risco maior e uma medida de risco global, além de outras modificações técnicas.

B O coeficiente de capital ordinário de nível 1 de Basileia III é uma medida financeira não GAAP. Saiba mais sobre conciliação com as medidas financeiras GAAP na página 18 deste comunicado. As estimativas de Basileia III refletem as interpretações atuais da empresa sobre as NPRs de Basileia III dos Estados Unidos e assumem todas as aprovações dos modelos regulatórios necessárias, exceto para a redução potencial dos ativos ponderados pelos riscos que resultam da Comprehensive Risk Measure após um ano.

C Base equivalente totalmente tributável (fully taxable-equivalent, FTE) é uma medida financeira não GAAP. Receita líquida de despesas com juros, em base FTE com exclusão de ajustes de avaliação de débito e ajustes opção de valor justo são medidas financeiras não GAAP. Saiba mais sobre conciliação com as medidas financeiras GAAP nas páginas 22 a 25 deste comunicado. A renda líquida de juros em base GAAP foi de US$ 10,7 bilhões, US$ 10,3 bilhões e US$ 10,8 bilhões nos três meses encerrados em 31 de março de 2013, 31 de dezembro de 2012 e 31 de março de 2012, respectivamente. A receita total, líquida de despesas de juros, em base GAAP foi de US$ 23,5 bilhões, US$ 18,7 bilhões e US$ 22,3 bilhões nos três meses encerrados em 31 de março de 2013, 31 de dezembro de 2012 e 31 de março de 2012, respectivamente.

D Representa uma medida financeira não GAAP. Exclui despesas com litígios relacionada à hipoteca de US$ 665 milhões, US$