São Paulo--(
DINO - 20 out, 2016) - Consolidada na indústria de cerâmica há 45 anos, o Grupo Fragnani comemora o sucesso no segmento e caminha com a produção de revestimentos. O Grupo atualmente é destaque como o 2º maior produtor de pisos e revestimentos cerâmicos do Brasil e o 5º maior do mundo, segundo dados da conceituada Revista Italiana Ceramic World Review.
O começo dessa história de sucesso teve início com a idealização do empreendedor Valdemar Fragnani, descendente de italiano, que deu o primeiro passo ao abrir uma fábrica de telhas, na região de Cordeirópolis, no interior de São Paulo. Com a ascendência do mercado de cerâmica no país, os revestimentos logo se tornariam o produto principal da família, que visando o crescimento e a expansão dos negócios tratou de inaugurar a primeira fábrica da companhia, a Incefra, em 1971.
Hoje, presente em mais de duas mil cidades brasileiras e em mais 50 países, a representatividade da empresa ganha ainda mais força internacionalmente, como no Chile, Colômbia, República Dominicana, Panamá e na África do Sul, totalizando 18% em vendas com exportação. "Olhar para trás e acompanhar todo o crescimento do trabalho do Grupo Fragnani é muito compensador. Reformulamos a marca, que deixou de ser Grupo Incefra e passou a levar o nosso sobrenome. Assim, unificamos as empresas que pertencem ao grupo: Incefra, Incenor, Tecnogres e In Out Porcelanatos, e fortalecemos o nome familiar", conta o presidente Ricardo Fragnani.
Com a produção a todo o vapor, as três indústrias - uma instalada em São Paulo e duas na Bahia ?, contabilizam mais de seis milhões de m² de revestimentos cerâmicos por mês. A empresa quer expandir ainda mais no mercado de decoração e construção nacional e mundial, inovando com tipologias que agradem ao público das marcas. Um dos exemplos é o recém-lançamento dos porcelanatos na marca In Out.
"Estamos sempre em contato com as novidades e tendências que movimentam o mercado, por isso buscamos oferecer uma gama de produtos que agradem aos diversos perfis dos nossos clientes, com itens certificados e de qualidade, com preço competitivo. Buscamos a liderança no segmento em que atuamos, através de um crescimento sustentável e contínuo", afirma o presidente.
SOBRE AS EMPRESAS:
INCEFRA: primeira indústria de cerâmica do Grupo Fragnani, criada há 45 anos, a Incefra começou no mercado de telhas, em Cordeirópolis, no interior de São Paulo. Em 1989 deu início ao parque fabril voltado para os revestimentos cerâmicos. Hoje, com seis linhas de produção em atividade são mais de 3 milhões de m² de cerâmicas fabricados por mês e comercializados em todo o Brasil. Por meio do processo de via seca, os produtos Incefra são feitos de forma sustentável, pois agridem menos o meio ambiente, utilizam menos 65% de água, 30% menos energia térmica e emitem 30% menos CO?.
IN OUT PORCELANATOS: produzida com a qualidade da Incefra, os porcelanatos In Out são feitos de forma sustentável, utilizam menos 65% de água, emitem menos CO? e menos energia térmica. Com peças inspiradas em referências da natureza, os lançamentos possuem formato 48x48 cm e apresentam níveis baixos de absorção de água (quase nulo), alta resistência mecânica e máxima precisão no acabamento.
INCENOR: a Indústria Cerâmica do Nordeste surgiu em 2003 com a primeira fábrica na cidade Dias D'Ávila, na Bahia. A partir da instalação da primeira linha de produção, a empresa investiu em maquinário moderno para oferecer aos consumidores, produtos cada vez mais diversificados. Atualmente, conta com quatro linhas, que fabricam cerca de três milhões de metros quadrados de peças cerâmicas por mês.
TECNOGRES: criada há 10 anos, a marca Tecnogres foi pensada para oferecer um conceito diferenciado, apostando no design e com exclusividade aos seus clientes. Localizada na Bahia, a marca diferencia-se pela produção, feita por via-úmida, que tem em sua base argilas diferenciadas. Por mês são produzidos mais de 700 mil m² de revestimentos.
ÁGUA BRANCA: pensada e criada estrategicamente para fornecer matéria prima para a Incefra, a mineradora foi construída a 2,5 km de distância da fábrica sede, com objetivo e preocupação de facilitar a chegada da argila para a produção dos revestimentos e também de diminuir a emissão de CO? do transporte automotivo.