Releases 28/09/2017 - 18:24

HempMeds® Brasil patrocina VIII Congresso da Associação de Neurologia do Estado do Rio de Janeiro


Rio de Janeiro, RJ--(DINO - 28 set, 2017) - A HempMeds® Brasil, subsidiária do grupo americano Medical Marijuana, Inc. e primeira empresa autorizada pela Anvisa a importar um produto à base de canabidiol (CBD) ao Brasil, é patrocinadora Prata do principal evento científico promovido pela Associação de Neurologia do Estado do Rio de Janeiro (ANERJ), Capítulo da Academia Brasileira de Neurologia (ABN-RJ). O evento tem como tema principal a Neurologia do Futuro e ocorre de 28 a 30 de setembro no Centro de Convenções do Hotel Windsor Barra.Caroline Heinz, diretora de operações da HempMeds® Brasil, baseada na Califórnia, vem ao Brasil para prestigiar o evento, e considera imprescindível a presença da empresa em eventos científicos no Brasil. "Queremos estar próximos de discussões e avanços científicos sobre condições neurológicas como Epilepsia, Esclerose Múltipla, Parkinson e outras, e assim contribuir para a difusão do debate sobre o uso medicinal do canabidiol", afirma Caroline.O VIII Congresso da ABN-RJ / ANERJ reúne profissionais atuantes na área de Neurologia, Neurociências e áreas correlatas para aprofundar o debate científico e o desenvolvimento do conhecimento em áreas como neurogenética, neuroimagem, neuroimunologia, neurologia translacional, entre outras.Como ter acesso ao canabidiol no BrasilA importação do CBD para fins medicinais, desde 2015, pode ser feita mediante autorização da Anvisa. "A primeira etapa é consultar o médico da criança para obter uma prescrição para o canabidiol e também um laudo médico. Além disso, médico e paciente (ou responsáveis legais), assinam uma declaração fornecida pela Anvisa", explica Caroline Heinz, diretora de operações da HempMeds® Brasil. Com essa documentação em mãos, o próximo passo é solicitar a autorização de importação pela internet, no site da Anvisa. O tempo de processamento dos pedidos é de até 10 dias.O CBD pode ser utilizado em tratamentos de condições de saúde como epilepsia, mal de Parkinson, Alzheimer, dores crônicas, efeitos colaterais de tratamentos para câncer, esclerose múltipla, enxaqueca entre outras. Os produtos são feitos a partir do cânhamo, uma planta que, ao contrário do que muitos pensam, é diferente da maconha. "Podemos dizer que maconha e cânhamo estão para a Cannabis assim como limões ou laranjas estão para as frutas cítricas. A maconha apresenta uma concentração de THC de 10 a 30%, enquanto o cânhamo apresenta no máximo 0,3% de THC em sua composição, e uma alta concentração de canabidiol", explica Caroline.