Releases 20/10/2016 - 11:07

O plágio acadêmico na mira dos professores


São Paulo--(DINO - 20 out, 2016) - Não é nenhuma novidade que o plágio é considerado como crime no Código Penal Brasileiro, mas parece que muitos alunos ainda não tem consciência disto ou simplesmente ignoram este fato. E continuam desafiando as suas instituições de ensino ao entregarem trabalhos que são cópias, em algumas ocasiões inclusive idênticas de outros documentos.

Os direitos autorais de uma obra estão protegidos tanto pela Constituição Federal (1988, artigo 5º) quanto pelo Código Civil e o Penal. E as consequências podem ser sanções que vão desde multas e até inclusive a reclusão do indivíduo. E no âmbito acadêmico, estas consequências são aplicadas? Os alunos que cometem esta fraude são processados?

Por mais que o plágio seja uma violação do direito do autor de uma obra, no âmbito acadêmico não é considerado como um crime. Nem os docentes ou as próprias universidades podem processar um estudante que plagiou, somente o dono da obra tem esse direito. E aproveitando esta lacuna da lei é que os estudantes persistem na prática.

Porém, as universidades podem tomar outras medidas ao detectarem plágio, como por exemplo, avaliando os trabalhos plagiados como nulos e inclusive expulsando os alunos. Nos últimos anos alguns casos relacionados ao plágio acadêmico tiveram destaque na mídia. Como foi o da estudante de medicina da PUC de Goiás que foi expulsa da universidade ou a cassação do título de doutora de uma ex-estudante de Letras da UFMG. Ambas foram acusadas de plágio e suas carreiras afetadas.

Tudo indica que as universidades brasileiras estão sendo cada vez mais rigorosas com relação a este tema e contam com mais recursos. Evidentemente, muitas delas querem manter seu status de instituição de prestigio e estão investindo no combate ao plágio. Esse esforço envolve desde a conscientização dos alunos dos seus atos até a criação de departamentos específicos para análise de trabalhos acadêmicos e identificação de plágio, adotando o uso de softwares para detecção de textos plagiados.

Com relação à conscientização, as universidades têm adotado diferentes medidas. No caso da UFF (Universidade Federal Fluminense), assim como outras universidades, foi criada uma cartilha que explica aos estudantes os tipos de plágio que existem, quando acontecem e qual é a forma certa para escrever um texto acadêmico.

Já os softwares que detectam plágio facilitam a vida dos professores, que muitas vezes ao lerem um trabalho plagiado sabem que o texto não é original, mas para provarem esta fraude eles devem dedicar seu tempo para investigar e encontrar a fonte original. Uma tarefa que pode ser perfeitamente realizada por estes softwares. O processo é simples, basta introduzir os textos dos alunos na ferramenta e ela verificará o documento, comparando todas as frases do texto com um vasto banco de dados de monografias, teses, etc.

É assim que o plag.pt, ferramenta de detecção de plágio, funciona. Os documentos que são introduzidos em sua plataforma são comparados com mais de 14 trilhões de sites, livros, artigos, jornais estudantis e outros materiais. O software ajuda os professores a verificarem se existem plágios nos trabalhos de seus alunos e realçam em vermelho as frases plagiadas, mostrando a fonte original do texto.

Sobre Plag.pt
Plag.pt é um fornecedor global do serviço de detecção de plágios, atendendo a clientes em mais de 90 países. O foco da empresa que está localizada em Vilnius, Lituânia, é fornecer serviços relacionados com a detecção de similaridades e verificação de plágios. A plag.pt é o sistema independente de detecção de plágio mais popular no Brasil, o único especializado em português e totalmente disponível para os estudantes.

Mais informações:
https://www.plag.pt



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