A dinâmica dos negócios continua
- Saldos de depósitos aumentam 4% em toda a empresa em relação ao segundo trimestre de 2012, chegando a US$ 1,1 trilhão
- Primeiro ônus hipotecário produziu até 40% a mais em relação ao segundo trimestre de 2012, chegando a US$ 25 bilhões
- Gestão global de fortunas e investimentos informa receitas, margem antes dos impostos, lucro líquido, taxas de administração de ativos e saldos de empréstimo recorde
- Saldos de empréstimos comerciais aumentam 20% em relação ao segundo trimestre de 2012, chegando a US$ 381 bilhões
- Tarifas bancárias de investimentos globais aumentam 36% em relação ao segundo trimestre de 2012, chegando a US$ 1,6 bilhões e mantendo a segundo posição no ranking de tarifas bancárias de investimentos globais
- Despesa não decorrente de juros total de US$ 16 bilhões, diminuindo US$ 1 bilhão em relação ao segundo trimestre de 2012
- Qualidade de crédito continua a melhorar com as taxas de perda de crédito líquido inferiores a 1% pela primeira vez desde o segundo trimestre de 2006
Capital e liquidez permanecem fortes
- Estimativa do Basileia I nível 1 coeficiente de capital ordinário de 10,83%, em relação ao 10,49% do trimestre anterior
- Estimativa do Basileia III nível 1 coeficiente de capital ordinário de 9,60%, em relação ao 9,52% do trimestre anteriorB
- Redução da dívida de longo prazo de US$ 39 bilhões em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior, conduzida por ações de gestão de vencimentos e passivos
- Liquidez da matriz se manteve forte com o financiamento com prazo em 32 meses
CHARLOTTE, Carolina do Norte - EUA--(
BUSINESS WIRE)--26 de Julho de 2013--O Bank of America Corporation (NYSE: BAC) informou hoje que o lucro líquido do segundo trimestre de 2013 subiu 63%, chegando a US$ 4 bilhões, em relação aos US$ 2,5 bilhões do segundo trimestre de 2012. O lucro por ação diluída aumentou para US$ 0,32 em relação ao US$ 0,19 do segundo trimestre de 2012. A receita líquida de despesas de juros em base equivalente totalmente tributável (FTE)
A aumentou 3% para US$ 22,9 bilhões em relação aos US$ 22,2 bilhões do ano anterior.
Os resultados para o segundo trimestre de 2013 foram impulsionados por melhorias anuais na receita líquida de juros, receita de investimento e corretagem, taxas bancárias de investimento, receitas de vendas e comércio, receita de investimento de capital e de qualidade de crédito, bem como reduções de despesas. Estes itens foram parcialmente compensados pela ausência de ganhos nos anos anteriores, relacionados a atos de gestão de responsabilidade e de receita bancária hipotecária mais baixa.
"Estamos fazendo mais negócios com nossos clientes, e ganhando força em cada grupo de clientes que servimos", disse o diretor executivo Brian Moynihan. "Devemos continuar a melhorar, mas com o consumo em recuperação e empresas fortes, temos muitas oportunidades pela frente.
"No início do ano, dissemos que nos concentraríamos em três coisas - a estabilidade das receitas, o fortalecimento do balanço patrimonial e a gestão de custos", disse o diretor financeiro Bruce Thompson. "Neste trimestre, alcançamos todos os três. A receita aumentou 3%, continuamos a fortalecer as taxas de capital, apesar do impacto negativo das taxas de juros mais altas do nosso portfólio de títulos, e reduzimos as despesas relacionadas com a manutenção de empréstimos hipotecários inadimplentes em um ritmo mais rápido do que o inicialmente esperado."
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Destaques financeiros selecionados
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| Três meses encerrados em |
| (Em milhões de dólares exceto por dados de ação) | 30 de junho de 2013 | | | | 31 de março de 2013 | | | | 30 de junho de 2012 |
| Renda líquida de juros, base FTE1 | $ | 10.771 | | | | | $ | 10.875 | | | | | $ | 9.782 |
| Receita não decorrente de juros | 12.178 | | | | | 12.533 | | | | | 12.420 |
| Receita total líquida de despesas de juros, base FTE | 22.949 | | | | | 23.408 | | | | | 22.202 |
| Provisão para perdas de crédito | 1.211 | | | | | 1.713 | | | | | 1.773 |
| Despesa não decorrente de juros | 16.018 | | | | | 19.500 | | | | | 17.048 |
| Receita líquida | $ | 4.012 | | | | | $ | 1.483 | | | | | $ | 2.463 |
| Ganhos diluídos por ação ordinária | $ | 0,32 | | | | | $ | 0,10 | | | | | $ | 0,19 |
1 Base equivalente totalmente tributável (FTE) é uma medida financeira não GAAP. Saiba mais sobre conciliação com as medidas financeiras GAAP nas páginas 22 a 24 deste comunicado. A renda líquida de juros em base GAAP foi de US$ 10,5 bilhões, US$ 10,7 bilhões e US$ 9,5 bilhões nos três meses encerrados em 30 de junho de 2013, 31 de março de 2013 e 30 de junho de 2012, respectivamente. Receita total líquida de despesas de juros, em base GAAP foi de US$ 22,7 bilhões, US$ 23,2 bilhões e US$ 22,0 bilhões nos três meses encerrados em 30 de junho de 2013, 31 de março de 2013 e 30 de junho de 2012, respectivamente.
A receita líquida de despesas de juros em base FTE
A aumentou US$ 747 milhões, ou 3% em relação ao segundo trimestre de 2012, um aumento de US$ 22,9 bilhões provocado por uma maior receita não decorrente de juros.
A receita líquida de juros, numa base FTE, totalizou US$ 10,8 bilhões no segundo trimestre de 2013, comparado aos US$ 10,9 bilhões no primeiro trimestre de 2013 e US$ 9,8 bilhões no segundo trimestre de 2012
A. A melhora em relação ao mesmo trimestre do ano passado foi impulsionada pelo impacto favorável de US$ 850 milhões relacionado com uma menor despesa de amortização e ineficácia coberta, reduções nos saldos da dívida de longo prazo, menores taxas pagas sobre depósitos e maiores saldos de empréstimos comerciais, compensados por saldos menores de crédito ao consumidor, bem como rendimentos ativos inferiores. A margem líquida de juros foi de 2,44% no segundo trimestre de 2013 comparado a 2,43% no primeiro trimestre de 2013 e 2,21% no segundo trimestre de 2012.
Receitas não decorrentes de juros diminuíram US$ 242 milhões em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, pois o aumento nas taxas bancárias de investimento, a receita de investimento de capital e a receita de investimento e de corretagem foram mais do que compensados por uma queda em outras receitas, uma vez que o mesmo trimestre do ano passado incluiu ganhos relativos a atos de gestão de passivos e rendimento bancário hipotecário mais baixo
As despesas não decorrentes de juros diminuíram US$ 1 bilhão em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, para US$ 16 bilhões, impulsionados principalmente por uma menor despesa de litígio, despesas em ativos legados e serviços (Legacy Assets and Servicing - LAS) reduzidas e menor despesa de pessoal, uma vez que a empresa continuou a agilizar os processos e obter economias de custos.
Anteriormente, o Bank of America estabeleceu que até o final de 2013 era esperado um declínio de US$ 2,1 bilhões por trimestre para as despesas não decorrentes de juros em LAS, excluindo-se despesas de litígio, e o número de empréstimos hipotecários inadimplentes em mais de 60 dias cairia para 400 mil. Com base nos progressos do primeiro semestre de 2013, a empresa agora espera que até o 4.° trimestre de 2013 as despesas não decorrentes de juros em LAS, excluindo-se despesas de litígio, seja inferior a US$ 2 bilhões e que o número de empréstimos hipotecários inadimplentes em mais de 60 dias seja inferior a 375 mil.
As despesas com litígios foram de US$ 471 milhões no segundo trimestre de 2013, em comparação a US$ 2,2 bilhões no primeiro trimestre de 2013 e US$ 963 milhões no segundo trimestre de 2012.
A despesa tributária no segundo trimestre de 2013 foi de US$ 1,5 bilhão dos US$ 5,5 bilhões em lucro antes dos impostos, resultando em uma alíquota efetiva de imposto de 27%. Isso se compara a uma despesa tributária de US$ 684 milhões dos US$ 3,1 bilhões em renda antes dos impostos, resultando em uma alíquota 22% mais eficaz em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior.
Em 30 de junho de 2013, a empresa tinha 257.158 funcionários em tempo integral em relação aos 262.812 em 31 de março de 2013 e 275.460 em 30 de junho de 2012.
Resultados por segmento de negócios
A empresa informa resultados através de cinco segmentos de negócios: Serviços bancários para pessoas física e jurídica (Consumer and Business Banking, CBB), Serviços imobiliários ao consumidor (Consumer Real Estate Services, CRES), Gestão global de fortunas e investimentos (Global Wealth and Investment Management, GWIM), Serviços bancários globais e Mercados globais com as operações restantes registradas em Todos os demais (All Other).
Salvo disposição em contrário, a receita por segmento de negócios numa base FTE é líquida de despesas de juros.
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Serviços bancários de consumo e negócios (Consumer and Business Banking, CBB)1
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| | Três meses encerrados em |
| (em milhões de dólares) | | 30 de junho de 2013 | | 31 de março de 2013 | | 30 de junho de 2012 |
| Receita total, líquida de despesas de juros, base FTE | | $ | 7.434 | | | $ | 7.412 | | | $ | 7.495 | |
| Provisão para perdas de crédito | | 967 | | | 952 | | | 1.157 | |
| Despesas não decorrentes de juros | | 4.183 | | | 4.170 | | | 4.420 | |
| Receita líquida | | $ | 1.392 | | | $ | 1.439 | | | $ | 1.208 | |
| Retorno sobre a média de capital alocado2. 3 | | 18,64 | % | | 19,48 | % | | | |
| Retorno sobre a média de capital econômico2. 3 | | | | | | | | 20,46 | % |
| Média de empréstimos | | $ | 163.593 | | | $ | 165.845 | | | $ | 173.565 | |
| Média de depósitos | | 522.259 | | | 502.508 | | | 474.328 | |
| No final do período | | | | | | |
| Ativos de corretagem | | $ | 84.182 | | | $ | 82.616 | | | $ | 72.226 | |
1 Durante o segundo trimestre de 2013, os resultados dos Serviços Financeiros de Revendedor (SFR) de consumo, anteriormente relatados no Global Banking, foram transferidos para a CBB e os períodos anteriores foram reclassificados para manter conformidade com a apresentação do período atual.
2 A partir de 01 de janeiro de 2013, a empresa revisou prospectivamente sua metodologia de alocação de capital para os segmentos de negócios. Em conexão com esta mudança na metodologia, a empresa atualizou a terminologia aplicável ao capital alocado a partir de capital econômico, conforme relatado em períodos anteriores. Para a conciliação do capital alocado, consulte as páginas 22 a 24 deste comunicado
3 Retorno sobre o o capital alocado médio e retorno sobre o capital econômico médio são medidas financeiras não GAAP. A empresa acredita que o uso destas medidas financeiras não GAAP oferecem clareza adicional para avaliação dos resultados dos segmentos. Outras empresas podem definir ou calcular esses indicadores de outra maneira. Saiba mais sobre conciliação com as medidas financeiras GAAP nas páginas 22 a 24 deste comunicado.
Destaques dos negócios
- Os saldos médios de depósitos de US$ 522,3 bilhões aumentou US$ 47,9 bilhões, ou 10% em relação ao mesmo período do ano anterior. O aumento foi impulsionado pelo crescimento de produtos líquidos em um ambiente de baixas taxas e um impacto médio de US$ 18 bilhões em migração de depósitos da gestão global de fortunas e investimentos. As taxas médias pagas sobre depósitos no segundo trimestre de 2013 foram reduzidas em 7 pontos base em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, em razão de uma disciplina de preços e uma mudança no mix de depósitos.
- O número de clientes de serviços bancários móveis aumentou 28% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior atingindo 13,2 milhões e 11,7 milhões de cheques depositados neste trimestre por meio da aplicação de depósitos em cheque para celulares, refletindo um foco contínuo na melhoria da experiência do cliente.
- Os gastos de varejo de cartão de crédito de consumo americanos por conta ativa média aumentou 9% em relação ao segundo trimestre de 2012.
- Os ativos de corretagem da Merrill Edge aumentaram 17% para US$ 84,2 bilhões, em relação ao mesmo período do ano anterior devido aos fluxos de contas positivos e crescimento do mercado.
- As pequenas originações e compromissos de empréstimos empresariais aumentaram 24% para US$ 2,8 bilhões, em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.
- A força de vendas especializada da empresa de consultores de soluções financeiras, agentes de crédito hipotecário e banqueiros de pequenas empresas aumentaram para mais de 6.800 especialistas no segundo trimestre de 2013, um aumento de 21% em relação ao mesmo período do ano anterior, refletindo o compromisso contínuo da empresa em aprofundar os relacionamentos com clientes.
Panorama financeiro
O Consumer and Business Banking informou receita líquida de US$ 1,4 bilhão, para US$ 184 milhões ou 15% em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, em razão de uma maior receita líquida de juros, menor despesa de fornecimento e menores receitas não decorrentes de juros parcialmente compensados por menores despesas não decorrentes de juros.
Receita líquida de juros de US$ 5 bilhões aumentou US$ 156 milhões em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, refletindo o aumento de atividades de ativos e gestão de passivos (ALM), parcialmente compensada pelo impacto do ambiente de baixa taxa de continuidade sobre depósitos e menores empréstimos médios. A receita não decorrente de juros diminuiu US$ 217 milhões devido à menor renda de cartão, principalmente a partir da saída de produtos de defesa do consumidor.
A provisão para perdas de crédito diminuiu US$ 190 milhões em relação ao mesmo trimestre do ano passado, chegando a US$ 967 milhões e refletindo a melhoria contínua nas tendências de portfólio de consumo. A despesa não decorrente de juros foi reduzida em US$ 237 milhões em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, chegando a US$ 4,2 bilhões, principalmente em razão de menores despesas operacionais e despesas com litígios reduzidas.
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Consumer Real Estate Services (CRES)
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| | | Três meses encerrados em |
| (em milhões de dólares) | | | 30 de junho de 2013 | | | | 31 de março de 2013 | | | | 30 de junho de 2012 |
| Receita total líquida de despesas de juros, base FTE | | | $ | 2.115 | | | | | $ | 2.312 | | | | | $ | 2.529 | |
| Provisão para perdas de crédito | | | 291 | | | | | 335 | | | | | 187 | |
| Despesa não decorrente de juros | | | 3.394 | | | | | 5.406 | | | | | 3.524 | |
| Perda líquida | | | $ | (937 | ) | | | | $ | (2.157 | ) | | | | $ | (744 | ) |
| Média de empréstimos e arrendamentos | | | 90.114 | | | | | 92.963 | | | | | 105.507 | |
| No final do período | | | | | | | | | | | |
| Empréstimos e arrendamentos | | | $ | 89.257 | | | | | $ | 90.971 | | | | | $ | 104.079 | |
Destaques dos negócios
- O Bank of America financiou US$ 26,8 bilhões em empréstimos para habitação residencial e empréstimos hipotecários durante o segundo trimestre de 2013, um aumento de 7% em comparação com o primeiro trimestre de 2013 e 41% superior ao segundo trimestre de 2012.
- Os financiamentos residenciais ajudaram mais de 112 mil proprietários de imóveis, seja refinanciando uma hipoteca existente ou comprando uma casa através de nossos canais de varejo, incluindo mais de 4.600 hipotecas para primeiros adquirentes e mais de 40 mil hipotecas para mutuários de baixa e média renda.
- O número de empréstimos hipotecários inadimplentes em mais de 60 dias administrados pela LAS caiu 26% durante o segundo trimestre de 2013 para 492 mil empréstimos em comparação com os 667 mil empréstimos no final do primeiro trimestre de 2013, e declinou 54% dos 1,06 milhão de empréstimos no final do segundo trimestre de 2012.
Panorama financeiro
Consumer Real Estate Services informou perda líquida de US$ 937 milhões no segundo trimestre de 2013, em comparação com uma perda líquida de US$ 744 milhões no mesmo período de 2012. A receita declinou US$ 414 milhões do segundo trimestre de 2012. chegando a US$ 2,1 bilhões. A receita não decorrente de juros foi de US$ 1,4 bilhão, uma redução de US$ 400 milhões em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, principalmente devido a uma menor receita de serviços, conduzida por um declínio no tamanho do portfólio de serviços. A receita de produção principal foi de US$ 860 milhões no segundo trimestre de 2013 contra US$ 902 milhões no mesmo trimestre do ano anterior com originações mais altas compensadas por menores margens. Essa queda foi parcialmente compensada pelo aumento das receitas provenientes da venda de empréstimos que haviam retornado para o estado de realização.
Aproximadamente 83% das hipotecas iniciais financiadas foram refinanciamentos e 17% para aquisição de residências. A provisão para representações e garantias foi de US$ 197 milhões no segundo trimestre de 2013, em comparação com os US$ 395 milhões no segundo trimestre de 2012.
A provisão para perdas de crédito aumentou US$ 104 milhões, chegando a US$ 291 milhões, refletindo um ritmo mais lento de melhora em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. A despesa não decorrente de juros diminuiu para US$ 3,4 bilhões, dos US$ 3,5 bilhões no segundo trimestre de 2012. devido a menores despesas em LAS, parcialmente compensadas por maiores despesas em empréstimos para habitação. O declínio nas despesas em LAS refletiu o correto dimensionamento contínuo de pessoal e fornecedores relacionados ao padrão, enquanto o aumento das despesas de empréstimo para habitação deveu-se principalmente ao maior volume de empréstimos.
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Gestão global de fortunas e investimentos (Global Wealth and Investment Management - GWIM)
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| Três meses encerrados em |
| (em milhões de dólares) | 30 de junho de 2013 | | | | 31 de março de 2013 | | | | 30 de junho de 2012 |
| Receita total líquida de despesas de juros, base FTE | $ | 4.499 | | | | | $ | 4.421 | | | | | $ | 4.094 | |
| Provisão para perdas de crédito | (15 | ) | | | | 22 | | | | | 47 | |
| Despesa não decorrente de juros | 3.272 | | | | | 3.253 | | | | | 3.177 | |
| Receita líquida | $ | 758 | | | | | $ | 720 | | | | | $ | 548 | |
| Retorno sobre a média de capital alocado1. 2 | 30,57 | % | | | | 29,38 | % | | | | | |
| Retorno sobre a média de capital econômico1. 2 | | | | | | | | | | | 31,76 | % |
| Média de empréstimos e arrendamentos | $ | 109.589 | | | | | $ | 106.082 | | | | | $ | 98.964 | |
| Média de depósitos | 235.344 | | | | | 253.413 | | | | | 238.540 | |
| No final do período (em bilhões de dólares) | | | | | | | | | |
| Ativos administrados | $ | 743,6 | | | | | $ | 745,3 | | | | | $ | 667,5 | |
| Total de saldos de clientes3 | 2.215,1 | | | | | 2.231,7 | | | | | 2.066,6 | |
1 A partir de 01 de janeiro de 2013, a empresa revisou prospectivamente sua metodologia de alocação de capital para os segmentos de negócios. Em conexão com esta mudança na metodologia, a empresa atualizou a terminologia aplicável ao capital alocado a partir de capital econômico, conforme relatado em períodos anteriores. Para a conciliação do capital alocado, consulte as páginas 22 a 24 deste comunicado
2 Retorno sobre o o capital alocado médio e retorno sobre o capital econômico médio são medidas financeiras não GAAP. A empresa acredita que o uso destas medidas financeiras não GAAP oferecem clareza adicional para avaliação dos resultados dos segmentos. Outras empresas podem definir ou calcular esses indicadores de outra maneira. Saiba mais sobre conciliação com as medidas financeiras GAAP nas páginas 22 a 24 deste comunicado.
3 O total de saldos de clientes é definido como ativos administrados, ativos em custódia, ativos de corretagem de clientes, depósitos e empréstimos de clientes (incluindo as margens a receber).
Destaques dos negócios
- Recorde nos resultados trimestrais de receita, margem antes dos impostos, lucro líquido, taxa de administração de ativos e saldos de empréstimos.
- Saldos de clientes subiram 8% (excluindo saldos transferidos aos serviços bancários para pessoas física e jurídica) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior para US$ 2,22 trilhões.
- As taxas de administração de ativos aumentaram para US$ 1,7 bilhão, um aumento de 10% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.
- O fluxo de ativos de longo prazo administrados (AUM) mais do que duplicou em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, para US$ 7,7 bilhões, marcando o 16.º trimestre consecutivo de fluxos positivos.
- Os saldos de empréstimos do final do período aumentaram para US$ 111,8 bilhões, um aumento de 11% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.
- Os saldos de depósitos do final do período diminuíram US$ 2,3 bilhões para US$ 235 bilhões em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, com US$ 15 bilhões em crescimento orgânico compensados por US$ 17 bilhões de transferências líquidas de depósitos para Consumer and Business Banking.
Panorama financeiro
A receita líquida do segmento de gestão global de fortunas e investimentos aumentou 38% em relação ao segundo trimestre de 2012, chegando a US$ 758 milhões. A margem antes dos impostos foi um recorde de 28% para o segundo trimestre de 2013 em relação aos 21% do mesmo trimestre no ano anterior.
A receita aumentou 10% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, chegando a US$ 4,5 bilhões, impulsionada por maiores taxas de gestão de ativos relacionadas aos níveis mais elevados do mercado e os fluxos de AUM de longo prazo, receita transacional mais elevada e maior renda líquida de juros.
As provisões para perdas de crédito reduziram em US$ 62 milhões em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, chegando a US$ 15 milhões, conduzidas pela melhora na qualidade de crédito. A despesa não decorrente de juros de US$ 3,3 bilhões aumentou 3%, impulsionada por maiores despesas relacionadas ao volume, parcialmente compensadas por menores custos com pessoal.
Os saldos de clientes aumentaram 8% (excluindo transferências líquidas de depósitos para Consumer and Business Banking) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, chegando a US$ 2,22 trilhões, refletindo entradas líquidas e níveis de mercado mais altos conduzidos pela atividade dos clientes com AUM, depósitos e empréstimos de longo prazo. Os ativos administrados cresceram US$ 76,2 bilhões, ou 11%, em comparação com o segundo trimestre de 2012. chegando a US$ 743,6 bilhões, conduzidos por níveis mais altos de mercados e fluxos de AUM de longo prazo.
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Serviços bancários globais
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| Três meses encerrados em |
| (em milhões de dólares) | 30 de junho de 2013 | | | | 31 de março de 2013 | | | | 30 de junho de 2012 |
| Receita total líquida de despesas de juros, base FTE | $ | 4.139 | | | | | $ | 4.030 | | | | | $ | 3.908 | |
| Provisão para perdas de crédito | 163 | | | | | 149 | | | | | (152 | ) |
| Despesa não decorrente de juros | 1.859 | | | | | 1.837 | | | | | 1.967 | |
| Receita líquida | $ | 1.291 | | | | | $ | 1.284 | | | | | $ | 1.318 | |
| Retorno sobre a média de capital alocado2. 3 | 22.52 | % | | | | 22.65 | % | | | | | |
| Retorno sobre a média de capital econômico2. 3 | | | | | | | | | | | 27,24 | % |
| Média de empréstimos e arrendamentos | $ | 255.674 | | | | | $ | 244.068 | | | | | $ | 219.504 | |
| Média de depósitos | 227.668 | | | | | 222.120 | | | | | 213.862 | |
1 Durante o segundo trimestre de 2013, os resultados dos Serviços Financeiros de Revendedor (SFR) de consumo, anteriormente informados no Global Banking, foram transferidos para a CBB e os períodos anteriores foram reclassificados para se conformarem com a apresentação do período atual.
2 A partir de 01 de janeiro de 2013, a empresa revisou prospectivamente sua metodologia de alocação de capital para os segmentos de negócios. Em conexão com esta mudança na metodologia, a empresa atualizou a terminologia aplicável ao capital alocado a partir de capital econômico, conforme informado em períodos anteriores. Para a conciliação do capital alocado, consulte as páginas 22 a 24 deste comunicado
3 Retorno sobre o o capital alocado médio e retorno sobre o capital econômico médio são medidas financeiras não GAAP. A empresa acredita que o uso destas medidas financeiras não GAAP oferecem clareza adicional para avaliação dos resultados dos segmentos. Outras empresas podem definir ou calcular esses indicadores de outra maneira. Saiba mais sobre conciliação com as medidas financeiras GAAP nas páginas 22 a 24 deste comunicado.
Destaques dos negócios
- O Bank of America Merrill Lynch (BAML) manteve a segundo posição no ranking de tarifas bancárias de investimento líquidos globais no segundo trimestre de 2013, com uma quota de mercado de 7,4%, segundo a Dealogic. De acordo com a Dealogic, a BAML foi classificada entre as três principais instituições financeiras em dívidas corporativas de alto rendimento, empréstimos alavancados, dívida de empresas de grau de investimento, títulos lastreados em ativos, títulos apoiados por hipotecas e empréstimos sindicalizados durante o segundo trimestre.
- Os saldos médios de empréstimos e arrendamentos aumentaram US$ 36,2 bilhões, ou 16%, em relação ao mesmo trimestre do ano anterior chegando a US$ 255,7 bilhões e US$ 11,6 bilhões, ou 5%, em relação ao trimestre anterior, principalmente com o crescimento do portfólio imobiliário comercial, comercial e industrial. Os empréstimos internacionais médios aumentaram 29% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, impulsionados por ganhos em todas as regiões.
- A média de depósitos aumentou US$ 13,8 bilhões, ou 6%, em relação ao mesmo trimestre do ano anterior para US$ 227,7 bilhões, devido ao crescimento dos depósitos internacionais, que aumentaram 22% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, refletindo a força da franquia internacional.
Panorama financeiro
O Global Banking informou receita líquida de US$ 1,3 bilhão no segundo trimestre de 2013, relativamente inalterada em relação ao mesmo trimestre do ano passado, com o aumento na receita e o declínio na despesa não decorrente de juros compensados pelo aumento da provisão para perdas de crédito. A receita de US$ 4,1 bilhões aumentou em US$ 231 milhões, ou 6%, a partir do segundo trimestre de 2012. refletindo maiores taxas bancárias de investimento e maior receita líquida de juros impulsionadas pelo crescimento do empréstimo.
As taxas bancárias de investimentos em geral de US$ 1,6 bilhão, excluindo as transações autoadministradas, tiveram um aumento de 36% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, principalmente devido a um forte desempenho na subscrição de dívida e capital. As taxas de serviços bancários de investimento em Global Banking, excluindo as transações autoadministradas, aumentaram em 24% alcançando US$ 785 milhões contra os US$ 633 milhões do mesmo trimestre do ano anterior.
A receita com Global Corporate Banking de US$ 1,6 bilhão e a receita com Global Commercial Banking de US$ 1,8 bilhão aumentaram US$ 91 milhões e US$ 140 milhões, respectivamente, em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Os rendimentos de empréstimo empresariais de US$ 1,9 bilhões e a receita de serviços do Tesouro de US$ 1,4 bilhões aumentaram US$ 160 milhões e US$ 71 milhões, respectivamente, em comparação ao mesmo período do ano passado.
As provisões para perdas de crédito aumentaram US$ 315 milhões em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, de US$ 163 milhões, impulsionadas pelo crescimento dos empréstimos comerciais. No mesmo trimestre do ano passado, as baixas líquidas ultrapassaram a provisão, o que resultou em uma redução líquida da reserva de US$ 272 milhões. As despesas não decorrentes de juros foram de US$ 1,9 bilhão, uma redução de 5% em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, principalmente em razão de menores despesas com pessoal.
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| Três meses encerrados em |
| (em milhões de dólares) | 30 de junho de 2013 | | | | 31 de março de 2013 | | | | 30 de junho de 2012 |
| Receita total líquida de despesas de juros, base FTE | $ | 4.189 | | | | | $ | 4.869 | | | | | $ | 3.578 | |
| Receita total líquida de despesas de juros, base equivalente totalmente tributável (FTE), excluindo DVA(1) | 4.151 | | | | | 4.924 | | | | | 3.734 | |
| Provisão para perdas de crédito | (16 | ) | | | | 5 | | | | | (1 | ) |
| Despesa não decorrente de juros | 2.769 | | | | | 3.073 | | | | | 2.855 | |
| Receita líquida | $ | 959 | | | | | $ | 1.169 | | | | | $ | 497 | |
| Lucro líquido, excluindo DVA1 | 935 | | | | | 1.204 | | | | | 595 | |
| Retorno sobre a média de capital alocado2. 3 | 12.85 | % | | | | 15,83 | % | | | | | |
| Retorno sobre a média de capital econômico2. 3 | | | | | | | | | | | 15,10 | % |
| Total da média de ativos | $ | 653.116 | | | | | $ | 667.265 | | | | | $ | 596.861 | |
1 A receita total líquida de despesa de juros em base FTE, excluindo DVA, e a receita líquida excluindo DVA são medidas financeiras não GAAP. Os ganhos DVA (perdas) foram de US$ 38 milhões, US$ (55) milhões e US$ (156) milhões para os três meses encerrados em 30 de junho de 2013, 31 de março de 2013 e 30 de junho de 2012, respectivamente.
2 A partir de 01 de janeiro de 2013, a empresa revisou prospectivamente sua metodologia de alocação de capital para os segmentos de negócios. Em conexão com esta mudança na metodologia, a empresa atualizou a terminologia aplicável ao capital alocado a partir de capital econômico, conforme informado em períodos anteriores. Para a conciliação do capital alocado, consulte as páginas 22 a 24 deste comunicado.
3 Retorno sobre o o capital alocado médio e retorno sobre o capital econômico médio são medidas financeiras não GAAP. A empresa acredita que o uso destas medidas financeiras não GAAP oferecem clareza adicional para avaliação dos resultados dos segmentos. Outras empresas podem definir ou calcular esses indicadores de outra maneira. Saiba mais sobre conciliação com as medidas financeiras GAAP nas páginas 22 a 24 deste comunicado.
Destaques dos negócios
- A receita de capital, excluindo DVAD, subiu 53% a partir do segundo trimestre de 2012. e foi a maior desde o primeiro trimestre de 2011, impulsionada pelo aumento da quota de mercado e melhoria do desempenho comercial.
- A receita internacional, excluindo DVAC, aumentou para 43% das receitas globais contra 34% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.
Panorama financeiro
Global Markets informou que o lucro líquido quase dobrou em relação ao mesmo trimestre do ano anterior para US$ 959 milhões no segundo trimestre de 2013, em comparação aos US$ 497 milhões do mesmo trimestre do ano anterior. A renda líquida, excluindo DVA
C, foi de US$ 935 milhões no segundo trimestre de 2013, em comparação aos US$ 595 milhões no mesmo trimestre do ano anterior.
A receita de Global Markets teve um aumento de US$ 611 milhões, ou 17%, em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, chegando a US$ 4,2 bilhões. A receita, excluindo DVA
E, cresceu US$ 417 milhões, ou 11%, chegando a US$ 4,2 bilhões impulsionados pelo aumento nos rendimentos de vendas e comercialização e em um aumento da atividade de emissão de dívida. As perdas do DVA foram de US$ 38 milhões em comparação aos US$ 156 milhões no mesmo trimestre do ano anterior.
A renda fixa, as vendas de moedas e commodities e as receitas de comercialização, excluindo DVA
E, foram de US$ 2,3 bilhões no segundo trimestre de 2013, um decréscimo de US$ 296 milhões em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, refletindo um ambiente de negociações desafiador para o final do trimestre, com os ativos de renda fixa vendidos devido a preocupações de mercado relacionados ao anúncio da política da Reserva Federal, em junho. A receita de vendas e comercialização de ações, excluindo DVA
D, foi de US$ 1,2 bilhão, um aumento de US$ 414 milhões, ou 53%, em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, devido ao aumento da quota de mercado e à melhoria do desempenho de comercialização.
A despesa não decorrente de juros foi reduzida em US$ 86 milhões, chegando a US$ 2,8 bilhões em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, resultante principalmente da redução dos custos operacionais.
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Todos os demais1
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| Três meses encerrados em |
| (em milhões de dólares) | 30 de junho de 2013 | | | | 31 de março de 2013 | | | | 30 de junho de 2012 |
| Receita total líquida de despesas de juros, base equivalente totalmente tributável2 | $ | 573 | | | | | $ | 364 | | | | | $ | 598 | |
| Provisão para perdas de crédito | (179 | ) | | | | 250 | | | | | 535 | |
| Despesa não decorrente de juros | 541 | | | | | 1.761 | | | | | 1.105 | |
| Receita (perda) líquida | $ | 549 | | | | | $ | (972 | ) | | | | $ | (364 | ) |
| Total da média de empréstimos | 238.910 | | | | | 244.557 | | | | | 263.649 | |
1 Todos os demais incluem atividades ALM, negócios de cartão de consumo, investimentos de capital, negócios em liquidação e outros. As atividades ALM abrangem todo o portfólio de empréstimos hipotecários residenciais e títulos de investimento, atividades de gestão de risco de moedas estrangeiras, incluindo alocação da renda líquida de juros residual, ganhos/perdas com passivos estruturados e o impacto de certas metodologias de alocação e a contabilidade da ineficácia de hedge. Investimentos em ações incluem os principais investimentos globais (Global Principal Investments, GPI), investimentos estratégicos e outros. Outros inclui certas hipotecas residenciais e empréstimos imobiliários administrados pela Legacy Assets & Servicing dentro dos CRES.
2 A receita inclui receita de investimento de capital (perda) de US$ 576 milhões, US$ 520 milhões e US$ (36) milhões para os três meses encerrados em 30 de junho de 2013, 31 de março de 2013 e 30 de junho de 2012. respectivamente, e ganhos nas vendas de títulos de dívida de US$ 452 milhões, US$ 67 milhões e US$ 354 milhões para os três meses encerrados em 30 de junho de 2013, 31 de março de 2013 e 30 de junho de 2012. respectivamente.
Todos os demais informaram receita líquida de US$ 549 milhões no segundo trimestre de 2013, em comparação com uma perda líquida de US$ 364 milhões no mesmo período no ano anterior. O aumento foi impulsionado principalmente pela redução na provisão para perdas de crédito, maior receita de investimento de capital e despesas não decorrentes de juros mais baixas. US$ 505 milhões em ganhos relacionados a atos de gestão de responsabilidade do mesmo período do ano passado compensaram parcialmente esses itens.
A provisão para perdas de crédito foram reduzidas de US$ 714 milhões a um benefício de US$ 179 milhões no segundo trimestre de 2013, em comparação com o ano anterior, impulsionado principalmente pela melhoria contínua das tendências do portfólio e aumento dos preços de habitação no portfólio de hipotecas residenciais. A despesa não decorrente de juros diminuiu de US$ 564 milhões para US$ 541 milhões devido a menores despesas pessoais e com litígios.
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Qualidade de crédito
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| Três meses encerrados em |
| (em milhões de dólares) | 30 de junho de 2013 | | | | 31 de março de 2013 | | | | 30 de junho de 2012 |
| Provisão para perdas de crédito | $ | 1.211 | | | | | $ | 1.713 | | | | | $ | 1.773 | |
| Baixas líquidas1 | 2.111 | | | | | 2.517 | | | | | 3.626 | |
| Coeficiente de baixas líquidas1. 2 | 0,94 | % | | | | 1,14 | % | | | | 1,64 | % |
| Coeficiente de baixas líquidas, excluindo a carteira de crédito PCI2. 3 | 0,97 | | | | | 1,18 | | | | | 1,69 | |
| Coeficiente de baixas líquidas, incluindo a carteira de crédito PCI2. 3 | 1,07 | | | | | 1,52 | | | | | n/a |
| No final do período | | | | | | | | | |
| Empréstimos, arrendamentos e propriedades executadas com desempenho negativo | $ | 21.280 | | | | | $ | 22.842 | | | | | $ | 25.377 | |
| Coeficiente de empréstimos, arrendamentos e propriedades executadas com desempenho negativo3 | 2,33 | % | | | | 2,53 | % | | | | 2,87 | % |
| Provisão para perdas com empréstimos e arrendamentos | $ | 21.235 | | | | | $ | 22.441 | | | | | $ | 30.288 | |
| Provisão para coeficiente de perdas de empréstimos e arrendamentos4 | 2,33 | % | | | | 2,49 | % | | | | 3,43 | % |
1 Exclui as amortizações de empréstimos PCI de US$ 313 milhões e US$ 839 milhões para os três meses encerrados em 30 de junho de 2013 e 31 de março de 2013. Não houve amortizações de empréstimos PCI para os três meses encerrados em 30 de junho de 2012.
2 Os coeficientes líquidos de perdas e baixas são calculados como baixas líquidas divididas pela média de empréstimos e arrendamentos em aberto no período. Os resultados trimestrais são anualizados.
3 Os coeficientes de empréstimos, arrendamentos e propriedades executadas com desempenho negativo são calculados como empréstimos, arrendamentos e propriedades executadas com desempenho negativo divididos por empréstimos, arrendamentos e propriedades executadas em aberto no fim do período.
4 Os coeficientes de provisão para perdas de empréstimos e arrendamento são calculados como provisão para perdas de empréstimos e arrendamento dividida por empréstimos e arrendamentos em aberto no fim do período.
n/a = não aplicável
Nota: Os coeficientes não incluem empréstimos contabilizados de acordo com a opção de justo valor.
A qualidade do crédito continuou a melhorar no segundo trimestre de 2013, com as baixas líquidas sendo reduzidas na maioria dos principais portfólios e a provisão para perdas de crédito sendo reduzidas em comparação com o primeiro trimestre de 2013, bem como com o mesmo trimestre do ano anterior. O número de empréstimos inadimplentes em mais de 30 dias, excluindo o crédito totalmente segurado, caiu em todas os principais portfólios de consumo, atingindo níveis recordes de baixa no portfólio de cartões de crédito dos EUA. Além disso, os saldos criticados reserváveis e empréstimos inadimplentes, arrendamentos e propriedades executadas também continuaram a declinar, 27% e 16% inferiores em relação ao mesmo período do ano passado. As baixas líquidas foram mantidas em US$ 2,1 bilhões no segundo trimestre de 2013, caindo dos US$ 2,5 bilhões do primeiro trimestre de 2013 e dos US$ 3,6 bilhões do segundo trimestre de 2012. Dada a tendência de melhora na inadimplência e outras métricas, espera-se que as baixas líquidas sejam inferiores a US$ 2 bilhões no 3.° trimestre de 2013.
A provisão para perdas de crédito foi de US$ 1,2 bilhão, uma queda de US$ 502 milhões a partir do primeiro trimestre de 2013 e uma queda de US$ 562 desde o segundo trimestre de 2012. A provisão para perdas de crédito no segundo trimestre de 2013 foi de US$ 900 milhões inferiores às baixas líquidas, resultando numa redução das concessões para perdas de crédito. Isto incluiu um benefício de US$ 252 milhões em portfólio de PCI, principalmente devido a uma melhoria das perspectivas de preços de imóveis. A redução remanescente foi devido à melhoria dos portfólios imobiliários de consumo não PCI, principalmente em razão da contínua estabilização do portfólio imobiliário e de melhores preços dos imóveis, bem como níveis mais baixos de inadimplência em todo o portfólio de empréstimo do consumidor.
A provisão de perdas de empréstimos e arrendamentos para o coeficiente de cobertura de baixas líquidas anualizadas foi de 2,51 vezes no segundo trimestre de 2013, em comparação com 2,2 vezes no primeiro trimestre de 2013 e 2,08 vezes no segundo trimestre de 2012. O aumento foi devido à melhoria nas baixas líquidas discutidas acima. A provisão para o coeficiente de cobertura de baixas líquidas anualizadas, excluindo PCI, foi de 2,04 vezes, 1,76 vezes e 1,46 vezes para os mesmos períodos, respectivamente.
Os empréstimos, arrendamentos e propriedades executadas com desempenho negativo foram de US$ 21,3 bilhões em 30 de junho de 2013, uma redução dos US$ 22,8 bilhões de 31 de março de 2013 e US$ 25,4 bilhões de 30 de junho de 2012.
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Gestão de capital e liquidez
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| (Valores expressos em milhões de dólares, exceto para os dados das ações) | Em 30 de junho de 2013 | | | | Em 31 de março de 2013 | | | | Em 30 de junho de 2012 |
| Patrimônio total dos acionistas | $ | 231.032 | | | | | $ | 237.293 | | | | | $ | 235.975 |
| Capital ordinário de nível I | 139.519 | | | | | 136.119 | | | | | 134.082 |
| Coeficiente de capital ordinário de nível 1, incluindo Regra Final de Risco de Mercado2 | 10,83 | % | | | | 10,49 | % | | | | n/a |
| Coeficiente de patrimônio ordinário tangível1 | 6,98 | | | | | 6,88 | | | | | 6,83 |
| Coeficiente de capital ordinário | 10,21 | | | | | 10,05 | | | | | 10,05 |
| Valor patrimonial tangível por ação1 | $ | 13,32 | | | | | $ | 13,36 | | | | | $ | 13,22 |
| Valor patrimonial por ação | 20,18 | | | | | 20,19 | | | | | 20,16 |
1 Coeficiente de patrimônio comum tangível e valor patrimonial tangível por ação são medidas financeiras não GAAP. Saiba mais sobre conciliação com as medidas financeiras GAAP nas páginas 22 a 24 deste comunicado.
2 A partir de 01 de janeiro de 2013, a Regra Final de Risco de Mercado entrou em vigor sob o Basileia I. A Regra Final de Risco de Mercado introduz novas medidas de risco de mercado, incluindo uma cobrança relacionada a um esgotado Valor sob Risco (VaR), uma taxa de risco maior e uma medida de risco global, além de outras modificações técnicas. O coeficiente de capital ordinário de nível 1, Basileia I, para 30 de junho de 2012 não é apresentado como o Regra Final de Risco de Mercado não se aplica durante esse período.
n/a = não aplicável
O coeficiente de capital comum de nível 1, incluindo a Regra Final de Risco de Mercado foi de 10,83% em 30 de junho de 2013, em relação aos 10,49% em 31 de março de 2013. Antes de 31 de março de 2013, os resultados informados do Basileia I não foram calculados usando a Regra Final de Risco de Mercado, que entrou em vigor em primeiro de Janeiro de 2013.
Em 30 de junho de 2013, o coeficiente de capital ordinário de nível 1 da empresa, em base totalmente escalonável do acordo Basileia III, foi estimado em 9,6%, em comparação com 9,52% em 31 de março de 2013 e 7,95% em 30 de junho de 2012.
As estimativas do Basileia III totalmente escalonadas para 30 de junho de 2013 foram calculadas sob o enfoque avançado das regras de enfoque avançadas do Basileia III lançadas recentemente pela Reserva Federal, assumindo todas as aprovações do modelo regulatório, com exceção da redução potencial dos ativos ponderados pelo risco resultante da medida do risco global após um ano.
Sob o Basileia III, o coeficiente de capital ordinário estimado de nível 1 aumentou a partir do primeiro trimestre de 2013, principalmente devido a menores ativos ponderados pelo risco, compensados por uma diminuição líquida de capital ordinário de nível 1. Os ativos ponderados pelo risco estimados do Basileia III foram menores do que o primeiro trimestre de 2013 devido a uma melhoria geral na qualidade de crédito. O declínio no capital ordinário de nível 1 estimado sob o Basileia II foi impulsionado principalmente por perdas não realizadas em títulos de dívida disponíveis para venda reconhecidos em outras receitas abrangentes, parcialmente compensadas por ganhos favoráveis.
Em 30 de junho de 2013, as fontes globais de excessos de liquidez da empresa foram de US$ 342 bilhões, inferior aos US$ 378 bilhões em 30 de junho de 2012. com a redução da dívida de longo prazo de US$ 39 bilhões do mesmo período do ano passado. O financiamento com prazo foi de 32 meses em 30 de junho de 2013, comparado com os 29 meses em 31 de março de 2013 e 37 meses em 30 de junho de 2012.
No segundo trimestre de 2013, foram pagos dividendos de caixa de US$ 0,01 por ação ordinária e a empresa registrou US$ 441 milhões em dividendos preferenciais, dos quais, US$ 76 milhões em dividendos não monetários associados aos resgates de ações preferenciais. As ações ordinárias de final de período emitidas e em circulação eram 10,74 bilhões e 10,78 bilhões no segundo trimestre de 2013 e 2012.
Conforme anunciado anteriormente, a empresa pretende recomprar até US$ 5 bilhões de ações ordinárias e resgatar cerca de US$ 5,5 bilhões em ações preferenciais. Em 30 de junho de 2013, cerca de 80 milhões de ações ordinárias foram recompradas por aproximadamente US$ 1 bilhão, a um preço médio de US$ 12,59 por ação, e cerca de US$ 5,5 bilhões em ações preferenciais, que consistem nas Série H, 6, 7 e 8, foram resgatados.
O valor contábil tangível por ação
E foi de US$ 13,22 em 30 de junho de 2013, em comparação com os US$ 13,36 de 31 de março de 2013 e os US$ 13,22 de 30 de junho de 2012. O valor contábil por ação foi de US$ 20,18 em 30 de junho de 2013, em comparação com os US$ 20,19 de 31 de março de 2013 e os US$ 20,16 de 30 de junho de 2012.
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Base equivalente totalmente tributável (FTE) é uma medida financeira não GAAP. Saiba mais sobre conciliação com as medidas financeiras GAAP nas páginas 22 a 24 deste comunicado. A receita total líquida de despesas de juros, em base GAAP foi de US$ 22,7 bilhões, US$ 23,2 bilhões e US$ 22 bilhões nos três meses encerrados em 30 de junho de 2013, 31 de março de 2013 e 30 de junho de 2012. A renda líquida de juros em base GAAP foi de US$ 10,5 bilhões, US$ 10,7 bilhões e US$ 9,5 bilhões nos três meses encerrados em 30 de junho de 2013, 31 de março de 2013 e 30 de junho de 2012. respectivamente.
B O coeficiente de capital ordinário de nível 1 de Basileia III é uma medida financeira não GAAP. Saiba mais sobre conciliação com as medidas financeiras GAAP na página 18 deste comunicado. As estimativas do Basileia III totalmente escalonadas para 30 de junho de 2013 foram calculadas sob a abordagem avançada final das regras do Basileia III, recentemente divulgados pela Reserva Federal, assumindo todas as aprovações do modelo regulatório, com exceção da redução potencial de ativos ponderados pelo risco decorrente da medida de risco global após um ano.
C Vendas e receitas de comercialização, excluindo o impacto da DVA e o lucro líquido e receita internacional excluindo perdas DVA, são medidas financeiras não GAAP. Os ganhos DVA (perdas) foram de US$ 38 milhões, US$ (55) milhões e US$ (156) milhões para os três meses encerrados em 30 de junho de 2013, 31 de março de 2013 e 30 de junho de 2012 respectivamente.
D A renda fixa, moeda e commodities (FICC), as vendas e receitas de negociação, excluindo DVA e vendas de ações e receitas de comercialização, excluindo DVA, são medidas financeiras não GAAP. As perdas DVA foram de US$ 33 milhões, US$ (65) milhões e US$ (137) milhões para os três meses encerrados em 30 de junho de 2013, 31 de março de 2013 e 30 de junho de 2012 respectivamente. Os ganhos DVA (perdas) foram de US$ 5 milhões, US$ 10 milhões e US$ (19) milhões para os três meses encerrados em 30 de junho de 2013, 31 de março de 2013 e 30 de junho de 2012 respectivamente.
E Valor patrimonial tangível por ação ordinária é uma medida não GAAP. Outras empresas podem definir ou calcular esses indicadores de outra maneira. Saiba mais sobre conciliação com as medidas GAAP nas páginas 22 a 24 deste comunicado.
Nota: O diretor executivo Brian Moynihan e o diretor financeiro Bruce Thompson conversarão sobre os resultados do segundo trimestre de 2013 durante uma teleconferência, às 8h30min ET de hoje. Os materiais de apoio e de apresentação estão acessíveis no site de relações com o investidor do Bank of America em http://investor.bankofamerica.com. Para ouvir o áudio da teleconferência, ligue para 1 (877) 200-4456 (EUA) ou +1 (785) 424-1734 (internacional) e digite o código da conferência: 79795.
Uma gravação estará disponível via webcast através do site de relações com investidores do Bank of America. Uma gravação da teleconferência também estará disponível, iniciando ao meio-dia em 17 de julho até meia-noite de 25 de julho pelo telefone (800) 753-8546 (EUA) ou +1 (402) 220-0685 (internacional).
Bank of America
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O Bank of America e sua administração podem fazer certas declarações como "declarações prospectivas" de acordo com o significado atribuído ao termo na Lei de Litígio de Títulos Mobiliários Privados de 1995. Essas declarações podem ser identificadas pelo fato de não se referirem estritamente a fatos históricos ou atuais. Declarações prospectivas geralmente usam palavras como "antecipa", "almeja", "espera", "estima", "pretende", "planeja", "metas", "acredita" e outras expressões similares, ou verbos no futuro ou condicionais, tais como "irá", "deveria", "iria" e "poderia". As declarações prospectivas feitas representam as expectativas atuais do Bank of America e planos ou previsões de resultados e receitas futuras, incluindo expectativas sobre o tempo e o valor da redução de custos devido ao Projeto New BAC; expectativas em relação à recompra de ações anunciadas anteriormente; expectativas relativas aos custos com bens legados e serviços (LAS); expectativas em relação ao 3.° trimestre de 2013 em baixas líquidas; e outros assuntos semelhantes. Estas declarações não são garantias de resultados ou desempenho futuro e envolvem certos riscos, incertezas e hipóteses que são difíc