Releases 02/02/2017 - 13:57

Orientais optam por técnicas pouco invasivas, economicamente mais viáveis, para ressaltar as características étnicas e dar harmonia ao rosto


São Paulo, SP--(DINO - 02 fev, 2017) - O rosto é um dos pilares da beleza e se fosse feita a pergunta às pessoas o que elas mudariam no rosto, o nariz seria um dos apontados. Mudar o formato do nariz é o sonho de muitos homens e mulheres, principalmente dos japoneses, coreanos e chineses.

As características do nariz oriental são de pele espessa, dorso baixo, asas alargadas e columela embutida e muitos orientais apreciam um nariz mais afilado e com ponta delicada, portanto esse é um dos grandes desafios dos cirurgiões plásticos, esculpirem esse modelo com resultados naturais.

Segundo, o Dr. Kose Horibe, cirurgião plástico, o nariz asiático é um dos mais operados com procedimentos minimamente invasivos para dar equilíbrio ao perfil. "Quem não tem o nariz adequado para as suas proporções faciais fica muito incomodado. Alguns asiáticos, por exemplo, têm o dorso tão baixo que não conseguem nem mesmo apoiar os óculos. Neste caso, a Rinoplastia passa a ser não só uma questão estética, mas principalmente funcional. E a peculiaridade do nariz oriental é que não possui características do nariz caucasiano", afirma.

A boa notícia é que a correção de pequenos detalhes é feita com procedimentos minimamente invasivos realizados em pequenos centros cirúrgicos, geralmente utilizando anestesia local e sedação. Desta forma, os custos diminuem e a viabilidade da cirurgia aumenta, é o que explica o Dr. Kose Horibe.

Por exemplo, o nariz baixo pode ser resolvido com a utilização do silicone. Assim como a correção das asas alargadas, da columela embutida e até de pequenos desvios de septos, a cirurgia leva cerca de uma hora, sem internação, rápida recuperação, anestesia local e o resultado é muito bom, de um nariz com aparência natural, formato e tamanhos adequados, em harmonia com o restante da face. "A naturalidade representa o elemento chave para o sucesso da plástica no nariz", ressalta o Dr. Kose Horibe.

Outro desejo dos orientais é de dar um toque nos olhos para valorizá-los, por isso recorrem à Ocidentalização das Pálpebras, uma técnica também minimamente invasiva.

A Ocidentalização das Pálpebras tem sido nos últimos 50 anos, uma das cirurgias estéticas mais procuradas pela população jovem dos países orientais. É um verdadeiro modismo os filhos e netos de japoneses, coreanos e chineses optarem por essa cirurgia.

A Dra. Edith Horibe, cirurgiã plástica, PhD pela Faculdade de Medicina da USP, expoente em Cosmiatria e Envelhecimento bem-sucedido, premiada Internacionalmente por desenvolver esta técnica, que consiste em criar "dobrinhas" nas pálpebras dos olhos puxados, praticamente inexistentes em japoneses, coreanos e chineses. "Pesquisando, descobri que metade dos orientais, por questões genéticas, não têm a dobrinha nas pálpebras e, nestes casos, os cílios ficam para dentro causando lesão na córnea", diz.

A cirurgia tem por objetivo retirar parte da gordura existente nas pálpebras superiores e, na maioria das vezes, também de uma tirinha fina de tecido muscular para eliminar o aspecto inchado, típico dos rostos orientais. Depois, é feita uma "dobrinha" em cima dos olhos.

"A Ocidentalização das Pálpebras é uma cirurgia estética muito valorizada pelos orientais, para conseguirem uma maior projeção do olhar e atrai principalmente as mulheres que valorizam a maquiagem dos olhos", afirma a especialista.

A cirurgia é rápida, dura um pouco mais de uma hora e não precisa de internação, diminuindo os custos. Logo de imediato já se vê o resultado. Três dias depois começa a retirada dos pontos, que termina em cinco dias. Em aproximadamente uma semana o paciente já volta para a sua rotina.

Os médicos afirmam que estes recursos contribuem para o bem-estar, funcionalidade, saúde e beleza.