Campinas/SP.--(
DINO - 28 set, 2016) - O Brasil sempre teve uma excelente tradição acadêmica e um histórico de intercâmbios e formação de graduados, mestres e doutores no exterior.
Mas se a situação nunca foi fantástica, hoje se tornou ainda mais difícil. Um dos mais procurados meios de conseguir bolsa de estudos no exterior, o Ciência sem Fronteiras,
sofreu duros cortes.
BOLSA DE ESTUDOS NO EXTERIOR DO CIÊNCIA SEM FRONTEIRA: NOVAS REGRAS
Devido à grave crise do país, diversos bolsistas já estão passando dificuldades para renovar suas ajudas financeiras. E a abertura de novas vagas é totalmente incerta, na verdade, pouco provável.
Segundo o
CAPES , caso não haja recursos disponíveis nas dotações orçamentários do MEC, não haverá bolsas de estudos para o exterior.
Estas
novas regras das bolsas de estudo permitem inclusive cancelar bolsas já aprovadas.
Diante desta situação, como conseguir um subsídio para um curso superior lá fora?
DOMÍNIO DO IDIOMA É FUNDAMENTAL
Realmente não faz nenhum sentido dar uma bolsa de estudos para o exterior se o aluno não domina o idioma do país.
"Quem busca este tipo de auxílio acadêmico tem que começar aprendendo fluentemente a língua em que vai estudar lá fora" ? Comenta Bruno Passarelli, fundador da agência online de intercâmbios
Descubra o Mundo Intercâmbio ? "Muitos têm este sonho de conseguir uma
bolsa de intercâmbio no exterior e se esquecem da fluência no idioma como fator de descarte imediato em qualquer processo de seleção. A dica que costumamos dar é, mesmo sem ter ainda a bolsa, passar uma temporada em um curso de intercâmbio de idiomas no país que deseja conseguir estudar. 6 meses é o ideal para dominar plenamente".
Passarelli ainda ressalta outra vantagem. Neste período de 6 meses o aluno pode começar a procurar "in loco" uma boa
faculdade que possa lhe oferecer alguma espécie de auxílio ou programa de bolsas , assim como cartas de recomendação, e se inteirar claramente dos detalhes dos processos seletivos de cada instituição.
Fundação Estudar está com programa de bolsas 2017 aberto!
Nesse contexto atribulado, uma esperança surge no horizonte daqueles que não desistem facilmente de seu sonho.
Diante das poucas opções
de financiamento para intercâmbio no exterior , a
Fundação Estudar aparece como a tábua de salvação para alunos dedicados e cheios de força de vontade.
"Comecei meu envolvimento com a Estudar quando eu tinha apenas 17 anos. Desde então, ela tem me auxiliado a abrir portas e a manter minha conexão com o Brasil, para que eu consiga melhorar o país enquanto corro atrás dos meus objetivos acadêmicos no exterior". Este é o depoimento que Bárbara Santiago deixou no próprio site da instituição, agradecida por ter conquistado uma bolsa de estudos na prestigiada
Universidade de Yale , nos EUA.
Para participar do programa é preciso ser brasileiro, ter até 34 anos de idade, um currículo acadêmico exemplar e comungar dos valores da Fundação, que quer deixar um legado para nosso país.
Além disso, é necessário já estar cursando, matriculado ou em processo de aceitação em uma das suas 5 categorias de bolsas de estudo no exterior ou mesmo no Brasil: Graduação completa no Brasil, Intercâmbio acadêmico de graduação ou duplo diploma no exterior, Graduação completa no exterior e Graduação executiva no exterior.
Existe ainda outra possibilidade: procurar diretamente as instituições de ensino superior lá fora, em países como
EUA ,
Inglaterra e
Canadá , que têm tradição em oferecer este tipo de oportunidade.
Seja qual for sua escolha, o segredo é estudar muito!
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