Releases 07/10/2016 - 09:44

Relatório FMI aponta que economia brasileira dá indícios de recuperação, por Marcio Alaor


São Paulo--(DINO - 07 out, 2016) - A projeção anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) acerca do crescimento da economia do Brasil esboça uma melhora no que se refere ao Produto Interno Bruto (PIB). É esperado que em 2016 haja uma retração de 3,3%, que será compensada pelo aumento de 0,5 de 2017. Com a estimativa de alta, o órgão prevê que até o final do ano o cenário econômico brasileiro mostre avanços reais, noticia Marcio Alaor, empresário do setor bancário.

Em um relatório originado a partir da reunião realizada em abril, o FMI, por meio de presidentes e autoridades ligadas às finanças de vários países, citou o Brasil como uma nação que ainda enfrentará grandes desafios de naturezas diversas, mas que está prestes a se reerguer enquanto economia. Intitulada de Panorama Econômico Mundial, a publicação reflete as perspectivas que a instituição possui de cada nação, reporta Marcio Alaor.

Há possibilidades de que o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) chegue ao último trimestre de 2016 em 7,2%. Para o próximo ano, no entanto, a previsão é ainda mais otimista, já que se espera uma baixa de 5%.

Mesmo que a inflação tenha operado com índices maiores do que os indicados pelo Banco Central, o FMI mostra-se confiante quanto ao desempenho futuro do país, destaca Marcio Alaor, vice-presidente do Banco BMG, baseando-se nas últimas prospecções do fundo. Países emergentes, como a Rússia, apresentaram o mesmo comportamento e atualmente são considerados estáveis economicamente.

De acordo com o relatório em questão, o FMI aconselha que haja um maior estímulo à confiança dos agentes econômicos em relação ao Brasil, ainda que os investidores e outras importantes figuras para a nação tenham retornado com total credibilidade ao mercado. O órgão vê na implementação de políticas próprias, a melhor saída para o país se restabelecer com total força, destaca o executivo Marcio Alaor.

Dentre as medidas esperadas, a simplificação de trâmites referentes ao comércio e aos tributos, foram consideradas de grande valia no processo de retomada da confiança dos investidores. Estabelecer um teto para os gastos de caráter público, foi outra atitude elencada como passível de ser tomada por governantes brasileiros, como meio de mostrar que o país se fortaleceu e está engajado na missão de tornar-se uma nação bastante sólida, dona de uma economia fortalecida.

A desaceleração de grandes potências contrastará com o movimento de ascensão dos países ainda considerados emergentes, avalia o relatório do FMI. Há a perspectiva de progressivos avanços tanto para este ano quanto para o próximo, com destaque para a Índia que desponta como grande promessa econômica da atualidade, por ser considerado o país que mais cresce, mesmo com as oscilações financeiras comuns a outros países.

A China, ao contrário da Índia, poderá sofrer desaceleração frente ao novo modelo econômico que resolveu adotar. Trata-se de suscitar a prestação de serviços e o consumo como meio de tornar o país mais dependente deles. O empresário brasileiro Marcio Alaor aponta que o crescimento econômico chinês, conforme o FMI, fechará o ano em 6,6%, valor esperado desde a reunião que o fundo pôs em pauta no mês de junho.




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