Releases 07/06/2013 - 10:29

U.S. Food and Drug Administration Aprova o REVLIMID® (lenalidomida) para o Tratamento de Pacien


SUMMIT, N.J.--(BUSINESS WIRE)--7 de Junho de 2013--A Celgene Corporation (NASDAQ: CELG) anunciou hoje que o U.S. Food and Drug Administration (FDA) aprovou o pedido complementar de novo fármaco da empresa (sNDA) para o REVLIMID® (lenalidomida) para o tratamento de pacientes com linfoma de células do manto (MCL), que tenham sofrido recidiva ou progredido após duas terapias anteriores, uma das quais tendo incluído o bortezomibe.

"Ainda há uma necessidade não satisfeita enorme para os pacientes com linfoma de células do manto-tratado anteriormente", disse Andre Goy, MD, MS, Presidente e Director e Chefe de linfoma, John Theurer Cancer Center em Hackensack UMC e diretor de Ciência e Diretor de Pesquisa e Inovação na Regional Cancer Care Associates, LLC. "A aprovação da lenalidomida oferece uma nova opção e a primeira terapia oral na área do linfoma."

A aprovação foi baseada nos resultados do MCL-001, um estudo aberto da fase II, multicêntrico e de braço único, que avalia a lenalidomida em 134 pacientes com MCL e que receberam tratamento anterior com rituximab, ciclofosfamida, uma antraciclina (ou mitoxantrona) e bortezomibe, quer isoladamente ou em combinação com outro fármaco. Os pacientes foram obrigados a ter a doença refratária documentada (definida como aquela sem qualquer resposta da resposta parcial ou melhor durante o tratamento com bortezomibe ou um esquema que continha bortezomibe), ou doença recidiva (definida como a progressão dentro de um ano após o tratamento com bortezomibe ou um esquema contendo bortezomibe). Os pacientes com uma depuração de creatinina 60 mL/min receberam a lenalidomida a 25mg uma vez por dia durante 21 dias a cada 28 dias. Os pacientes com uma depuração da creatinina 30 mL/min e <60 mL/min receberam a lenalidomida a uma dose de 10 mg uma vez por dia durante 21 dias a cada 28 dias.

No estudo, o critério de avaliação primário - taxa de resposta global baseada em uma análise dos exames radiográficos por um comitê de análise independente, de acordo com uma versão modificada dos Critérios de Resposta de Linfoma da Oficina Internacional - foi de 26% (34/133) (95% IC 18.4, 33.9), com uma taxa de resposta completa (CR/CRu) de 7% (9/133) (95% IC 3.1, 12.5). A duração mediana da resposta foi de 16,6 meses (95% IC, 7.7, 26.7).

O REVLIMID é um análogo da talidomida, é contraindicado durante a gravidez e, se usado durante a gravidez, pode causar defeitos congênitos ou morte embrionária e fetal. Ele só está disponível através de um programa de distribuição restrito chamado REVLIMID REMS. O Revlimid pode causar neutropenia e trombocitopenia significativas. A trombose venosa profunda (DVT) e a embolia pulmonar (PE) ocorrem em pacientes que foram tratados com REVLIMID. As reações alérgicas, incluindo casos fatais, compreendendo hipersensibilidade, angioedema, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica têm sido relatadas em pacientes tratados com REVLIMID. A síndrome de lise tumoral, incluindo casos fatais, foi relatada durante o tratamento com o REVLIMID. Ocorreram reações de exacerbação tumoral graves durante o uso experimental do REVLIMID para a leucemia linfocítica crônica e linfoma. Ocorreu insuficiência hepática, incluindo os casos fatais, em pacientes tratados com REVLIMID, em combinação com a dexametasona. Foram observadas maiores incidências de segundas neoplasias de malignidade primária em ensaios clínicos de pacientes com mieloma múltiplo que estavam recebendo o REVLIMID. Veja todas as informações sobre prescrição, inclusive ADVERTÊNCIAS destacadas, CONTRAINDICAÇÕES, ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES E REAÇÕES ADVERSAS.

As reações adversas mais comuns de grau 3/4 reportadas em 5% dos pacientes foram: neutropenia (43%), trombocitopenia (28%), anemia (11%), pneumonia (9%), fadiga (7%), leucopenia (7%), neutropenia febril (6%), diarreia (6%) e dispneia (6%).

REVLIMID® (lenalidomida) é indicado para o tratamento de pacientes com linfoma de células do manto (MCL), cuja doença tenha sofrido recidiva ou progredido após duas terapias anteriores, uma das quais com bortezomibe.

Informações de Segurança Importantes

AVISO: TOXICIDADE EMBRIOFETAL, TOXICIDADE HEMATOLÓGICA E TROMBOEMBOLISMO VENOSO

TOXICIDADE EMBRIOFETAL

Não use REVLIMID durante a gravidez. A Lenalidomida, um análogo da talidomida, causou anomalias dos membros em um estudo experimental com macacos. A talidomida é um teratogênico humano conhecido que causa malformações congênitas humanas fatais graves. Se a lenalidomida for usada durante a gravidez, ela pode causar malformações congênitas ou morte embrionária e fetal. Nas mulheres em idade fértil, obter dois testes de gravidez negativos antes de iniciar o tratamento com o REVLIMID. As mulheres em idade fértil devem usar duas formas de contracepção ou abster-se continuamente de manter relações heterossexuais durante e por 4 semanas após o tratamento com o REVLIMID. Para evitar a exposição embrionária e fetal à lenalidomida, o REVLIMID somente está disponível através de um programa de distribuição restrita, o programa REVLIMID REMS anteriormente conhecido como programa "RevAssist®).

As Informações sobre o Programa REVLIMID REMS estão disponíveis em www.celgeneriskmanagement.com ou ligando para o telefone de chamada gratuita do fabricante 1-888-423-5436.

TOXICIDADE HEMATOLÓGICA (Neutropenia e Trombocitopenia)

O REVLIMID pode causar neutropenia e trombocitopenia significativas. Oitenta por cento dos pacientes com dom síndrome mielodisplásica 5q (MDS) tiveram um atraso/redução da dose durante o estudo principal. Trinta e quatro por cento dos pacientes tiveram um segundo atraso/redução da dose. A toxicidade hematológica de grau 3 ou 4 foi vista em 80% dos pacientes inscritos no estudo. Os pacientes em terapia para MDS 5q devem ter seus hemogramas completos monitorados semanalmente durante as primeiras 8 semanas do tratamento e, pelo menos, mensalmente. Os pacientes podem ter que interromper e/ou reduzir a dose. Os pacientes podem necessitar do uso de suporte de produto sanguíneo e/ou fatores de crescimento.

TROMBOEMBOLISMO VENOSO

O REVLIMID demonstrou um aumento significativo do risco de trombose venosa profunda (DVT) e de embolia pulmonar (PE) em pacientes com mieloma múltiplo (MM), que foram tratados com REVLIMID e dexametasona. Pacientes e médicos são orientados a ficarem atentos aos sinais e sintomas do tromboembolismo. Os pacientes devem ser instruídos a procurar cuidados médicos se desenvolverem sintomas tais como falta de ar, dor no peito, braço ou perna ou inchaço. Não se sabe se a terapia antiplaquetária ou anticoagulação profilática prescrita em conjunto com o REVLIMID pode diminuir o potencial para o tromboembolismo venoso. A decisão de tomar medidas profiláticas deve ser tomada com cuidado, após uma avaliação dos fatores de risco subjacentes de cada paciente individual.

CONTRAINDICAÇÕES

Gravidez:

  • REVLIMID pode provocar danos ao feto quando administrado a uma mulher grávida. A lenalidomida é contraindicada em mulheres grávidas. Se este fármaco for usado durante a gravidez ou se a paciente engravidar enquanto estiver recebendo o mesmo, o paciente deve ser informado sobre o perigo potencial para o feto
Reações Alérgicas:

  • REVLIMID é contraindicado em pacientes que tenham demonstrado hipersensibilidade (por exemplo: angioedema, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica) à lenalidomida
ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

Toxicidade embriofetal:

  • O REVLIMID é um análogo da talidomida, um teratogênico humano conhecido que causa malformações congênitas humanas que podem ser fatais ou morte embrionária e fetal. Um estudo do desenvolvimento embriofetal em macacos indicaram que a lenalidomida produziu malformações na prole de macacos fêmeas que receberam o fármaco durante a gravidez semelhantes às más formações congênitas observadas em seres humanos após a exposição à talidomida durante a gravidez
  • Mulheres em Idade Fértil: Devem evitar a gravidez por, pelo menos, 4 semanas antes do início da terapia com o REVLIMID, durante a terapia, durante as interrupções da dose e por, pelo menos, 4 semanas após o término da terapia. Deve se comprometer a se abster continuamente de manter relações sexuais heterossexuais ou a usar dois métodos de controle de natalidade confiáveis começando 4 semanas antes do início do tratamento com REVLIMID, durante a terapia, durante as interrupções da dose e continuamente durante 4 semanas após a descontinuação da terapia com o REVLIMID. Deve obter dois testes de gravidez negativos antes de iniciar a terapia
  • Homens: A lenalidomida está presente no sêmen de pacientes que receberam o fármaco. Os homens sempre devem usar um preservativo de látex ou sintético durante qualquer contato sexual com mulheres em idade fértil durante o período em que estão tomando REVLIMID e por até 28 dias após a descontinuação do tratamento com REVLIMID, mesmo que eles tenham sido submetidos a uma vasectomia bem sucedida. Os pacientes do sexo masculino que estão recebendo REVLIMID não devem doar esperma
  • Doação de Sangue: Os pacientes não devem doar sangue durante o tratamento com REVLIMID e por 1 mês após a descontinuação do fármaco, porque o sangue pode ser fornecido a uma paciente grávida, cujo feto não deve ser exposto ao REVLIMID
Programa REVLIMID REMS

Devido ao risco embrionário e fetal, o REVLIMID está disponível somente através de um Programa de Avaliação e Mitigação do Risco (REMS) restrito - o Programa REVLIMID REMS (anteriormente conhecido como Programa RevAssist®). Os médicos que prescrevem e as farmácias devem ser certificadas junto ao programa e os pacientes devem assinar um termo de acordo e cumprir as exigências. Outras informações sobre o programa REVLIMID REMS estão disponíveis em www.celgeneriskmanagement.com ou pelo telefone 1-888-423-5436.

Toxicidade Hematológica: O REVLIMID pode causar neutropenia e trombocitopenia significativas. Os pacientes podem ter que interromper e/ou reduzir a dose. MCL: Pacientes que estejam tomando REVLIMID para MCL devem ter seus hemogramas completos monitorados semanalmente durante o primeiro ciclo (28 dias), e a cada duas semanas durante os ciclos 2-4, e, posteriormente, mensalmente. No ensaio do MCL, foram reportados casos de neutropenia grau 3 ou 4 em 43% dos pacientes. Foram reportados casos de trombocitopenia grau 3 ou 4 em 28% dos pacientes.

Tromboembolismo Venoso: Eventos tromboembólicos venosos (predominantemente trombose venosa profunda e embolia pulmonar) ocorreram em pacientes com MCL e que foram tratados com monoterapia com lenalidomida. Não se sabe se a terapia antiplaquetária ou anticoagulação profilática prescrita em conjunto com o REVLIMID pode diminuir o potencial para o tromboembolismo venoso. A decisão de tomar medidas profiláticas deve ser tomada com cuidado após uma avaliação dos fatores de risco subjacentes de cada paciente individual.

Reações alérgicas: Foram reportados casos de angioedema e reações dermatológicas graves, incluindo síndrome de Stevens-Johnson (SJS) e necrólise epidérmica tóxica (TEN). Estes eventos podem ser fatais. Pacientes com histórico anterior de Erupção Cutânea Grau 4 associada ao tratamento com talidomida não devem receber REVLIMID. A interrupção ou descontinuação do REVLIMID deve ser considerada para erupções cutâneas Grau 2-3. O REVLIMID deve ser interrompido para angioedema, erupção cutânea Grau 4, erupção cutânea esfoliativa ou bolhosa, ou se houver suspeita de SJS ou TEN, e não deve ser retomado após a interrupção dessas reações. As cápsulas de Revlimid contêm lactose. O Risco-benefício do tratamento com REVLIMID deve ser avaliado em pacientes com intolerância à lactose.

Síndrome de Lise Tumoral: Casos fatais da Síndrome de Lise Tumoral (TSL) foram reportados durante o tratamento com lenalidomida. Os doentes com risco de TLS são aqueles com elevada carga tumoral antes do tratamento. Estes doentes devem ser cuidadosamente monitorizados e as precauções adequadas devem ser tomadas.

Reação de Exacerbação Tumoral: A Reação de Exacerbação Tumoral (TFR) ocorreu durante o uso experimental da lenalidomida para leucemia linfocítica crônica (LLC) e linfoma e é caracterizada pelo inchaço do linfonodo com dor quando apalpado, febre de baixo grau, dor e erupção cutânea. O tratamento da leucemia linfocítica crônica com lenalidomida fora de um ensaio clínico bem monitorado é desencorajado.

O acompanhamento e a avaliação para TFR são recomendados em pacientes com LMC. A exacerbação tumoral pode imitar a progressão da doença (PD). Em pacientes com TFR de grau 3 ou 4, recomenda-se a suspensão do tratamento com lenalidomida até que o TFR regrida para Grau 1. No ensaio de MCL, aproximadamente 10% dos indivíduos apresentaram TFR; todos os casos relatados apresentaram Grau 1 ou 2 em gravidade. Todos os eventos ocorreram no ciclo 1 e um paciente desenvolveu TFR novamente no ciclo 11. A lenalidomida pode ter uso contínuo em pacientes com TFR grau 1 e 2, sem interrupção ou alteração, a critério do médico. Pacientes com TFR grau 1 ou 2 também podem ser tratados com corticosteroides, fármacos anti-inflamatórias não esteroides (NSAIDs) e/ou analgésicos narcóticos para a administração dos sintomas de TFR. Pacientes com TFR grau 3 ou 4 podem ser tratados quanto à administração dos sintomas conforme a orientação para o tratamento de TFR grau 1 e 2.

Hepatotoxicidade: Ocorreram casos de insuficiência hepática, inclusive com casos fatais, em pacientes tratados com lenalidomida, em combinação com a dexametasona. O mecanismo de hepatotoxicidade induzida por fármacos é desconhecido. Doença viral do fígado pré-existente, aumento das enzimas hepáticas de base e medicações concomitantes podem ser fatores de risco. Monitorar as enzimas hepáticas periodicamente. Interromper o uso do Revlimid após a elevação das enzimas hepáticas. Após retorno aos valores de referência, o tratamento com uma dose mais baixa poderá ser considerado.

Segundas Neoplasias Primárias: Os pacientes com MM tratados com lenalidomida nos estudos que incluíam o melfalano e transplante de células-tronco tiveram uma maior incidência de segundas neoplasias primárias, particularmente a leucemia mieloide aguda (AML) e linfoma de Hodgkin, em comparação com os pacientes em braços de controle que receberam terapia similar, mas não receberam a lenalidomida. Monitorar pacientes para o desenvolvimento de segundas neoplasias. Levar em conta tanto os benefícios potenciais da lenalidomida quanto o risco de segundas neoplasias primárias ao considerar o tratamento com lenalidomida.

REAÇÕES ADVERSAS

Linfoma de Células do Manto

  • Casos reportados de eventos adversos grau 3 e 4 em 5% dos pacientes tratados com REVLIMID no ensaio MCL (N = 134) incluíram neutropenia (43%), trombocitopenia (28%), anemia (11%), pneumonia (9%), leucopenia (7%), fadiga (7%), diarreia (6%), dispneia (6%) e neutropenia febril (6%)
  • Eventos adversos graves relatados em 2 pacientes tratados com monoterapia com REVLIMID para MCL incluíram doença pulmonar obstrutiva crônica, Colite pseudomembranosa, sepse, carcinoma basocelular e taquicardia supraventricular.
  • Os eventos adversos relatados em 15% dos doentes tratados com REVLIMID no ensaio MCL incluíram leucopenia (49%), trombocitopenia (36%), fadiga (34%), anemia (31%), diarreia (31%), náusea (30 %), tosse (28%), febre (23%), exantema (22%), dispneia (18%), prurido (17%), edema periférico (16%), constipação (16%), leucopenia (15 %)
  • Eventos adversos que ocorreram em pacientes tratados com REVLIMID no ensaio MCL resultaram em, pelo menos, uma interrupção da dose em 76 (57%) pacientes, e, pelo menos, uma redução da dose em 51 (38%) pacientes, e a interrupção do tratamento em 26 (19%) pacientes
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

É recomendado o monitoramento periódico dos níveis plasmáticos de digoxina, de acordo com o julgamento clínico e baseado na prática clínica padrão em pacientes que recebem esta medicação, durante a administração do REVLIMID.

USO EM POPULAÇÕES ESPECÍFICAS

Gravidez: Caso ocorra a gravidez durante o tratamento, interrompa imediatamente o uso do fármaco. Sob essas condições, encaminhar o paciente ao obstetra/ginecologista com experiência em toxicidade reprodutiva para outra avaliação e orientação. Qualquer suspeita de exposição fetal ao REVLIMID deve ser notificada ao FDA através do programa MedWatch em 1-800-332-1088 e, também, à Celgene Corporation em 1-888-423-5436.

Mães Amamentando: Ignora-se se o REVLIMID é excretado no leite humano. Como muitos fármacos são excretados no leite humano e devido ao potencial de reações adversas graves em lactentes, deve ser tomada uma decisão quanto à interrupção, ou não, da amamentação ou do fármaco, levando em consideração a importância do fármaco para a mãe.

Uso pediátrico: Não foram estabelecidas segurança e eficácia em pacientes pediátricos com menos de 18 anos de idade.

Uso geriátrico: Como os pacientes idosos são mais propensos a ter a função renal diminuída, deve-se tomar cuidado na escolha da dose. Monitorar a função renal.

Insuficiência renal: Uma vez que o REVLIMID é excretado principalmente pelos rins, recomenda-se que ajustes na dose inicial do REVLIMID sejam feitos para fornecer a exposição adequada ao medicamento em pacientes com insuficiência renal moderada (depuração da creatinina 30-60 mL / min) ou grave (depuração da creatinina <30 mL / min) e em doentes submetidos à diálise.

Veja todas as informações sobre prescrição, inclusive ADVERTÊNCIAS destacadas, CONTRAINDICAÇÕES, ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES E REAÇÕES ADVERSAS.

Sobre o Linfoma de Células do Manto

O Linfoma de Células do Manto (MCL) é um subtipo raro de linfoma não-Hodgkin (NHL) que ocorre em <10% dos pacientes com NHL.1-4 A MCL é caracterizada por um crescimento descontrolado de linfócitos B transformados que se acumulam na borda externa (ou seja, na zona do manto) de um folículo de linfonodo.2,5 Estas células malignas podem se espalhar através do sangue ou do sistema linfático para outros locais para desenvolver a doença extranodal no baço, medula óssea, fígado ou trato gastrointestinal.

Sobre a Celgene

A Celgene Corporation, sediada em Summit, Nova Jersey, é uma empresa biofarmacêutica global integrada, empenhada, principalmente, na descoberta, desenvolvimento e comercialização de novas terapias para o tratamento do câncer e doenças inflamatórias, através de regulação de proteínas e dos genes. Para obter outras informações, acesse o site da empresa em www.celgene.com.

Declarações de Previsão Futura

Quaisquer afirmações contidas neste comunicado à imprensa que não descrevam fatos históricos podem constituir declarações de previsão futura. As declarações de previsão futuras podem ser identificadas pelos termos esperam, antecipam, acreditam, intenciona, estima, planos, irá e perspectiva, e expressões similares. Qualquer declaração de previsão futura contida neste documento se baseia nas convicções e expectativas atuais de nossa administração, estimativas, suposições e projeções, e se refere somente à data na qual foram feitas Não assumimos qualquer obrigação pela atualização estas declarações prospectivas, exceto conforme exigido por lei. As declarações de previsões futuras estão sujeitas a uma série de riscos e incertezas, das quais muitas são difíceis de prever e geralmente estão fora do nosso controle. Os resultados atuais e futuros podem ser materialmente diferentes dos resultados implicados nas declarações de previsões futuras como resultado de uma série de fatores, muitos dos quais estão descritos mais detalhadamente em nosso Relatório Anual no Formulário 10-K e em outros relatórios apresentados à Securities and Exchange Commission (Comissão de Valores Mobiliários dos EUA).

Referências

1. A clinical evaluation of the International Lymphoma Study Group classification of non-Hodgkin's lymphoma. The Non-Hodgkin's Lymphoma Classification Project. Blood. 1997; 89:3909-3918.

2. Goy A, Kahl B. Mantle cell lymphoma: the promise of new treatment options. Crit Rev Oncol Hematol. 2011; 80:69-86.

3. Turner JJ, Hughes AM, Kricker A, et al. WHO non-Hodgkin's lymphoma classification by criterion-based report review followed by targeted pathology review: an effective strategy for epidemiology studies. Cancer Epidemiol Biomarkers Prev. 2005; 14:2213-2219.

4. Zhou Y, Wang H, Fang W, et al. Incidence trends of mantle cell lymphoma in the United States between 1992 and 2004. Cancer. 2008; 113:791-798.

5. Armitage JO, Weisenburger DD. New approach to classifying non-Hodgkin's lymphomas: clinical features of the major histologic subtypes. Non-Hodgkins Lymphoma Classification Project. Journal of Clinical Oncology. 1998; 8:2780-2795

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