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12/07/2011 - 14:46
IBRI: AUTORREGULAÇÃO DO MERCADO E INICIATIVAS DE FOMENTO
14:46 IBRI: AUTORREGULAÇÃO DO MERCADO E INICIATIVAS DE FOMENTO
SÃO PAULO, 12 de julho de 2011 /PRNewswire/ -- O painel "Autorregulação do mercado e iniciativas de fomento", realizado em 11 de julho durante o 13o Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais, que acontece no Hotel Sheraton, em São Paulo (SP), contou com a participação de Ricardo Florence dos Santos, diretor-presidente do IBRI; Francisco Petros, presidente do CSA - Conselho de Supervisão do Analista de Valores Mobiliários; Armando Castelar, economista; José Antonio Gragnani, diretor executivo de Fomento e Desenvolvimento de Negócios da BM&FBovespa e Alfredo Egydio Setubal, vice-presidente executivo e de RI do Itaú Unibanco Holding S.A. A moderação foi de Thomas Tosta de Sá, diretor da ABRASCA.
Após os agradecimentos de participação dos convidados e do público presente, o moderador passou a palavra para José Antonio Gragnani, diretor-executivo de Fomento e Desenvolvimento de Negócios da BM&FBovespa que apresentou as iniciativas que estão sendo realizadas pela BM&FBovespa para aumentar o valor e liquidez das empresas. Segundo Gragnani, a instituição tem investido continuamente para aproximar a Bovespa das empresas. Para isso, contratou equipe e criou uma área específica para cuidar do Desenvolvimento e Relacionamento com as Empresas. Por meio da nova área, são oferecidos vários produtos e serviços, entre os quais a parceria com a Apimec para apoiar analistas de mercado nos eventos de IPOs, Instituto Educacional, que oferece conteúdo de aperfeiçoamento para profissionais do setor e empresários a fim de lidar com questões como Educação Financeira e Mercado de Capitais. "O Brasil vive um momento favorável, nossa meta é se aproximar das empresas para entender seus desafios e dividir juntos o sucesso", afirma Gragnani.
O especialista também explicou que a Bovespa, por meio do projeto Escola dos Investidores, tem proporcionado vários cursos e treinamentos para pessoas físicas, que a cada ano tem se tornado um importante público-alvo para o crescimento do mercado de capitais. Outras ações como a Plataforma de Negociação, onde todas as operações estão reunidas em um único ambiente, facilitando o acesso e velocidade às informações, também estão sendo implementadas pela instituição. Em seguida, Francisco Petros, presidente do CSA - Conselho de Supervisão do Analista de Valores Mobiliários, abordou a questão da autorregulação, os desafios a enfrentar e sua importância para o avanço do setor. Para Petros, quanto mais rigorosa for a autorregulação melhor serão os resultados. O presidente do CSA defende alguns princípios básicos para atingir esse objetivo, entre eles, a efetividade das ações a fim de colaborar com órgãos regulatórios para ser mais produtivo e evitar que os processos fiquem esquecidos ou demorem anos para obter a solução. "Primamos pelo contato direto entre as partes, reduzindo entraves e exaltando a transparência", ressalta. Petros também fez questão de salientar que a divulgação e a educação devem sempre compor os fundamentos do mercado de capitais para o fortalecimento do setor. Já na palestra do economista Armando Castelar, da Anbima, foi abordado o desafio de como o mercado de capitais pode contribuir para ajudar o Brasil a crescer. Na opinião de Castelar, a entidade tem trabalhado com três conjuntos de medidas, com destaque para a criação do Novo Mercado de Renda Fixa, por meio de dois tipos de fundos: o Fundo de Liquidez (FAL) e o Fundo Garantido de Liquidez (FGL). Alfredo Egydio Setubal, vice-presidente executivo e de RI do Itaú Unibanco Holding na sequência reforçou a posição que a autorregulação deve complementar a regulação e não a substituir. "A autorregulação deve ser uma ferramenta para legitimar a transparência do setor e consolidar o crescimento do mercado". Para o diretor-presidente do IBRI, Ricardo Florence, "a autorregulação é o principal caminho para amadurecer o mercado". O representante do IBRI defende como primeiro ponto a educação para levar as informações a todos os lados envolvidos, empresas-profissionais-governo; e a prática do Aplique e explique. "Acho que deva haver a punição, não como um instrumento inibidor mas como um meio para corrigir os grandes desvios", concluiu Ricardo Florence.
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FONTE IBRI